O governo Lula sofreu duas derrotas contundentes esta semana. A primeira ocorreu no Senado Federal, que rejeitou a indicação de Jorge Messias para o cargo de ministro do STF. A segunda, no Congresso Nacional, com a derrubada do veto presidencial ao projeto de lei da dosimetria das penas para os condenados pelos atos de 8 de janeiro. A rejeição de Messias representa um marco histórico: desde 1984, é a primeira vez que os senadores rejeitam uma indicação da Presidência da República ao Supremo Tribunal Federal. A escolha de Messias — assim como as dos ministros Toffoli, Flávio Dino e Cristiano Zanin — entra em contradição direta com as promessas feitas por Lula durante a campanha eleitoral. No debate da TV Band, o então candidato afirmou: “Não é prudente, não é democrático o presidente da República querer ter os ministros da Suprema Corte como amigos”. O indicado é próximo de Lula, assim como Toffoli (que foi advogado do PT), Dino (que, quando governador do Maranhão, postou uma foto ao lado do petista em seu antigo Twitter com a legenda: “Vem de 1989 o TBT de hoje. Eu tinha 21 anos e fazia a primeira campanha Lula presidente”) e Cristiano Zanin (que foi seu advogado). A busca por indicar aliados para o mais alto cargo do Poder Judiciário parece ser uma prática recorrente do Partido dos Trabalhadores. A ex-presidente Dilma Rousseff indicou o ministro Fachin que, além de jurista, era entusiasta do projeto de poder do PT, tendo inclusive participado de campanhas eleitorais para Dilma, conforme vídeos que circularam na internet. A proximidade de Messias com Dilma e Lula não é novidade. O áudio do telefonema de Dilma a Lula no auge da Operação Lava Jato revela essa conexão. Na ocasião, diante do receio de uma eventual prisão do ex-presidente, Dilma afirmou: “Seguinte, eu tô mandando o ‘Bessias’ junto com o papel, pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?”. A conversa revelava uma estratégia para que, caso a prisão preventiva de Lula fosse decretada pelo juiz Sergio Moro, o termo de posse fosse apresentado, conferindo-lhe foro privilegiado e transferindo a competência do caso para o STF. Na época, Messias era subchefe para Assuntos Jurídicos da Presidência. Messias, embora servidor público, construiu sua carreira com o apoio do PT, o que contraria o discurso de campanha de Lula. Em um país com tantos advogados, membros do Ministério Público e magistrados de carreira, a indicação para um cargo de tamanha relevância recai sempre sobre um apadrinhado do presidente — especialmente no atual cenário de erosão da credibilidade do STF perante a população. A rejeição de Messias demonstra uma derrota evidente do governo e envia uma mensagem aos ministros da Corte: se a oposição conseguiu votos para rejeitar uma indicação, poderá também ter números para julgar um eventual processo de impeachment, caso o presidente do Senado decida pautá-lo. A segunda derrota do governo foi a votação nas duas casas do Congresso — Senado e Câmara dos Deputados — que votaram separadamente, mas em sessão conjunta, derrubando o veto do presidente Lula ao projeto de lei da dosimetria das penas dos condenados pelos ataques de 8 de janeiro. Essa decisão revela que a base governista está se desintegrando com a proximidade das eleições e aponta para o fortalecimento da oposição. Para além das disputas de força política, a derrubada do veto faz uma “justiça parcial” ao controverso processo dos condenados de janeiro. Para uma justiça completa, o projeto deveria ser de anistia total, pelos seguintes motivos: As câmeras do Ministério da Justiça: Das 185 câmeras do Palácio da Justiça, o então ministro Flávio Dino apresentou apenas quatro. Informou-se que as imagens das 181 restantes foram perdidas por falhas de armazenamento (conforme noticiado pelo jornal O Estado de S. Paulo). É difícil crer que, em um evento desta magnitude, o Ministério não tenha providenciado a cópia imediata de todo o circuito. A natureza do “golpe”: Falar em tentativa de golpe de Estado sem comando centralizado, sem armamento e com pessoas militarmente despreparadas soaria como piada, não fossem as severas consequências de privação de liberdade para pessoas que, em sua maioria, sequer possuíam antecedentes criminais. Muitos dos condenados são idosos, pais e mães de família. Questionamento de competência: A competência altamente questionada do STF para julgar cidadãos sem prerrogativa de foro, inclusive o ex-presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, fundamentada em uma mudança, ao que parece, casuística do Regimento Interno da Casa. Vale lembrar que Lula e os demais envolvidos no escândalo da Lava Jato foram processados e julgados em primeira instância. As duas derrotas deixam claro que o governo Lula está perdendo sua base no Congresso e que os parlamentares — seja por estratégia política ou de olho nas urnas — resolveram finalmente se alinhar aos anseios de seus representados.
