Durante visita ao Centro de Manutenção da Latam Airlines, Lula protagonizou um momento inusitado e constrangedor. O presidente recebeu uma maquete de aeronave da companhia e passou a simular movimentos de voo com o objeto, caminhando e fazendo gestos como se estivesse ‘pilotando’ o modelo. O momento foi acompanhado por risos e até gargalhadas de pessoas presentes, incluindo ministros e assessores. Ninguém entendeu nada. O médico psiquiatra Marcelo Ferreira Caixeta fez uma análise do episódio e publicou em suas redes sociais. Segundo ele, Lula efetivamente é o “Biden brasileiro”. Confira: “O que foi divulgado na mídia como ‘Lula brincando de aviãozinho’ está errado. O problema não é ele estar brincando. O problema é justamente o contrário: ele não estava brincando. Uma análise psiquiátrica. Basta olhar as imagens. Não há sorriso, não há descontração, não há riso, não há qualquer sinal de ludicidade. O rosto é sério, a expressão é rígida, a atitude é concentrada. Isso já muda completamente a interpretação do que está acontecendo. Quando uma pessoa está brincando, ela ri, ela se diverte, ela interage com leveza. Aqui não. O comportamento é sério, quase automático. Isso levanta uma hipótese muito mais preocupante do ponto de vista clínico. O que aparece ali se assemelha muito mais a um quadro de hipermetamorfose. Trata-se de um sintoma clássico de lesão frontal, frequentemente associado a quadros demenciais, muitas vezes de origem vascular. Na hipermetamorfose, o paciente apresenta uma espécie de ‘aderência ao objeto’. Ele vê um objeto e automaticamente passa a utilizá-lo, não por intenção consciente elaborada, mas pela própria presença do objeto. É como se houvesse uma viscosidade comportamental. O objeto ‘puxa’ a ação. Se você coloca uma caneta e um papel na frente do paciente, ele começa a escrever. Se coloca um martelo e um prego, ele começa a martelar. Não há planejamento, não há contexto — há apenas resposta ao estímulo. Esse padrão já apareceu em outras situações. Recentemente, em um ambiente de ginástica em Paris, ele começou a fazer exercícios também, de forma automática. Agora, diante de um aviãozinho, passa a ‘voar’ com ele. Isso não é brincadeira. Isso é aderência ao objeto. E há outro elemento muito claro nas imagens: o olhar. Em várias cenas em que ele aparece com esse aviãozinho, o olhar está esgazeado, meio perdido, sem fixação adequada, sem concordância com o momento e com o ambiente. É um olhar discordante, distante, frio, estranho. Um olhar que não acompanha a situação, que parece vagar, como se estivesse voltado para o horizonte, e não para aquilo que está acontecendo ali. Não é um olhar de brincadeira, não é um olhar de interação, não é um olhar de quem está se divertindo. E o detalhe mais importante: ele leva a ação a sério. No vídeo, ele corre, ele executa o gesto com seriedade. Não há gargalhada, não há teatralização, não há ironia. É um comportamento direto, quase reflexo. Portanto, o ponto central não é ridicularizar ou tratar como algo leve. O ponto central é que a interpretação como ‘brincadeira’ encobre algo que pode ser muito mais grave: um comportamento frontal patológico, compatível com hipermetamorfose, dentro de um possível quadro demencial. E isso muda completamente o problema.”
Deputado investigado por Moraes denuncia: “Meus advogados não têm acesso aos motivos do inquérito” (Veja o vídeo!)
