O assessor responsável por assuntos brasileiros no Departamento de Estado dos Estados Unidos, Darren Beattie, teve participação na liberação do ex-deputado federal Alexandre Ramagem, que havia sido detido no país. Conforme apurado, o contato com Beattie foi feito pelo jornalista Paulo Figueiredo e pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro, que buscaram apoio para esclarecer a situação do brasileiro junto às autoridades norte-americanas. Após ser acionado, o assessor teria atuado para explicar as circunstâncias envolvendo Ramagem. O ex-parlamentar foi abordado pelo ICE (Serviço de Imigração e Controle de Alfândega) por estar com o visto de turista expirado. No entanto, ele permanece nos Estados Unidos enquanto aguarda a análise de um pedido de asilo em tramitação no Departamento de Estado. A proximidade de Beattie com integrantes do grupo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro já é conhecida. Em março, ele chegou a solicitar autorização para visitar Bolsonaro, que ainda estava detido no complexo da Papuda. O pedido, entretanto, foi negado pelo relator do caso, o ministro Alexandre de Moraes.
Operação Narco Fluxo: PF prende MC Ryan por lavagem de R$ 260 bilhões logo após CPI pedir indiciamento de Toffoli, Moraes e Gilmar
Em um timing que levanta questionamentos, a Polícia Federal deflagrou a Operação Narco Fluxo logo após o encerramento da CPI do Crime Organizado. A operação revelou um esquema de lavagem de dinheiro liderado pelo MC Ryan, que movimentou mais de R$ 260 bilhões. O caso vem à tona exatamente depois que a CPI do Crime Organizado pediu o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal – Toffoli, Moraes e Gilmar Mendes – além do Procurador-Geral da República, Gonet. A coincidência temporal levanta suspeitas sobre possível briga interna no sistema. Em outro desdobramento político, o ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ) foi solto pelas autoridades americanas após ter sido detido pelo ICE por visto vencido. No Supremo Tribunal Federal, a sabatina de Jorge Messias foi antecipada para 28 de abril. A mudança ocorreu por temor de quórum baixo no feriado de 1º de maio. Para comentar esses assuntos, o programa Choque de Ordem recebeu o deputado estadual Professor Claudio Branchieri, o advogado João Maltz e o professor Marcos Pizzolatto. Veja o vídeo: Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Nikolas Ferreira apresenta emenda que obriga governo federal a pagar conta do fim da escala 6×1
Uma emenda apresentada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL) nesta quinta-feira (16/4) propõe que o governo federal assuma os custos decorrentes do eventual fim da escala de trabalho 6×1. A iniciativa foi anexada à PEC que trata da mudança na jornada e ainda precisará passar por análise e votação no Congresso Nacional. De acordo com o parlamentar, a intenção é evitar impactos negativos às empresas diante de uma possível alteração nas regras trabalhistas. Nikolas Ferreira afirmou que “a emenda prevê que o governo federal arque com os custos da medida para que não faça caridade com o chapéu dos outros”. O texto da proposta destaca a necessidade de cautela institucional ao implementar mudanças dessa dimensão. “Não é aceitável que o Estado, ao ampliar direitos de inegável apelo social, o faça apenas transferindo a conta ao empregador. Mudanças dessa magnitude exigem responsabilidade institucional, estudo, calibragem econômica e mecanismos que favoreçam adaptação gradual, elevação de produtividade e preservação dos postos de trabalho formais”, disse o deputado. Embora reconheça possíveis benefícios da redução da jornada — como maior tempo de descanso e convivência familiar — o parlamentar pondera que a medida pode trazer efeitos colaterais no mercado de trabalho. Segundo ele, é necessário equilibrar os interesses para evitar demissões. “É preciso dar atenção aos trabalhadores para que tenham mais tempo de lazer e mais tempo com a família. Mas o empregador não pode ser onerado, para que não haja demissões”, afirmou Nikolas Ferreira. A proposta representa uma estratégia política que coloca o governo federal diante da responsabilidade financeira de suas próprias bandeiras trabalhistas, transferindo o ônus da medida para quem a defende.