Militância petista faz caça a traidores após derrota de Messias e mira ministro de Lula
Petistas estão furiosos com a derrota de Jorge Messias no Senado Federal. O que mais incomoda é a sensação de que houve traição dentro do próprio governo. Nesse sentido, pelo menos um ministro está tendo seus passos cuidadosamente examinados pela militância raivosa. É o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, que segundo consta não moveu um dedo, nem fez qualquer aceno para ajudar Messias. Curiosamente, ele é ligadíssimo ao senador Jaques Wagner, de quem teria partido sua indicação para o cargo. Segundo se comenta, o próprio Jorge Messias estaria seriamente desconfiado de que foi traído dentro do próprio PT e de que o traidor é o líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner. Em conversas com aliados que acabaram vazando, Messias chamou Wagner de “traíra” e disse que o senador deveria pedir demissão da liderança do governo.
Influenciadora é assaltada à mão armada em São Paulo e desabafa: “Sentimento de impotência”
A influenciadora digital Nathalia Valente, de 22 anos, foi vítima de assalto à mão armada ao lado do marido, Yuri Meirelles, nesta quinta-feira (30), em São Paulo. O crime ocorreu quando o casal e um filmmaker que os acompanhava guardavam equipamentos de trabalho no veículo. Dois criminosos armados abordaram o grupo e levaram as alianças de casamento de Nathalia e Yuri, um relógio que o empresário havia comprado recentemente e os materiais profissionais do filmmaker. A ex-participante do reality show A Fazenda relatou o episódio nas redes sociais ainda visivelmente abalada. “Acabamos de ser assaltados, eu ainda tô tremendo. Roubaram minhas duas alianças, roubaram o relógio do Yuri que ele tinha acabado de comprar”, declarou a influenciadora. Nathalia detalhou a violência da ação criminosa: “Vieram dois caras armados, botaram a arma na cabeça do Yuri, renderam a gente, não tinha o que fazer. Levaram as nossas coisas”, afirmou. Mãe de Thales, de sete meses, Nathalia revelou que pensou no filho durante o assalto. “Dois caras armados, não tinha nem o que fazer… Só pensei no meu filho no momento, fiquei quieta para não acontecer nada de pior”, disse. A influenciadora manifestou indignação com a situação em publicação nas redes sociais. “Muito triste, ficamos o dia todo trabalhando, longe de casa, do nosso filho, para vir duas pessoas apontar arma na nossa cara para roubar nossas coisas… Levaram tudo do meu marido, foi horrível”, declarou. O casal havia passado o dia trabalhando em compromissos relacionados à marca de Yuri. “A gente ficou o dia inteiro trabalhando na marca dele… isso é mó esculacho. A gente tava trabalhando o dia inteiro, deixando o nosso filho em casa. Graças a Deus eu não levei ele hoje”, afirmou a influenciadora. Nathalia descreveu o sentimento de impotência durante a ação criminosa. “O sentimento de você ser assaltada, à mão armada, arma na sua cabeça, e você não poder fazer nada… porque senão você pode perder a sua vida. Você fica com um sentimento de impotência tão grande”, disse. A influenciadora destacou o alívio de ter retornado em segurança para casa. “Nada vale mais do que chegar em casa bem. Chegar em casa e saber que tá tudo certo, tô com a nossa família, nosso filho aqui”, declarou. Yuri Meirelles também se manifestou sobre o episódio e criticou a falta de segurança pública. “Tudo é muito suado, muito difícil de conquistar… e a gente perde assim. Porque não tem segurança”, afirmou o empresário.