O deputado estadual e 3º secretário da Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), Gil Diniz (PL-SP), denunciou em entrevista veiculada no dia 6 que sua defesa não tem acesso “aos motivos” pelos quais ele está sendo investigado no Inquérito 4781 do Supremo Tribunal Federal (STF). Questionado sobre a possibilidade de finalização do chamado “inquérito das Fake News”, o parlamentar paulista classificou a medida como positiva, embora com ressalvas: “Vejo com bons olhos, antes tarde do que nunca”, ironizou. Instaurado de ofício em 2019 pelo STF, o instrumento jurídico é alvo de inúmeras críticas por juristas renomados, políticos, jornalistas e operadores do direito. Nos últimos anos, a peça passou a ser vista pela sociedade civil como instrumento de perseguição política. “É um inquérito onde cabe tudo que Alexandre de Moraes queira”, observou o deputado. Confira a entrevista completa:
Justiça americana autoriza rastreamento de bens de Vorcaro no exterior e pressão sobre ex-controlador do Banco Master aumenta
O juiz Scott M. Grossman, do Tribunal de Falências do Distrito Sul da Flórida, autorizou a continuidade das investigações para localizar bens do Banco Master fora do Brasil. A decisão foi proferida nesta segunda-feira (6). A medida amplia o alcance do processo de liquidação da instituição financeira. O magistrado rejeitou parcialmente um pedido apresentado pela defesa de Daniel Vorcaro, ex-controlador do banco. O liquidante está autorizado a prosseguir com as diligências para identificar ativos que possam estar relacionados ao patrimônio da instituição. A EFB Regimes Especiais conduz as investigações e adota as medidas necessárias para o rastreamento dos bens. A liquidante encaminhou mais de 28 intimações a diferentes estabelecimentos comerciais desde janeiro deste ano. Galerias de arte e empresas do setor de luxo que mantiveram transações comerciais com Vorcaro estão entre os destinatários. As intimações fazem parte do esforço para mapear movimentações financeiras e identificar ativos que possam integrar o patrimônio em liquidação. Grossman afirmou que as diligências realizadas estão em conformidade com a legislação brasileira e com as normas dos Estados Unidos aplicáveis a casos de insolvência transnacional. O magistrado destacou que o modelo adotado permite uma investigação ampla. O objetivo é proteger os credores e impedir a dissipação de ativos durante o processo de liquidação. A legislação brasileira estabelece que os bens de administradores e pessoas relacionadas à instituição podem ficar indisponíveis após o início da liquidação. Essa indisponibilidade permanece até que as investigações sejam concluídas e as dívidas sejam quitadas. O juiz considerou que esse entendimento é compatível com o Capítulo 15 da lei de falências norte-americana, que regula casos com conexões internacionais. A defesa de Vorcaro argumentou que as intimações eram excessivamente amplas. Os advogados alegaram que as medidas violariam direitos de privacidade e configurariam tentativa de produção indevida de provas. O pedido buscava limitar o alcance das investigações conduzidas pela liquidante no território norte-americano. O juiz Grossman avaliou que os argumentos apresentados pela defesa não foram suficientemente fundamentados. “Não houve demonstração clara de quais direitos de privacidade estariam sendo violados nem de como se aplicariam neste caso”, apontou o magistrado na decisão. As investigações seguem em andamento nos Estados Unidos. Essa situação pode acelerar a delação de Daniel Vorcaro, pois os bens que pretendia ‘salvar’ e que estariam emperrando o acordo, ele fatalmente vai perder.
Mendonça manda recado certeiro sobre imparcialidade e atinge Moraes e Toffoli
O ministro André Mendonça foi homenageado nesta segunda-feira (6) pela Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) com o Colar da Honra ao Mérito Legislativo. Durante seu discurso, o magistrado claramente direcionou um recado com alvo definido: os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Mendonça afirmou que um bom juiz precisa ser imparcial, íntegro, responsável e “buscar a Justiça”. “Imparcialidade é olhar para as pessoas de modo igualitário, considerar os interesses envolvidos de forma equânime, não privilegiar amigos, não perseguir inimigos. Esse é um compromisso que eu faço na Casa do povo de São Paulo”, declarou o ministro. A fala de Mendonça ressoa em um momento em que a conduta de colegas do Supremo Tribunal Federal tem sido alvo de críticas sobre parcialidade e perseguição política.
Um mês após morte de Luiz Phillipi Mourão, o ‘Sicário’ de Vorcaro: laudos toxicológico e de necropsia seguem sem divulgação
Um mês após a morte de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como o “Sicário” de Vorcaro, os laudos toxicológico e de necropsia ainda não foram divulgados. Os documentos cruciais permanecem pendentes, levantando questionamentos sobre a demora. Foram realizadas cinco perícias no caso, mas dois laudos fundamentais ainda não chegaram. Além disso, a Polícia Federal ainda não conseguiu identificar um número de telefone para o qual Mourão tentou ligar antes de morrer. A situação foge do padrão habitual de investigações deste tipo. Os médicos legistas solicitaram as imagens das câmeras da carceragem para concluir a necropsia. O ministro Alexandre de Mendonça ainda precisa decidir se autoriza o compartilhamento das gravações. Mourão foi preso em 4 de março e interrogado por duas horas. Horas depois do interrogatório, teria tentado suicídio. Os dois laudos mais importantes — o toxicológico e o de necropsia — estão sob responsabilidade do Instituto Médico Legal (IML) de Minas Gerais. O “Sicário” morreu dois dias após a tentativa de suicídio no Hospital João XXIII, vítima de encefalopatia. Pouco antes de morrer, tentou fazer ligações para a mãe e a irmã — e para uma terceira pessoa que a Polícia Federal ainda não conseguiu identificar. Mourão era integrante de “A Turma”, grupo acusado de monitorar ilegalmente autoridades e jornalistas, acessar bases de dados sigilosas da Polícia Federal e da Interpol, além de coagir testemunhas. Se o terceiro contato telefônico faz parte da mesma rede de obstrução, descobrir a identidade dessa pessoa pode ser uma das peças mais importantes de toda a investigação. Um mês depois da morte. Dois laudos pendentes. Um número desconhecido. E perguntas que não podem ficar sem resposta. Estamos sobrevivendo graças à ajuda de nossos assinantes e parceiros comerciais. Para fortalecer a nossa batalha, considere se tornar um assinante, o que lhe dará o direito de assistir o primeiro PODCAST conservador do Brasil e ter acesso exclusivo ao conteúdo da Revista A Verdade, onde os “assuntos proibidos” no Brasil são revelados. Para assinar, clique no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao SEU APOIO É MUITO IMPORTANTE! CONTAMOS COM VOCÊ!
Conselho de Ética ouve Renato Freitas por briga de rua com manobrista e deputado petista alega legítima defesa (veja o vídeo)
O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Paraná, presidido pelo deputado Delegado Jacovós (PL), ouviu nesta segunda-feira (6) o deputado Renato Freitas (PT) no processo que apura o envolvimento do parlamentar em uma briga de rua no Centro de Curitiba. Durante a reunião, realizada no Auditório Legislativo, Freitas apresentou sua versão sobre o caso e respondeu a questionamentos dos demais membros do colegiado. O procedimento encerra a etapa do processo reservada aos depoimentos das testemunhas e dos denunciados. Os fatos apurados ocorreram no dia 19 de novembro de 2025. Imagens de celular mostram Freitas em uma briga com o então manobrista Weslley de Souza Silva, na qual os dois trocam golpes entre as ruas Vicente Machado e Visconde do Rio Branco. Posteriormente, foram divulgadas gravações de câmeras de vigilância que mostram a confusão se desenrolando em frente e dentro de um estacionamento da região. As representações sustentam que Freitas infringiu o artigo 5º do Código de Ética e Decoro Parlamentar, que considera incompatível com a ética e o decoro “praticar ofensas físicas ou vias de fato contra qualquer pessoa”. As denúncias, aglutinadas em uma única acusação, são de autoria dos vereadores de Curitiba Bruno Secco, Eder Borges, Guilherme Kilter e Tathiana Guzella, além dos parlamentares Fábio de Oliveira (Novo), Ricardo Arruda (PL) e Tito Barichello (PL). Também figura como autor Willian Pedroso da Rocha. A pedido do deputado Marcio Pacheco (Republicanos), o Conselho de Ética exibiu as gravações do conflito anexadas ao processo. As imagens mostram o suposto início da confusão, quando o manobrista e Freitas se encontram. Nas gravações, o parlamentar está acompanhado de uma mulher, enquanto Weslley está dentro do carro. Em seguida, foi exibida uma gravação que mostra o interior do estacionamento. Por fim, um vídeo apresentou o momento em que Freitas e um segundo homem ingressam no local. Depoimento de Renato Freitas Freitas relatou que foi à região para acompanhar a mãe de seu filho em um exame de ecografia. Em seguida, teriam passado em uma loja de bolachas. O conflito teria começado quando eles iam embora. “No que fui atravessar a rua, o carro [conduzido por Weslley] avançou sobre nós”, disse, pontuando que o manobrista estava com as quatro rodas na calçada, o que configuraria “manobra perigosa”, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O deputado sustentou que o manobrista avançou contra eles “em uma velocidade considerável”, momento em que teria dito “respeita o pedestre”. “[Silva] disse ‘vá andando, vá andando, noia’. Me enfureci. Ele disse ‘então espera aí’. Entrou rápido no estacionamento, colocou o carro. Fiquei em alerta”, continuou. Segundo Freitas, o manobrista teria então corrido em sua direção. “Não queria que houvesse um conflito físico ao lado dela [mãe de seu filho]. Por isso, fui ao encontro dele também”, justificou. O parlamentar destacou que realizou uma voadora para cessar uma possível agressão, e seu assessor teria imobilizado o manobrista. Esse momento da confusão teria durado cerca de nove segundos. Um segundo momento do conflito teria ocorrido após Freitas e seu assessor deixarem o estacionamento. “Ele veio atrás de nós, acompanhado de dois homens que saíram”, detalhou. O deputado afirmou que o grupo bateu na lataria do carro e entrou na frente do veículo, impedindo que ele deixasse o local. Foi quando ocorreu o segundo momento da briga. O parlamentar sustentou que os primeiros golpes foram desferidos pelo manobrista e que reagiu com base no princípio da gradatividade, dando chutes nas pernas para imobilizar Weslley e encerrar a briga. Próximos passos A partir de agora, começa o prazo para Renato Freitas apresentar suas alegações finais no processo — etapa que antecede a apresentação do parecer final pelo deputado Marcio Pacheco (Republicanos), relator do caso, e o julgamento pelos demais membros do colegiado. “Os 60 dias úteis só se encerram no dia 26 de abril, podendo ser prorrogados por mais 30 dias. Temos até o dia 26 de maio para finalizar o processo em tempo hábil”, explicou Jacovós. O depoimento prestado por Freitas nesta segunda-feira finaliza a etapa reservada às oitivas pessoais, prevista pelo Código de Ética da Alep. No último dia 24 de março, o colegiado ouviu testemunhas arroladas pela defesa e pelo relator do caso. O manobrista Weslley de Souza Silva foi o primeiro a depor e relatou que dirigia quando parou para dar passagem a Renato Freitas e à mulher que o acompanhava. Segundo ele, ao cruzar a rua, os pedestres também atravessaram, o que teria iniciado a discussão. Após afirmar que o local não era faixa de pedestres, disse ter sido xingado. Silva contou ainda que, ao estacionar em uma garagem próxima e sair do carro, foi surpreendido por Freitas e pelo assessor Carlos Alberto, que o teriam agredido com socos e chutes. Relatou que depois tentou registrar a placa do veículo e que foi nesse momento, já no semáforo, que ocorreu a troca de golpes registrada em vídeo. Ele negou ter ofendido o parlamentar ou ter motivação política. Também foram ouvidas duas testemunhas indicadas por Renato Freitas: o assessor parlamentar Carlos Alberto Ferreira de Souza e Arleide Cerqueira Xavier Muller, que o acompanhavam na ocasião. Carlos Alberto afirmou não ter visto o início da confusão, mas disse ter ouvido Freitas pedir respeito ao pedestre e que Silva teria saído do carro em direção ao parlamentar. Segundo ele, tentou intervir para evitar agressões. Afirmou ainda que, após deixarem o local, Silva foi até o veículo e bateu no vidro, momento em que Freitas reagiu. Por fim, Arleide Cerqueira Xavier Muller prestou depoimento por videoconferência. Ela afirmou que Renato Freitas a acompanhava para a realização de um exame. Quando retornavam, “saiu um carro de uma garagem, que parou bruscamente, quase encostando na gente. O Renato falou: ‘Respeite o pedestre’. O motorista abaixou o vidro e falou ‘vai encarar, seu noia?’”, detalhou. Segundo Arleide, o motorista teria então estacionado o veículo e se dirigido até eles, momento em que Freitas teria se defendido. Ela pontuou ainda que houve um segundo momento, quando o trio deixava a região e aguardava
Pesquisa Veritá revela colapso do domínio de Lula no Nordeste: queda de até 25 pontos e empate técnico no Maranhão (Veja o vídeo!)
A nova pesquisa do Instituto Veritá, divulgada em 5 de abril, expõe um movimento potencialmente decisivo no principal reduto eleitoral de Lula: o Nordeste. A comparação direta com os resultados do primeiro turno de 2022 revela uma tendência clara: queda consistente do petista e avanço expressivo da direita, representada por Flávio Bolsonaro. Não se trata de oscilação pontual. É mudança estrutural. ALAGOAS 2022 (1º turno): • Lula: 56,50% • Bolsonaro: 36,05% Veritá 2026: • Flávio Bolsonaro: 59,0% • Lula: 30,8% Leitura: Aqui está o dado mais expressivo. • Lula cai –25,7 pontos • A direita salta de 36% para 59% Isso não é desgaste. É inversão de hegemonia. SERGIPE 2022 (1º turno): • Lula: 63,82% • Bolsonaro: 29,16% Veritá 2026: • Lula: 51,3% • Flávio Bolsonaro: 39,1% Leitura: • Lula perde –12,5 pontos • A direita cresce +10 pontos A vantagem ainda existe — mas está encolhendo rapidamente. PIAUÍ 2022 (1º turno): • Lula: 74,25% • Bolsonaro: 19,90% Veritá 2026: • Lula: 54,5% • Flávio Bolsonaro: 36,1% Leitura: • Lula despenca –19,7 pontos • A direita quase dobra O estado mais lulista do país começa a mostrar fissuras. MARANHÃO 2022 (1º turno): • Lula: 68,84% • Bolsonaro: 26,02% Veritá 2026: • Lula: 46,7% • Flávio Bolsonaro: 45,3% Leitura: Aqui está o ponto mais crítico: • Lula perde –22 pontos • A direita sobe +19 pontos • Empate técnico O Maranhão, historicamente dominado pela esquerda, entra em zona de disputa real. O QUE ESTÁ ACONTECENDO Esse movimento confirma três vetores estruturais: 1. Erosão do voto automático em Lula. O Nordeste sempre foi base consolidada. Agora começa a exigir convencimento. 2. Transferência de capital político do bolsonarismo. Mesmo sem Jair Bolsonaro, o eleitor permanece — e migra para um novo nome. Isso já aparece nacionalmente: • Flávio Bolsonaro chegou a empatar tecnicamente com Lula em cenários diretos 3. Redução da margem decisiva. Eleições no Brasil não são vencidas apenas no Sudeste. Historicamente: “Quem vence no Nordeste, vence no Brasil.” Se essa margem diminui, o jogo inteiro muda. CONCLUSÃO Os dados mostram algo que poucos estão dizendo com clareza: Lula não está apenas oscilando. Ele está perdendo terreno onde sempre foi dominante. E mais importante: a direita não está apenas crescendo. Ela está ocupando espaço onde antes não existia. Se essa tendência se consolidar, o cenário de 2026 deixa de ser previsível — e passa a ser competitivo de verdade. O Nordeste ainda não virou. Mas já deixou de ser garantido. E, em eleição presidencial, isso muda tudo. Veja o vídeo:
Presidente da OAB-SP pede investigação ampla de ministros do STF que voam em jatinhos particulares
O presidente da seccional de São Paulo da OAB, Leonardo Sica, afirmou que há elementos suficientes para investigar possíveis ligações de ministros do STF com o Banco Master. Ele destacou que é necessária apuração e que a PGR precisa agir. Representante de 380 mil advogados no estado de São Paulo, Leonardo Sica defendeu nesta segunda-feira (6) que ministros do STF que pegam caronas em jatinhos particulares devem ser “amplamente investigados”. Para ele, a PGR (Procuradoria-Geral da República), responsável por conduzir eventuais apurações sobre os casos, está “silente” sobre a atuação dos magistrados da corte. “Eu acho que os fatos precisam ser investigados. Todos os fatos. Por exemplo, ministros recebem carona de jatos particulares. A gente tem que investigar amplamente isso”, disse Sica, após reunião da comissão de estudos para a reforma do Judiciário.
Lula e Janja comem paca e ambientalistas ficam em silêncio. Cadê a militância agora?
Onde estão os defensores dos animais? Onde estão os ambientalistas? Onde está Luiza Mel? Cadê toda essa militância para protestar contra Lula por conta do consumo da carne de um animal silvestre, da fauna brasileira. A lei de proteção à fauna nacional estabelece que consumir carne de paca pode configurar crime ambiental. Mesmo que a carne consumida por Lula tenha sido comprada de um criador cadastrado no Ibama – o que se duvida –, a conduta do casal presidencial é moralmente inaceitável. Uma verdadeira propaganda do consumo da carne de paca. Tudo isso em um país que colocou Bolsonaro sob investigação porque andou de Jet Ski perto de uma baleia. Um absurdo que a Lula tudo seja permitido. Veja o vídeo:
Datafolha inicia nova pesquisa presidencial para medir impacto de Ronaldo Caiado na disputa
O Instituto Datafolha iniciou nesta terça-feira (7) o trabalho de campo para uma nova pesquisa presidencial, com o objetivo de medir o impacto da entrada do governador Ronaldo Caiado na disputa pela Presidência da República. Os pesquisadores do instituto irão trabalhar até quinta-feira (9) e o resultado completo será divulgado no próximo sábado (11). Serão ouvidos 2.004 eleitores de forma presencial em diferentes regiões do país. A pesquisa foi encomendada pela Folha da Manhã, empresa que edita o jornal “Folha de S. Paulo”, a um custo de R$ 307,6 mil. A margem de erro calculada é de dois pontos percentuais. O levantamento busca traçar um panorama atualizado das intenções de voto para a eleição presidencial, especialmente após o anúncio da candidatura de Caiado, que pode alterar o cenário da corrida eleitoral.