A secretária de Estratégia e Redes da Presidência consultou a Comissão de Ética Pública indicando a intenção de abrir uma empresa para prestar serviços a agência especializada em marketing político e comunicação estratégica, após deixar seu cargo atual. Mariah Queiroz é responsável por comandar as redes sociais de Lula. A informação foi divulgada por Lauro Jardim, em O Globo. A publicitária aparenta ter planos claros de faturar na campanha eleitoral. De acordo com fontes do governo, existe possibilidade de Mariah atuar na campanha de Lula, mas nada está fechado até o momento. É evidente que nada pode estar definido formalmente, uma vez que a profissional sequer deixou o cargo oficialmente. A Comissão de Ética, no entanto, já autorizou a movimentação. Os conselheiros entenderam que não há conflito de interesses na situação. Mariah certamente fechará contrato com a campanha de Lula. E vai faturar. Impressionante como essa gente gosta de dinheiro…
Renan Calheiros perde força e deve ser expurgado do Senado em outubro
A projeção nacional alcançada pelo deputado federal Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, deve garantir-lhe uma das vagas para o Senado em Alagoas. A segunda vaga deve ir para o deputado federal Arthur Lira. Nos bastidores da política alagoana, predomina a avaliação de que Lira será eleito em razão da base sólida que construiu em praticamente todas as cidades do estado. Com isso, Renan Calheiros corre o sério risco de não conseguir sua reeleição. Será uma grande lição que o povo alagoano dará em um político que nunca usou o mandato para verdadeiramente trabalhar em benefício da sociedade. Muito pelo contrário. A possível derrota de Renan representa uma mudança significativa no cenário político de Alagoas, estado que ele dominou por décadas. A ascensão de Alfredo Gaspar, impulsionada pelo trabalho na CPMI do INSS, e a consolidação de Arthur Lira como força política estadual sinalizam uma renovação no perfil da representação alagoana no Senado Federal. As eleições de outubro prometem marcar o fim de uma era na política alagoana, com o eleitorado demonstrando disposição para mudanças na composição de sua representação no Congresso Nacional.
Lula torrou R$ 12 bilhões, foi derrotado e viu sua base esfacelar no Senado
Lula torrou R$ 12 bilhões e mesmo assim foi derrotado. Ele não consegue mais articular. Não lidera, está sem força e cambaleante. Por isso sua base esfacelou. Flávio Bolsonaro está certo: o governo acabou. A eleição vai apenas confirmar isso. Lula não tem mais nenhuma capacidade de reação. Quanto ao PT, a tendência é se desmantelar. O próprio episódio da rejeição de Messias demonstra isso, com traições dentro do próprio partido decorrentes da falta de escrúpulos de seus integrantes e da ausência de uma liderança capaz de controlar um amontoado de oportunistas e aventureiros. Em 2027 a direita volta ao poder. Com um Congresso forte, terá condições de ir para cima dos abusos e impor limites aos excessos ou até mesmo promover o impeachment de algumas figuras extremamente nocivas ao país. Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.
Mulher invade transmissão ao vivo de canal esquerdista e acusa repórter de divulgar fake news (veja o vídeo!)
Uma transmissão ao vivo do canal esquerdista ICL Notícias foi interrompida de forma abrupta nesta quinta-feira (30), por uma mulher durante uma entrada ao vivo da repórter Heloisa Villela. O episódio ocorreu enquanto a jornalista fazia uma tomada diretamente do Congresso Nacional e rapidamente se transformou em um confronto verbal diante do público e das câmeras. Uma cena deprimente. A interrupção começou quando a mulher acusou a repórter de divulgar “desinformação” e “fake news”, contestando o conteúdo apresentado. Heloisa reagiu afirmando que a desconhecida não compreendia o tema discutido e pediu que ela não interferisse no trabalho jornalístico. A situação escalou com trocas de acusações. Diante da tensão, a apresentadora Vivian Mesquita decidiu interromper a participação ao vivo. O caso repercutiu nas redes sociais. Veja o vídeo:
Jornalista da Vaza Toga revela bastidores da perseguição brutal do Judiciário contra a liberdade de expressão (Veja o vídeo!)
Investigações como a Vaza Toga, envolvendo o gabinete de Alexandre de Moraes, e o Twitter Files, expondo a pressão para censurar dados de usuários nas redes sociais, revelaram os bastidores da perseguição brutal à liberdade de expressão no Brasil. David Ágape é um dos corajosos jornalistas por trás desse trabalho quase perigoso nos dias atuais: mostrar a verdade. Durante participação em entrevista, ele revelou os bastidores das investigações e detalhou como o aparato estatal foi usado para caçar opositores. “Houve a caça às ‘hashtags’. O pessoal de direita pedia voto impresso e a esquerda, alinhada ao regime, lutava contra isso. Não entendo o medo que essas pessoas têm da impressão de votos… O TSE queria saber quem era o perfil que tinha postado primeiro. Havia a tese de que robôs estão inundando as redes e manipulando o debate. Chegou a um ponto que os advogados do Twitter disseram que era ilegal, mas iam obedecer, porque não tinham a quem apelar. É como acontece hoje em outros casos, como o dos condenados pelo 8 de Janeiro. Essa foi a questão mais grotesca que vimos na investigação”, ressaltou. Ágape revelou que ele e o jornalista Eli Vieira foram brutalmente perseguidos por conta das investigações que expuseram os abusos do Judiciário. “Não conseguiram aceitar que havia uma contraofensiva. Todos os atores do complexo da censura participaram dos ataques contra nós, e vestiram a carapuça da censura”, ressaltou. Veja o vídeo: As investigações da Vaza Toga e do Twitter Files expuseram de forma clara como o Judiciário brasileiro atuou de maneira coordenada para sufocar vozes dissidentes e controlar o debate público nas redes sociais, em especial durante o período eleitoral.
Nova vítima relata abusos do mestre de jiu-jitsu Melqui Galvão desde os 12 anos — Veja o vídeo!
O caso do mestre de jiu-jitsu Melqui Galvão ganhou repercussão nacional após o relato da mãe de uma adolescente de Jundiaí (SP), que detalhou como o treinador usava a estrutura de alojamento e patrocínio para chantagear as alunas. As autoridades contam com um áudio de mais de 16 minutos no qual Galvão admite o comportamento impróprio. O treinador foi preso temporariamente por determinação da Justiça de São Paulo sob suspeita de estupro e atos libidinosos contra pelo menos três vítimas, incluindo uma adolescente de 17 anos e outra que tinha 12 anos na época dos fatos. Melqui Galvão se entregou à Polícia Civil na noite do dia 27 de abril de 2026 e foi formalmente preso no dia 28 de abril de 2026, em Manaus (AM), após a expedição de mandado pela Justiça de São Paulo. Paralelamente, a polícia cumpriu mandados de busca em endereços ligados ao investigado em Jundiaí (SP). Uma nova vítima do treinador de jiu-jitsu relata abusos desde os 12 anos, que teriam ocorrido em Manaus e se repetido ao longo do tempo. Veja o vídeo:
Chefão do narcotráfico que controlava um terço da cocaína europeia é capturado em Dubai
Uma operação conjunta da polícia da Irlanda com as autoridades dos Emirados Árabes Unidos resultou na prisão de Daniel Kinahan, líder do cartel Kinahan, em Dubai. O irlandês comandava uma das mais poderosas organizações criminosas da Europa. Os tribunais de Dublin emitiram ordem de prisão contra o traficante e solicitaram sua extradição. A ação é fruto de anos de investigações conduzidas pelas forças de segurança irlandesas. A detenção foi mantida em sigilo absoluto. A medida visava impedir fuga ou o vazamento de informações sobre a operação. Kinahan residia em Dubai havia bastante tempo após o aumento da pressão policial na Europa. As autoridades irlandesas acusam o líder do cartel de tráfico