“Quem tinha que estar aqui não era eu, mas Deus me deu essa missão”, afirma Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro fez duras críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), afirmando que a atual gestão prejudica o agronegócio e atua contra adversários políticos. “O agronegócio é tratado como lixo pelo atual governo. Tratado como vilão, sendo que na verdade é a solução do país. O governo federal está preocupado em pisar e asfixiar o agro. E mais uma vez, perseguir opositores políticos”, declarou. O senador também mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro, destacando uma missão pessoal em sua pré-candidatura à Presidência da República. “Todo mundo sabe que quem tinha que estar aqui não era eu, mas sim o ex-presidente Jair Bolsonaro. Mas Deus me deu essa missão”, afirmou Flávio. Além das críticas ao governo petista, Flávio Bolsonaro reforçou compromissos com o setor agropecuário, indicando que, caso eleito, pretende adotar medidas favoráveis à área. “Quero me comprometer com todas as pautas do evento. A partir de 2027, o agro será ainda mais valorizado. Não terá um governo perseguindo o setor, mas que dará a mão”, declarou. Veja: Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Veja: Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Surge a leitura labial da conversa entre Jaques Wagner e Flávio Bolsonaro. Veja o vídeo!
Os senadores Jaques Wagner e Flávio Bolsonaro foram flagrados em uma conversa amistosa no plenário do Senado, em meio a um momento de tensão política gerado pela fracassada indicação do petista Lula ao Supremo Tribunal Federal. O episódio viralizou rapidamente nas redes sociais. Agora, a leitura labial completa da conversa entre os dois senadores foi divulgada na internet. O especialista em leitura labial, Velloso, explicou que a análise é técnica e interpretativa, baseada nas imagens disponíveis. “Há margem de erro. Trechos sem boca visível ou sem leitura segura podem ser omitidos”, afirmou o especialista. Assista ao vídeo: Recentemente, surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique de fora! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta acessar o link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Aviões da Azul e Gol quase colidem em Congonhas: separação de apenas 22 metros! Veja o vídeo!
Um incidente grave envolvendo duas aeronaves comerciais ocorreu na manhã desta quinta-feira (30) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Um avião da Azul e outro da Gol ficaram separados por apenas 22 metros na vertical, distância considerada perigosamente abaixo dos limites de segurança estabelecidos na aviação civil. A ocorrência foi classificada tecnicamente como “perda de separação” e aconteceu durante operações simultâneas de pouso e decolagem. Enquanto um Boeing 737-800 da Gol, procedente de Salvador, iniciava seu procedimento de descida, uma aeronave da Azul recebeu autorização para ingressar na pista e decolar com destino a Confins, em Minas Gerais. O problema surgiu devido a um atraso na resposta da tripulação do voo que partiria. Diante do risco de aproximação excessiva entre as aeronaves, o controlador de tráfego aéreo interveio rapidamente, ordenando a interrupção da decolagem e instruindo o piloto da Gol a realizar uma arremetida — manobra padrão em que o pouso é abortado para garantir a segurança. Como a orientação inicial não foi confirmada de imediato, o controlador reforçou as instruções e solicitou que o avião em aproximação realizasse uma curva acentuada à direita, aumentando a distância entre as trajetórias. O caso será investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), que deverá apurar as causas da falha inicial de comunicação e propor eventuais melhorias nos protocolos operacionais. Em nota, a Gol informou que o voo G3 1629 realizou o pouso dentro do horário previsto e com total segurança, destacando que está colaborando com as investigações. Já a Azul afirmou que o voo AD6408 seguiu os procedimentos operacionais padrão e reforçou que a segurança é prioridade em suas operações. A Aena, responsável pela administração do aeroporto, esclareceu que o controle do tráfego aéreo é atribuição do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB), que conduz a apuração do caso por meio do CENIPA. Assista: