O ministro Gilmar Mendes acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) com uma representação contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), acusando-o de abuso de autoridade. A medida ocorreu após a apresentação do relatório final da CPI do crime organizado, que propôs o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Procurador-Geral da República. O caso evidencia o acirramento das tensões entre o Supremo Tribunal Federal e o Congresso Nacional. O relatório de Vieira pedia o indiciamento dos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, por supostos crimes de responsabilidade. No entanto, a proposta foi rejeitada pela comissão por 6 votos a 4, o que significa que não seria encaminhada a nenhum órgão de investigação e não produziu efeito institucional. O STF considerou o relatório como uma “peça política” e uma retaliação por decisões judiciais que limitaram as investigações da comissão. Os ministros classificaram a atitude do relator como “lamentável, injusta e tecnicamente equivocada”. O presidente do STF, Edson Fachin, emitiu nota repudiando a proposta e mencionando desvio de finalidade temática da CPI. Apesar da rejeição do relatório, Gilmar Mendes decidiu representar contra o senador. Em mensagens nas redes sociais, o ministro apontou o “excesso” e afirmou que a iniciativa pode caracterizar abuso de autoridade. Mendes considerou a proposta de indiciamento como uma tentativa de “constrangimento institucional” que “compromete a credibilidade” dos parlamentares, defendendo a apuração do caso pela Procuradoria-Geral da República. A rejeição do relatório foi resultado de mobilização do governo para alterar a composição do colegiado. Para garantir o resultado, o governo substituiu os senadores Sergio Moro (União-PR) e Marcos do Val (Podemos-ES), ambos integrantes do Bloco Parlamentar Democracia e favoráveis ao parecer. Eles foram substituídos por Beto Faro (PT-PA) e Teresa Leitão (PT-PE), alinhados ao governo. A troca foi fruto de um acordo entre os partidos. Além disso, atuaram para o desfecho partidos do Centrão e o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que se posicionou publicamente contra as conclusões da investigação. A avaliação é que a mudança alterou a correlação de forças e consolidou o cenário que levou ao encerramento da CPI sem deliberação do relatório. Após o resultado, Vieira culpou o Palácio do Planalto e citou diretamente o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA): “Eu disse ao líder do governo Jaques Wagner e reafirmo publicamente que o governo escolheu atravessar a rua pra dar um abraço de afogados aos ministros (do STF). Eu acho que isso vai cobrar um preço significativo depois”. Durante a sessão, Vieira intensificou as críticas ao Supremo e rebateu questionamentos sobre o alcance do relatório. Segundo ele, há necessidade de que o Senado ajude a Suprema Corte a superar o que lhe parece um “complexo de Luís XIV”. “Nós temos ministros que incorporam esse espírito ao entender que críticas à conduta individual se traduzem em ataques à democracia ou à instituição Supremo”, afirmou o senador. A manifestação do relator foi pelo indiciamento porque os ministros teriam praticado crime de responsabilidade. Vieira citou explicitamente o ministro Dias Toffoli, cuja fala teria demonstrado “crime de responsabilidade, pois esse crime não é diferente do crime comum: Ambos são crimes”. O senador afirmou ainda que os magistrados devem se submeter a mecanismos de controle e fiscalização, defendendo que o pedido de indiciamento não configura ataque institucional, mas exercício das prerrogativas do Congresso. Não há registro de CPIs anteriores que tenham pedido, em relatório final, o indiciamento de ministros do Supremo Tribunal Federal. Tradicionalmente, as comissões concentram seus pedidos em parlamentares, integrantes do Executivo, empresários e operadores, sem alcançar a cúpula do Judiciário. O precedente mais próximo desse caso envolve a CPI do Sistema Carcerário, em 2008, que chegou a pedir o indiciamento de juízes estaduais. Após intervenção do próprio STF, o relatório final substituiu o termo relativo ao indiciamento por “responsabilização”. O fato é que o relatório do senador Vieira já havia sido rejeitado pela comissão antes da representação de Gilmar Mendes junto à PGR.
Rede Globo fica em choque com decisão de Gilmar Mendes sobre vídeo de Zema: “Confirma que eles se acham acima da lei”
Na Rede Globo, o clima é o pior possível. Todos os jornalistas estão perplexos com a atitude do ministro Gilmar Mendes. Um dos comentaristas fez a seguinte constatação: “A ação de Gilmar confirma justamente o que o vídeo do Zema está falando: que os ministros do Supremo se acham acima da lei, uma casta intocável. Eles acham qualquer crítica um ataque e mostram o poder.” Veja o vídeo:
Vídeo de humor esquerdista com acusações gravíssimas contra Gilmar Mendes não incomodou o decano – Veja o vídeo!
Voltou a viralizar nas redes sociais um vídeo do site de humor “Porta dos Fundos” que faz acusações extremamente graves sobre o ministro Gilmar Mendes. O vídeo está disponível há mais de 8 anos e já acumula mais de 2,5 milhões de visualizações. Apesar da gravidade das alegações feitas no material humorístico, o magistrado nunca demonstrou incômodo e jamais alegou que a instituição tivesse sido atacada em razão dessa publicação. No entanto, o vídeo postado pelo ex-governador Romeu Zema, em tom bem mais ameno, sem acusações diretas e sem citar nomes, despertou a ira do decano do Supremo Tribunal Federal. A situação deixa evidente que o que parece importar não é o conteúdo em si, mas sim quem produz ou compartilha o material. Veja o vídeo: A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra! Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/supremo-silencio-o-que-voce-nao-pode-saber Veja a capa:
Sobrado desaba no Piauí e mata mãe grávida e dois filhos soterrados
Um sobrado desabou na madrugada desta segunda-feira (20), no bairro Vila França, em Barras, no Norte do Piauí, resultando em uma tragédia familiar. Antônia Carla Pereira Araújo, de 34 anos, que estava grávida, e dois de seus filhos, de 8 e 6 anos, morreram após ficarem soterrados pelos escombros. Ao todo, seis pessoas estavam no imóvel no momento do desabamento. Outras três crianças, com idades de 3, 13 e 14 anos, foram resgatadas com vida e encaminhadas para atendimento médico. Uma delas precisou ser transferida para outra unidade hospitalar, enquanto as demais permanecem em observação. Equipes do Samu, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e voluntários atuaram no resgate, utilizando máquinas para retirar os escombros. As causas do desabamento ainda são desconhecidas e devem ser investigadas pelas autoridades.
Infarto fulminante mata ex-presidente da Fenamilho aos 53 anos
O empresário Franco André Neutz da Silveira, de 53 anos, faleceu na manhã desta segunda-feira (20) em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul. Ele foi encontrado morto em sua cama, por volta das 9h30min, vítima de um infarto fulminante. Franco era bastante conhecido na região sul do país. Ele comandava a Max Corretora de Seguros e ocupou a presidência da 14ª e 15ª edições da Fenamilho, em 2009 e 2011, respectivamente. O evento é um dos maiores da área agroindustrial e cultural do sul do Brasil, com mais de 70 anos de tradição. O velório será realizado na Capela da Funerária Tesche, no centro norte de Santo Ângelo, com início às 16 horas desta segunda-feira. O sepultamento está marcado para terça-feira (21), às 9 horas, no Cemitério Sagrada Família, também em Santo Ângelo.
Decisão polêmica de Moraes é usada por milicianos e contrabandistas para tentar anular investigações e escapar da Justiça
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proferiu uma decisão liminar que passou a ser citada por advogados de pessoas investigadas por diversos crimes. Os casos incluem participação em milícia, contrabando e exploração ilegal de jogos de azar. A determinação provisória estabeleceu restrições para o uso de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras em investigações policiais. Moraes estabeleceu em 27 de março de 2026 que os Relatórios de Inteligência Financeira, elaborados pelo Coaf, podem ser requisitados por autoridades policiais somente após a abertura formal de inquérito. A determinação veda a solicitação desses documentos antes da instauração do procedimento investigativo. O ministro também proibiu que os relatórios constituam a primeira providência de uma apuração criminal. Essa prática caracterizaria “pesca probatória”, uma investigação indevida sobre a vida privada de cidadãos sem que exista um fato específico que justifique a investigação, segundo a decisão. A determinação foi proferida em um Recurso Extraordinário que tramita no STF. O posicionamento do ministro ocorreu após manifestação do Instituto de Defesa do Direito de Defesa, organização não governamental formada por advogados criminalistas. As limitações impostas por Moraes para utilização dos RIFs abrangem também as Comissões Parlamentares de Inquérito. O ministro esteve envolvido em controvérsia relacionada à CPI do Crime Organizado, que teve como relator o senador Alessandro Vieira, do MDB de Sergipe. O documento final produzido pela comissão solicitou o indiciamento do ministro e de outros membros da Corte. Dados sobre o Imposto de Renda do Banco Master, encaminhados à CPI, atestaram transferências da instituição financeira do empresário mineiro Daniel Vorcaro para o escritório Barci de Moraes Advogados, de propriedade da esposa do ministro. Defensores de réus ou investigados começaram a citar a determinação de Moraes sobre os RIFs como precedente desde 27 de março. As defesas buscam invalidar operações da Polícia Federal e de outras instituições de investigação. Em determinadas situações, os advogados também solicitam a liberação de seus clientes. Advogados de investigados na operação El Patrón mencionaram a decisão. A operação apura crimes de agiotagem e lavagem de dinheiro na Bahia. Investigados da operação Migalhas, sobre contrabando de agrotóxicos no Paraná, também utilizaram a determinação. A operação Quéfren, que investigou influenciadores digitais enriquecidos ao promover casas ilegais de jogos on-line como o “Tigrinho”, teve investigados que citaram a liminar. Colombiano preso no Ceará tem defesa que pede soltura citando liminar A defesa do colombiano Luis Felipe Galvis Ramirez utilizou a decisão de Alexandre de Moraes em tentativa de obter sua soltura no Ceará. Os advogados Paulo Quezado e Eduardo Quezado apresentaram o pedido em 6 de abril de 2026. Os defensores citam a liminar de Moraes. Argumentam que o RIF que fundamentou a investigação foi enviado à Polícia Civil do Ceará um dia antes da abertura do inquérito. Os advogados anexaram uma cópia da decisão liminar do ministro ao protocolar a petição. Ramirez foi preso preventivamente em abril de 2025 durante a Operação Quéfren. A operação foi deflagrada conjuntamente pelas polícias civis do Ceará, de São Paulo, de Mato Grosso e do Pará. O objetivo foi combater um grupo de influenciadores que divulgava jogos de azar on-line, como o “Tigrinho”, de forma ilegal. Ramirez mantinha relacionamento amoroso com uma das principais influenciadoras do grupo, Brenna Brito. Os Relatórios de Inteligência Financeira revelaram movimentações financeiras expressivas dos investigados. Brenna movimentou R$ 5,8 milhões em cinco meses. Ramirez movimentou mais de R$ 1,3 milhão no mesmo período. As autoridades policiais identificaram incompatibilidade entre esses valores e a renda declarada pelos dois influenciadores. A investigação da Polícia Civil identificou que o grupo promovia plataformas ilegais de “Tigrinho” sem autorização do Ministério da Fazenda. Ramirez exibia um padrão de vida luxuoso nas redes sociais. Carros de luxo e motocicletas esportivas registrados em seu nome foram avaliados em mais de R$ 1 milhão pelas autoridades. O relatório policial detalha a dinâmica do esquema criminoso: “Em razão de cada outorga custar o valor de R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais) para as empresas, com o acréscimo do imposto de 12% sobre a receita bruta, a maioria dos sites prefere permanecer na clandestinidade, pagando altos valores aos influenciadores digitais a título de cooperação, sendo os blogueiros os principais responsáveis pela divulgação das plataformas criminosas”. O Ministério Público do Ceará apresentou denúncia contra Ramirez e Brenna em junho de 2025. A acusação inclui diversos crimes: organização criminosa, estelionato, crimes contra a economia popular, publicidade enganosa e lavagem de dinheiro. As investigações apontaram para um esquema complexo de divulgação de plataformas ilegais de jogos de azar. O juiz responsável pelo caso mencionou relatos sobre possível destinação de recursos ao Comando Vermelho ao receber a denúncia em fevereiro deste ano. A facção criminosa tem expandido suas atividades no território cearense, segundo informações apresentadas no processo judicial. Policial militar acusado de integrar milícia na Bahia pede soltura com base em decisão A defesa de um policial militar acusado de integrar grupo miliciano na Bahia utilizou a decisão de Alexandre de Moraes. O PM Thiago Almeida Santos, conhecido como “Nariga”, teria atuado no suposto grupo criminoso comandado pelo ex-deputado estadual Kleber Christian Escolano de Almeida, o “Binho Galinha”, do PRD. Thiago Almeida Santos tem 38 anos. Reside em Feira de Santana. A denúncia do Ministério Público da Bahia, apresentada em outubro de 2025, atribui a Thiago e a outros quatro homens a função de braço armado do grupo. O grupo tinha “papel central na segurança pessoal do líder da organização e de sua família, bem como na execução de ordens ilícitas que envolvem o uso da força, mediante violência e intimidação”, conforme o MP-BA. A prisão de Thiago ocorreu em outubro durante a operação Estado Anômico, desdobramento da operação El Patrón. A defesa do policial militar apresentou pedido de soltura à juíza Márcia Simões Costa no dia 31 de março deste ano. O pedido fundamentou-se na decisão de Moraes sobre os RIFs do Coaf. A defesa argumenta que o delegado responsável solicitou os RIFs ao Coaf em 12 de outubro de 2022. A solicitação baseou-se em denúncia anônima. O inquérito policial foi
Policiais penais salvam vítima de capotamento e detêm motorista embriagado em rodovia federal
Uma equipe do Serviço de Operações e Escoltas do Estado de Santa Catarina trafegava pela BR 277, entre Foz do Iguaçu (PR) e Joinville (SC), realizando o recambiamento de um apenado, quando na altura do km 329 identificou um veículo transitando de forma perigosa, com indícios de condução sob efeito de álcool, situação que representava risco concreto à segurança da rodovia. Imediatamente, a equipe interveio e abordou o condutor, constatando, além do estado de visível embriaguez, a ausência de habilitação para dirigir. Um risco em plena pista. Diante dessa situação, os policiais penais acionaram a Polícia Rodoviária Federal, que realizou o teste de etilômetro, confirmando a infração e adotando as medidas legais cabíveis. Sem dúvida, uma atuação que demonstra elevado senso de responsabilidade e pronta intervenção dos policiais penais. Porém, o pior ainda estava por vir. Durante o atendimento da ocorrência, no mesmo local ocorreu o capotamento de um caminhão na pista contrária com risco iminente de incêndio. Os quatro policiais penais, em conjunto com a equipe de socorro da concessionária, atuaram de forma decisiva na contenção do princípio de incêndio e no resgate do condutor, que se encontrava preso às ferragens. Uma atuação em cenário de elevado risco, exigindo rapidez, coordenação e elevado grau de preparo técnico, sobretudo diante da possibilidade de retorno do fogo e da incerteza quanto ao estado clínico da vítima. Os policiais penais Gabriel Damazio da Silva, Luiz Fernando Lissarassa, Ricardo da Silva e Gabriel Neves de Azevedo procederam com eficiência, garantindo o salvamento da vítima e a segurança do perímetro até a chegada de uma equipe da Polícia Rodoviária Federal, que assumiu o andamento dos trabalhos. Uma situação que merece ser retratada, pois demonstra um altíssimo senso de cooperação entre as polícias e um elevado sentimento de solidariedade e comprometimento com a missão pública existente entre os policiais. Tais fatos ocorreram no dia 9 de abril deste ano.
Zema dobra a aposta contra Gilmar e desafia STF: ‘Se um teatro de fantoches é visto como ameaça, a carapuça serviu’
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) voltou à carga nesta segunda-feira, 20, após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, solicitar sua inclusão no Inquérito das Fake News. Em tom desafiador, o político utilizou as redes sociais para rebater a iniciativa do magistrado. “Se um teatro de fantoches é visto como ameaça por Gilmar e Moraes, é sinal de que a carapuça serviu”, afirmou Zema em publicação no X. “Os ministros não gostaram da nossa série ‘os intocáveis’. Beleza. Mas me processar por isso? O humor é usado pra criticar o poder desde que o mundo é mundo”, completou o ex-governador. A manifestação ocorre após Gilmar Mendes encaminhar uma representação ao ministro Alexandre de Moraes, relator do inquérito, pedindo apuração de possíveis ilícitos relacionados a um vídeo publicado por Zema. No conteúdo, o ex-governador apresenta uma sátira com fantoches que fazem referência aos ministros Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Presidente da OAB-SP ergue a voz e pede apuração envolvendo Viviane Barci e Banco Master
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP), Leonardo Sica, defendeu a necessidade de esclarecimentos sobre o contrato firmado entre a advogada Viviane Barci, esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o Banco Master. A declaração foi feita na última sexta-feira, 17, durante entrevista coletiva realizada na Fundação Getulio Vargas, na capital paulista. Ao comentar o tema, Sica ressaltou que o valor de honorários advocatícios, por si só, não configura irregularidade, já que se trata de uma relação privada e legítima. No entanto, destacou a importância de investigar a natureza dos serviços prestados. “Valor de honorário advocatício não é um problema em si, porque é de livre iniciativa e contratação”, afirmou. “O que precisa verificar é o serviço prestado e o que foi contratado. Se alguém me contratar para ir ao tribunal, fazer petição, recurso, e resolver pagar o que for para que eu a defenda, é absolutamente legítimo. Temos que apurar para que não fiquem suspeitas acerca do que foi contratado, se foi serviço de advogado ou tráfico de influência?”, questionou o presidente da OAB-SP.
Três ministros do STF criticam Gilmar Mendes por incluir Zema no Inquérito das Fake News
O clima dentro do Supremo Tribunal Federal está tenso. O pedido de Gilmar Mendes para incluir no Inquérito das Fake News o ex-governador Romeu Zema, pré-candidato à Presidência da República, causou verdadeiro alvoroço na Corte. Segundo a Revista Oeste, três ministros criticaram duramente a atitude do decano. Um ministro ouvido pela publicação, em caráter reservado, classificou o ato como tentativa de “influir na política”. Outro juiz do STF disse que a medida é “um absurdo”. Mais um integrante da Corte acrescentou que o movimento é “preocupante”. A situação de Gilmar Mendes está complicada diante da repercussão negativa entre seus pares. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!