internacional de drogas. Ele também responde pela organização de uma rede criminosa que atua em vários continentes. Kinahan foi o principal responsável pela violência registrada na Irlanda entre 2015 e 2018. Os confrontos com o clã Hutch deixaram pelo menos 18 mortos no período. A disputa entre as organizações criminosas marcou um dos períodos mais violentos relacionados ao crime organizado no país. As autoridades irlandesas intensificaram as investigações após esses episódios de violência. O cartel comandado por Kinahan controla aproximadamente um terço do mercado europeu de cocaína. As rotas utilizadas pela organização partem da América Latina e chegam aos portos da Europa passando pela África Ocidental. A estrutura de distribuição abrange diversos países do continente europeu. O grupo mantém uma estrutura empresarial sofisticada destinada a lavar o dinheiro obtido ilegalmente. A organização utiliza empresas de fachada, contratos esportivos e imóveis para ocultar os lucros provenientes das atividades criminosas. Essa estratégia permitiu ao cartel consolidar-se como um dos mais poderosos da Europa. A organização criminosa possui ramificações em dezenas de países ao redor do mundo. A atuação internacional do cartel exigiu a cooperação entre diferentes forças policiais para viabilizar a prisão de seu líder. As investigações envolveram o compartilhamento de informações entre autoridades de diversos países. O governo irlandês comemorou a prisão como um avanço importante no combate ao crime organizado. As autoridades preparam o processo de extradição de Kinahan para Dublin. As negociações envolvem o governo da Irlanda e as autoridades dos Emirados Árabes Unidos. O procedimento de extradição pode levar vários meses em razão da complexidade jurídica. Os trâmites legais exigem o cumprimento de protocolos estabelecidos entre os dois países. As autoridades irlandesas trabalham para acelerar o processo dentro dos limites legais. A prisão pode provocar disputas internas pela sucessão no comando do cartel. As polícias europeias permanecem em alerta para possíveis atos de vingança entre as facções. As forças de segurança monitoram movimentações que possam indicar tentativas de reorganização da estrutura criminosa. A cooperação entre diferentes países revela-se fundamental no combate ao narcotráfico global. Essa atividade ilícita movimenta bilhões de euros todos os anos. A prisão de Kinahan demonstra a importância da articulação internacional entre as forças policiais no enfrentamento às organizações criminosas transnacionais.
YouTube derruba canal de Monark apenas 5 dias após retorno à plataforma
Bruno Monteiro Aiub, o Monark, anunciou seu retorno ao YouTube após três anos afastado de plataformas digitais. No domingo, 26 de abril, ele publicou um vídeo divulgando sua reestreia na plataforma. Rapidamente, milhares de internautas se inscreveram no canal, que foi também inundado de comentários desejando sucesso ao comunicador. Porém, apenas 5 dias após o retorno, nesta sexta-feira, 30 de abril, o YouTube derrubou o canal. O perfil recém-lançado na plataforma havia sido batizado de “Bruno Aiub Show”. Apesar da ausência de conteúdo no novo material, a defesa relata que o YouTube removeu a página sob a alegação de violações das diretrizes da comunidade. Diante do bloqueio, Monark informou que já apresentou um recurso administrativo interno contra a decisão do YouTube de remover o seu novo canal. O criador de conteúdo declarou que aguarda a resposta oficial da empresa de tecnologia para avaliar as medidas cabíveis, com o objetivo de garantir seus direitos e o respeito à legislação.
Lula foge covardemente das ruas no 1º de Maio para evitar novo vexame público
Lula (PT) não compareceu às manifestações do Dia do Trabalhador nesta sexta-feira (1º de maio). O petista repete a ausência registrada em 2025, quando também não apareceu nos atos públicos para evitar vexame. Lula optou por gravar um pronunciamento em cadeia nacional de rádio e TV, exibido na véspera, quinta-feira (30 de abril). Os escândalos que acontecem e afetam o governo estão fazendo com que o petista fuja das ruas. Em 2025, Lula desistiu de participar dos atos do 1º de Maio para evitar desgaste depois da revelação de fraudes no INSS. Quando foi, em 2024, num ato das centrais sindicais, se deparou com um público de pouco mais de 1.500 pessoas no estacionamento da Neo Química Arena, em São Paulo. No palanque, Lula cobrou o então ministro da Secretaria Geral da Presidência, Márcio Macêdo – responsável pela articulação com movimentos sociais –, classificando o ato como “mal convocado” e dizendo que o governo “não fez o esforço necessário” para mobilizar o público.
Laudo independente contesta versão oficial e aponta possibilidade de homicídio em morte de PC Siqueira
Novos desdobramentos trouxeram à tona questionamentos relevantes sobre a morte do influenciador PC Siqueira, ocorrida em 27 de dezembro de 2023, em seu apartamento na Zona Sul de São Paulo. Um laudo pericial independente, encomendado pela família e concluído em março de 2026, aponta a possibilidade de homicídio por estrangulamento, contrariando conclusões oficiais anteriores. De acordo com o documento, que possui 48 páginas, o óbito teria sido causado por um fio de fones de ouvido, e não por uma cinta de catraca, como indicavam os primeiros laudos. O perito responsável, Francisco La Regina, argumenta que as marcas identificadas no pescoço da vítima não são compatíveis com a largura do objeto inicialmente apontado. O material mencionado pela perícia particular foi posteriormente entregue às autoridades e encaminhado ao 11º Distrito Policial para análise técnica. Diante das divergências entre os laudos, o Ministério Público determinou que a Polícia Civil realize novos exames para verificar se o objeto apresentado corresponde às lesões registradas. Como não é mais possível realizar a exumação do corpo, os peritos oficiais utilizarão fotografias captadas na época da morte para conduzir a comparação. A expectativa é que o novo laudo contribua para esclarecer se houve compatibilidade entre os ferimentos e o suposto instrumento utilizado. A Justiça decidiu impedir o arquivamento do caso, determinando a continuidade das investigações. Entre as hipóteses consideradas estão homicídio e eventual instigação ao suicídio. A Promotoria destacou a existência de inconsistências nos laudos iniciais, além de contradições em depoimentos colhidos ao longo do inquérito. Testemunhos também fazem parte da análise. A ex-namorada do influenciador, Maria Luiza Watanabe, declarou que ele teria tirado a própria vida diante dela após o término do relacionamento. Já uma vizinha afirmou ter ouvido pedidos de socorro e relatou que cortou uma cinta para tentar ajudar a vítima. Ambas foram submetidas recentemente a uma acareação para esclarecer divergências, especialmente quanto ao horário dos fatos. Em janeiro de 2026, foi realizada uma reconstituição no edifício onde PC Siqueira residia, conduzida pela Polícia Técnico-Científica. Informações prestadas por pessoas próximas indicam que o relacionamento do casal era marcado por conflitos frequentes, incluindo discussões e episódios de ciúmes. Enquanto os novos exames laboratoriais e periciais não são concluídos, o inquérito permanece aberto, com múltiplas linhas de investigação em andamento. A defesa de Maria Luiza Watanabe, representada pela advogada Clarissa Azevedo, também se manifestou sobre o caso. Em nota, ela ressaltou que laudos produzidos por iniciativa privada não possuem o mesmo grau de imparcialidade que aqueles realizados por órgãos oficiais. A advogada afirmou ainda: “A posição da defesa é clara no sentido de que não há elementos técnicos ou probatórios que sustentem a atribuição de responsabilidade à sra. Maria Luiza pelos fatos investigados. Nesse sentido, importa destacar que, até o momento, não há qualquer acusação formal ou imputação concreta contra a sra. Maria Luiza no âmbito de uma investigação que, inclusive, conta com laudos oficiais apontando morte por enforcamento.”