Braço-direito de Trump detona perseguição judicial contra Flávio Bolsonaro: “Manual de judicialização armamentizada”
Um especialista afirmou ao portal Metrópoles que uma eventual condenação do senador Flávio Bolsonaro (PL) pode resultar na suspensão de seus direitos políticos e impedir que ele concorra à Presidência da República. O ministro Alexandre de Moraes (STF) determinou a abertura de um inquérito para investigar possível crime de calúnia do parlamentar contra o presidente Lula. A decisão provocou revolta internacional. Jason Miller, conselheiro e braço-direito de Donald Trump, se manifestou duramente contra a medida: “Como isso é aceitável??? Lula e seu parceiro do STF Alexandre de Moraes estão tentando executar o manual de ‘Joe Biden’ de judicialização armamentizada contra Flávio Bolsonaro!” A declaração do assessor direto de Trump expõe a percepção internacional de que o Brasil estaria utilizando o Judiciário como ferramenta política para neutralizar adversários, seguindo um modelo de perseguição judicial que conservadores americanos atribuem à gestão Biden. A possível inelegibilidade de Flávio Bolsonaro amplia o cerco judicial contra a família do ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, em uma escalada que levanta questionamentos sobre o uso do sistema de Justiça para fins políticos.
Primeiras camisetas de apoio a Flávio Bolsonaro para 2026 já estão disponíveis
Flávio Bolsonaro já é uma realidade na disputa presidencial de 2026. As pesquisas apontam um crescimento avassalador do senador contra o petista Lula. Em poucas visitas pelo país, Flávio já demonstrou grande capacidade de mobilização, atraindo multidões por onde passa. Até um hit com seu nome já viralizou nas redes sociais: “Meu Amigo Flávio”. Agora, acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República. Os apoiadores do senador já podem estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir as camisetas, basta acessar o link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Flávio Bolsonaro caminha para vitória no primeiro turno, apontam pesquisas em todo o país
O avanço da candidatura de Flávio Bolsonaro nas intenções de voto é cadenciado, porém inexorável. Desde que foi anunciado como pré-candidato à Presidência no final de 2025 – sob muita desconfiança -, o filho ‘zero um’ de Jair Bolsonaro vem surpreendendo. Em abril, boatos cada vez mais constantes circulam sobre uma possível desistência de Lula. Em quatro meses, o petista passou de imbatível a possível desertor. O quadro favorável a Flávio se deve a uma série de fatores e erros crassos cometidos pelo adversário e seus aliados. Um dos principais obstáculos para o petista é a juventude: 72% da geração Z (entre 16 e 24 anos) rejeitam Lula por várias razões. Mais do que o candidato, o próprio discurso de Lula envelheceu. Incapaz de operar um smartphone ou de se comunicar pelas redes sociais, suas palavras não chegam a essa geração. Seu discurso stalinista e anacrônico que sugere aos jovens ‘não façam nada que o Estado irá prover’, numa época em que adolescentes fazem fortuna como influencers, com lojas virtuais e lançando tendências no TikTok, soa como um dialeto soviético esquecido. Outra máquina de perder votos é a ‘Maria Antonieta brasileira’, Janja. Implacável, ela conseguiu irritar praticamente todos os segmentos da sociedade brasileira, incluindo nichos esquerdistas. No carnaval deste ano, ao forçar a barra por aquele desfile maluco que, de tão ruim, levou a Acadêmicos de Niterói ao rebaixamento, ela conseguiu jogar uma pá de cal em qualquer aproximação de seu marido Lula com o gigantesco eleitorado evangélico. Mais recentemente, ofendeu os ambientalistas e os sensíveis ‘pais de pet’ ao devorar uma inocente paca. No eixo Sul-Sudeste já se desenham três vitórias no primeiro turno de aliados de Flávio. Em Santa Catarina, o governador Jorginho (PL); no Paraná, Sergio Moro (PL); e no maior estado da federação, a vitória de Tarcísio (REPUBLICANOS). Se esses três candidatos se elegerem no primeiro turno, isso deve aumentar muito a margem da vitória de Flávio nesses estados, colocando-o também muito próximo de uma vitória logo no primeiro turno. No Rio, o candidato aliado de Lula, o prefeito Eduardo Paes, estava com a eleição para o Palácio da Guanabara praticamente ganha até que o próprio Flávio escolheu um desconhecido deputado estadual, Douglas Ruas, para concorrer ao governo fluminense. Em fevereiro, a pesquisa Prefab-Future indicou Eduardo Paes com 43% das intenções de voto no cenário estimulado. Douglas Ruas apareceu com 5,1%, e a eleição para o governo carioca parecia assunto encerrado. Agora, em abril, um levantamento divulgado pelo Instituto Veritá apontou Eduardo Paes com 46% e Douglas Ruas com 32%. Um crescimento de 640% em 70 dias do candidato do PL e, de repente, o pânico toma conta da campanha de Eduardo Paes. Porém, a melhor notícia vem do Norte e Nordeste. Estados onde Lula ganhou fácil em 2022 mostram um cenário bem diferente em 2026. No Amazonas, pesquisas mostram Flávio na liderança com 50% das intenções de voto, enquanto Lula tem 41%. No Pará, eterno reduto dos Barbalhos e aliados históricos de Lula, Flávio surpreendentemente tem 55% das intenções, enquanto o presidente da República aparece com apenas 37%. Ainda na região Norte, no Tocantins, Flávio marca 58% e Lula, 28%. O Nordeste traz mais boas notícias para o senador. Começando pelo Maranhão, onde Flávio aparece em empate técnico com Lula, 45% a 46%, respectivamente. Em Alagoas, terra de Renan Calheiros, outra surpresa: Flávio Bolsonaro lidera com folga, 59% a 30%. Na Bahia, o candidato da oposição ao governo e aliado declarado de Flávio Bolsonaro, ACM Neto, tem 47% das intenções contra o governador eleito Jerônimo Rodrigues, que soma apenas 30,9%. No Ceará, Ciro Gomes lidera contra o governador petista Elmano de Freitas. Os escândalos do INSS e do Banco Master, com fortes indícios de envolvimento de Lulinha e de um dos irmãos de Lula, acabaram por reabrir feridas da corrupção que pareciam ter sido esquecidas pelo eleitorado. O fato concreto é que Luís Inácio Lula da Silva vive literalmente o outono do patriarca. Flávio Bolsonaro, por outro lado, traz estamina para um executivo capenga e dependente do judiciário, uma primavera eleitoral para um país cansado de escândalos, de perseguições políticas e da impunidade para bandidos e corruptos. E isso deve se concretizar já em 4 de outubro.
Flávio Bolsonaro denuncia estratégia de Alexandre de Moraes para interferir nas eleições pelo STF
Flávio Bolsonaro reagiu de forma contundente ao que classificou como absurdo ocorrido dentro do STF pelas mãos de Alexandre de Moraes. O senador elevou o tom e expôs o ministro publicamente, denunciando o que considera uma estratégia clara de interferência eleitoral. “Está claro qual é a estratégia. Já que agora Alexandre de Moraes não está mais no TSE, ele vai querer desequilibrar as eleições a partir do Supremo com esse inquérito, violando a imunidade parlamentar e a liberdade de expressão”, declarou o parlamentar. A perseguição contra o ex-presidente Bolsonaro, seus filhos e aliados segue sem previsão de fim. Há quem acredite que o pior ainda pode acontecer em breve. As acusações incluem tentativas de esconder os acontecimentos de 2022, decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição sistemática contra Bolsonaro. Todo esse contexto foi documentado em um combo com cinco livros que está sendo comercializado por R$ 29,90, com o objetivo de alcançar todo o país. Para quem tiver interesse em conhecer os livros e não perder essa oportunidade, o material está disponível em: https://conteudoconservador.news/kit-5-livros-digitais/ A recomendação é aproveitar enquanto os livros ainda estão disponíveis, considerando os riscos da censura.
Romeu Zema pede prisão de Moraes e Toffoli e propõe mandatos para todos os ministros do STF
Em agenda pública realizada nesta quinta-feira (16/4), o pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) apresentou propostas contundentes voltadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e fez críticas diretas a integrantes da Corte. Entre as medidas defendidas pelo ex-governador mineiro, está a criação de mandatos para ministros e mudanças estruturais no funcionamento do tribunal. Durante seu discurso, Zema afirmou que pretende encaminhar ao Congresso Nacional uma proposta para reformular profundamente o STF. Segundo ele, a intenção é estabelecer um modelo em que os ministros tenham maior responsabilização por seus atos. “A primeira coisa que eu vou fazer é acabar com a farra dos intocáveis. Minha primeira medida será propor ao Congresso um novo Supremo, um Supremo em que seus membros prestem contas dos seus atos. Um Supremo em que parentes de ministros não possam ter negócios jurídicos. Um Supremo com idade mínima de 60 anos e mandato de 15, para que seja a coroação de uma carreira irretocável”, declarou. Em tom mais incisivo, o ex-governador de Minas Gerais também afirmou que alguns ministros deveriam ser alvo de investigação. Ao mencionar nominalmente Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, declarou que ambos deveriam deixar a Corte e, segundo suas palavras, ser presos. “O Judiciário é importantíssimo, mas hoje ele está sendo o contrário. Hoje os exemplos piores do Brasil estão vindo do Supremo Tribunal Federal, que se transformou no balcão de negócios, está claríssimo. E precisamos não só tirar dois ministros [Dias Toffoli e Alexandre de Moraes] de lá, pelo que já se viu, como também mandá-los para a prisão, em nome de uma democracia”, afirmou. Material relacionado ao Caso Master mencionado no contexto das críticas ao STF As declarações de Zema ocorrem em um contexto de questionamentos sobre a atuação de membros do STF. O ex-governador faz referência ao Caso Master, que envolve investigações sobre relações entre ministros da Corte e o empresário Daniel Vorcaro. Um relatório da Polícia Federal entregue ao ministro André Mendonça, novo relator do Caso Master, revela que Daniel Vorcaro organizava festas sexuais para políticos e empresários poderosos. A investigação menciona os nomes dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, além de suas esposas.
Jornalista americano detona Moraes sobre possível inelegibilidade de Flávio Bolsonaro: “Brasil refém”
Um especialista afirmou ao portal Metrópoles que uma eventual condenação do senador Flávio Bolsonaro (PL) pode resultar na suspensão de seus direitos políticos e impedir que ele concorra ao Planalto. O ministro Alexandre de Moraes (STF) determinou a abertura de um inquérito para investigar possível crime de calúnia do parlamentar contra o presidente Lula. O jornalista americano Glenn Greenwald criticou duramente a atuação do ministro: “Por quanto tempo o Brasil continuará refém de Moraes e de sua ala pró-Lula no STF? Todos nós sabemos o que Moraes e Dias Toffoli fizeram com o BM. A família Moraes recebeu R$ 80 milhões de um banco corrupto controlado por um bilionário, em troca de nada que possa ser identificado de forma crível!!! Mas esse grupo no STF passou tanto tempo prendendo e destruindo seus críticos que muitos têm medo de se opor, mesmo quando Moraes anuncia: Embora todos vocês saibam o que fiz, eu ainda assim vou censurar as eleições de 2026 (como fiz em 2022) e banirei qualquer candidato com chances de vitória de quem eu não goste. O campo dominante do STF criou um clima de medo com seus abusos de poder e conta com o fato de que as pessoas — no Senado, na mídia, entre a cidadania — estejam aterrorizadas demais para tomar qualquer atitude a respeito. Se Moraes consegue fazer isso novamente em 2026, a democracia brasileira não passará de uma ilusão. Moraes não é o salvador da democracia brasileira; ele é a sua mais grave ameaça.”
Eduardo Bolsonaro faz anúncio direto de Washington: ‘Novidades que Lula não vai gostar’ após soltura de Ramagem. Veja o vídeo!
Eduardo Bolsonaro gravou um vídeo ao lado do jornalista Paulo Figueiredo e publicou em suas redes sociais. A gravação foi feita diretamente de Washington DC, nos Estados Unidos. “Estamos em Washington DC e aqui algumas novidades que Lula não vai gostar, notoriamente após a soltura de Alexandre Ramagem”, escreveu o deputado federal na publicação. O recado foi direto e sem rodeios. Confira o vídeo: