A jornalista Andrea Sadi, da Rede Globo, informou que o advogado-geral da União, Jorge Messias, teria acionado o chamado ‘modo guerra’ contra o ministro Alexandre de Moraes e o senador Davi Alcolumbre, contando com o respaldo do presidente Lula. A derrota de Messias na disputa pela vaga no Supremo Tribunal Federal pode se transformar em um péssimo negócio para Moraes e Alcolumbre. O AGU está indignado com o que classifica como um ‘golpe’. Segundo Messias, além de Alcolumbre e Moraes, o ministro Flávio Dino também teria agido contra ele nos bastidores. Nos bastidores do governo, integrantes da gestão petista têm repetido uma mesma linha de conduta: “Agora é guerra”. Messias tem afirmado a aliados próximos que não vai recuar e que pretende reagir com o apoio direto de Lula. Assim, caso se confirme a ida de Messias para o Ministério da Justiça, ele deverá assumir o comando da Polícia Federal, que é subordinada à pasta. Com isso, a primeira atitude de Messias, se confirmada sua transferência para o Ministério da Justiça, deve ser a imediata troca no comando da PF, com a nomeação de alguém de sua estrita confiança, encarregado de tarefas pré-determinadas contra aqueles que considera seus algozes. A conferir.
Homem suspeito de participar de estupro coletivo de crianças de 7 e 10 anos em SP é preso na Bahia
A Polícia prendeu um homem de 21 anos suspeito de participar de um estupro coletivo contra duas crianças no município de São Miguel do Oeste, em São Paulo. A prisão ocorreu neste sábado (2) na Bahia. Três adolescentes também foram apreendidos pelo envolvimento no caso gravíssimo. As vítimas têm sete e dez anos de idade. A violência sexual aconteceu em 21 de abril no bairro União de Vila Nova. As autoridades tomaram conhecimento do crime três dias após sua ocorrência. Os abusadores filmaram o estupro. As gravações começaram a circular entre moradores do município paulista. A divulgação dos vídeos gerou forte reação na comunidade. Moradores de São Miguel do Oeste realizaram uma manifestação em resposta ao caso nesta sexta-feira (1º). O prefeito Divaldo Barbosa utilizou as redes sociais para se pronunciar sobre o episódio. Ele confirmou a gravidade da situação e revelou detalhes sobre as circunstâncias que retardaram a denúncia do crime. “No bairro União de Vila Nova, aconteceu um caso gravíssimo de abuso sexual coletivo contra dois menores. Uma criança de sete anos e a outra de dez”, afirmou Barbosa. O prefeito também explicou o motivo pelo qual a família das vítimas demorou a procurar ajuda: “A família por receio não teve coragem de denunciar o caso”. Os três adolescentes apreendidos são moradores de Jundiaí e da capital paulista. A Polícia trabalha para localizar o quarto suspeito, também menor de idade. Ele permanece foragido. “As investigações prosseguem para o completo esclarecimento dos fatos e para a apreensão do quarto adolescente envolvido”, informou a Polícia em nota oficial divulgada neste sábado.
Randolfe Rodrigues acumula derrotas e caminha para fracasso eleitoral no Amapá
Após sofrer duas derrotas consecutivas em Brasília como líder do governo no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PT) se prepara para enfrentar uma terceira derrota, desta vez nas urnas. O petista tenta a reeleição para o Senado Federal pelo Amapá nas eleições de outubro, mas até mesmo aliados admitem que suas chances são mínimas. Desde o ano passado, as pesquisas de opinião pública colocam Randolfe fora das duas vagas para o Senado que estarão em disputa no estado. A situação do líder governista é considerada crítica. Pesquisa recente do Instituto AtlasIntel confirma o cenário desfavorável para o petista. Nos dois cenários apresentados pelo levantamento, Randolfe aparece em terceiro lugar, distante dos dois primeiros colocados, Rayssa Furlan (Podemos) e Lucas Barreto (PSD). Confira os números do primeiro cenário: Rayssa Furlan (Podemos): 33,7% Lucas Barreto (PSD): 26,4% Randolfe Rodrigues (PT): 16,3% Waldez Góes (PDT): 8,1% Acácio Favacho (MDB): 5,9% Branco/Nulo: 7% Não sabe: 2,6% No segundo cenário, a situação é igualmente desfavorável: Rayssa Furlan (Podemos): 34,4% Lucas Barreto (PSD): 28,2% Randolfe Rodrigues (PT): 16,8% Waldez Góes (PDT): 9,2% Branco/Nulo: 9,3% Não sabe: 2,4% A pesquisa AtlasIntel ouviu 1.029 eleitores entre os dias 23 e 28 de março de 2026. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais. O registro no Tribunal Superior Eleitoral foi realizado sob o número AP-06595/2026.
Acusado de matar enteado de 8 anos é baleado, socorrido e executado dentro da ambulância
Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, foi morto a tiros neste sábado (2) em Praia Grande, no litoral sul de São Paulo. O homem era acusado de ter assassinado o enteado de oito anos na sexta-feira (1º/5). A execução aconteceu dentro de uma ambulância que transportava Luan. Equipes da Polícia Militar (PM) foram acionadas para atender a ocorrência de um homem baleado no bairro Ribeirópolis. Um indivíduo interceptou a ambulância durante o transporte da vítima e efetuou novos disparos. A criança de oito anos deu entrada na UPA do Jardim Casqueiro em parada cardiorrespiratória na sexta-feira. Os médicos da unidade confirmaram a morte logo na sequência. Os profissionais de saúde identificaram diversas lesões no corpo da vítima. Os médicos apontaram lesões de unha na região do pescoço e lábio superior. Foram constatados hematomas e equimoses no abdômen, tórax, dorso, membros inferiores e nádegas. As marcas foram classificadas como “compatíveis com maus tratos”. A mãe da criança apresentou inicialmente uma versão dos fatos à polícia. Ela afirmou que estava em casa com o filho e com Luan quando o companheiro mandou a criança tomar banho. A mulher relatou ter cochilado por 10 minutos. Ela acordou com a criança inconsciente caída no banheiro. O companheiro estava fora de casa. A mãe mudou de versão posteriormente. Ela contou que estava fazendo os cílios em um salão de beleza quando Luan chegou ao estabelecimento desesperado. O homem teria dito que a criança estava passando mal. Ele afirmou que o menino deveria ser levado ao hospital. Luan levou mãe e filho à unidade de saúde. Ele deixou o local logo na sequência. O homem alegou que iria buscar os documentos da criança. Luan entregou os papéis para a tia da vítima. Ele não retornou mais ao hospital. Câmeras do circuito de segurança do condomínio onde a família morava registraram o momento em que Luan deixa o apartamento. As imagens mostram o homem carregando a criança desacordada nos ombros. As gravações e o depoimento da dona do salão de beleza corroboram a segunda versão apresentada pela mãe da criança. A mulher afirmou que o filho estava bem quando ela saiu de casa para ir ao salão de beleza. Luan não respondeu mais às suas mensagens após deixá-la no hospital com o filho. O caso foi registrado como homicídio contra menor de 14 anos pela Delegacia de Polícia de Cubatão.
General do Exército hostiliza deputado conservador no Congresso e é confrontado: “Seu comandante é frouxo!”
Um episódio gravíssimo ocorreu esta semana no Congresso Nacional, envolvendo o general Emílio Vanderlei Ribeiro, chefe da Assessoria Parlamentar do Exército, e o deputado federal Marcel van Hattem. O general Ribeiro foi até o Congresso e hostilizou o parlamentar conservador, em um comportamento que levanta sérias questões sobre a postura das Forças Armadas brasileiras. A reação do deputado Marcel van Hattem foi contundente e expôs o tamanho da situação que envolve o atual comando do Exército. “Seu comandante é frouxo! Se o senhor defende um frouxo, é frouxo também!”, disse o parlamentar ao assessor militar. Van Hattem ainda afirmou que o Exército está “batendo continência pra ladrão” e que o comandante segue ordens do ministro Alexandre de Moraes. O episódio ganha contornos ainda mais graves quando se relembra o tratamento dado aos manifestantes pacíficos que estavam em frente ao Quartel General do Exército em Brasília. Segundo depoimento do próprio general Dutra à CPI, os manifestantes “estavam pensando que estávamos isolando para protegê-los, e foram dormir” — para acordarem cercados por 40 ônibus que os levariam à triagem na Academia da Polícia Federal. O local funcionou como centro de detenção, onde foram mantidos até mesmo idosos e menores de idade, em condições comparáveis às piores ditaduras da história. A situação se torna ainda mais delicada quando se considera que o pastor Silas Malafaia está sendo processado no Supremo Tribunal Federal por injúria, após ter chamado comandantes das Forças Armadas de “cambada de frouxos, covardes e omissos”. Malafaia não possui foro privilegiado para ser julgado no STF — o caso chegou à corte porque foi acoplado ao Inquérito das Fake News, conduzido pelo ministro Alexandre de Moraes. A acusação de calúnia foi rejeitada justamente porque Malafaia não apontou uma pessoa específica. Apenas por uma interpretação elástica ele se tornou réu por injúria. Os episódios revelam mais capítulos da consolidação de um regime de censura e perseguição política no país, que aparentemente conta com a colaboração das Forças Armadas. Leandro Ruschel
Aliado abandona Lula e faz revelação explosiva: ‘Está governando só para quem o visitava na cadeia’
O presidente Lula enfrenta um isolamento político crescente. Diariamente, aliados anunciam sua saída do governo, e as declarações públicas desses ex-parceiros revelam bastidores preocupantes da atual gestão. Paulinho da Força, líder sindical e presidente do partido Solidariedade, fez uma revelação inédita ao comentar os motivos que levaram o Senado Federal a rejeitar Jorge Messias. Suas palavras expõem o que seria a verdadeira linha de comando do Palácio do Planalto. “O Lula está governando só pra quem o visitava na cadeia. Não é nem para o PT”, declarou Paulinho da Força. O líder sindical completou sua crítica revelando sua decepção com o governo petista: “Eu imaginei quando apoiei o Lula que ele fosse fazer um governo para o Brasil, e não apenas para aqueles que o visitaram na cadeia.” A declaração expõe o descontentamento de uma base aliada que esperava um governo mais amplo e menos restrito a um círculo fechado de lealdades pessoais construídas durante o período de prisão do presidente. Veja o vídeo:
Lula sofre duplo revés: após rejeição de Messias no STF, perde palanque estratégico em Minas Gerais
Após a rejeição de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF), um novo e contundente revés se aproxima para Lula nos próximos dias. Este golpe será particularmente devastador para suas pretensões de reeleição. O senador Rodrigo Pacheco pretende desistir de sua pré-candidatura ao governo de Minas Gerais. Com essa desistência, Lula ficará sem palanque em um dos estados mais estratégicos do país. Vale lembrar a máxima política que afirma: “quem ganha em Minas, ganha no Brasil”. Enquanto isso, Flávio Bolsonaro está extremamente fortalecido no estado mineiro. A expectativa é que ele cresça significativamente com o início da campanha eleitoral e possa abrir justamente em Minas Gerais uma vantagem expressiva sobre os adversários. A perda do palanque mineiro representa um duro golpe na estratégia eleitoral petista para 2026, especialmente após o fracasso na indicação para o STF.
STF é surpreendido com autoria do 1º pedido de revisão de pena: constrangedor
No dia seguinte à derrubada do veto do PL da Dosimetria, a defesa da cabeleireira Débora Rodrigues ingressou com uma petição no Supremo Tribunal Federal (STF) requerendo que sua pena seja imediatamente recalculada, permitindo que ela progrida para o regime semiaberto. Conhecida como Débora do Batom, a cabeleireira ficou conhecida por pichar a estátua da Justiça, em frente à sede do STF, com um batom durante os atos de 8 de janeiro de 2023. Em abril passado, ela foi condenada a 14 anos de prisão e atualmente cumpre a pena em regime domiciliar. A pena de Débora é totalmente absurda, incoerente e injusta. Colocar novamente sob análise dos ministros do STF o seu caso é algo extremamente constrangedor para o tribunal. Na mesma petição, os advogados ainda responderam a um questionamento do relator do caso, Alexandre de Moraes, que pediu esclarecimentos sobre falhas no GPS da tornozeleira eletrônica de Débora. Os defensores disseram que ela jamais descumpriu as regras do regime e que isso deve ter acontecido por falhas técnicas no sistema. Veja a capa
Análise revela racha no regime STF-petista após derrota de Bessias
Uma análise do médico Pedro Possas aponta para possíveis rachaduras no que ele chama de “regime stf-petista”, expostas durante o processo de votação do caso Bessias para o Supremo Tribunal Federal. Segundo Possas, há indícios de um alinhamento entre o senador Davi Alcolumbre e o ministro Alexandre de Moraes. Essa conclusão se baseia em informações sobre um jantar promovido por Moraes em sua residência, com a presença de Alcolumbre às vésperas da votação decisiva. O Centrão, liderado por Alcolumbre, tinha preferência pela indicação de Rodrigo Pacheco ao STF. Possas sugere que Moraes também poderia compartilhar dessa preferência. Na avaliação do analista, Moraes não é petista e, dado seu perfil desconfiado, pode suspeitar de envolvimento de Lula nas investigações que enfrenta atualmente. A presença de Bessias no STF, ao lado de ministros como Flávio Dino, Dias Toffoli e Edson Fachin – este último responsável pela soltura de Lula – poderia representar uma ameaça à autoridade de Moraes na corte, caso seguissem orientações lulistas. A dupla Alcolumbre-Moraes demonstrou força política na votação. Lula, mesmo dispondo de 12 bilhões de reais, apoio de militância, sindicatos e pastores evangélicos aliados, não conseguiu fazer prevalecer sua indicação. Pelos cálculos apresentados, a oposição não teria mais que 25 a 30 votos. Os votos adicionais – entre 12 e 17 – teriam vindo da bancada centrista alinhada a Alcolumbre. Para Possas, Lula não governa mais efetivamente, tornando-se um “defunto insepulto”. Porém, alerta que se trata de um “defunto-zumbi que ainda exala mau cheiro e perigo”. O analista adverte que esse grupo político não aceita derrotas pacificamente, levantando a possibilidade de que mortes suspeitas e distúrbios sociais possam ocorrer. A análise se encerra com um chamado: “Com fé e coragem, sigamos na luta.” Pedro Possas, Médico.
Soraya tenta se aproximar da esquerda e aposta em acusações sem provas para não sumir do noticiário
A senadora Soraya Thronicke foi afastada pelo bolsonarismo quando aceitou ser candidata à Presidência em 2022. Ela não compreendeu que o partido a utilizou como estratégia política, já que nenhum outro parlamentar aceitaria arriscar seu capital político naquela disputa entre Lula e Bolsonaro. Ela aceitou, e seu partido garantiu posição no governo do PT, caso fosse eleito. A estratégia rendeu três ministérios ao partido: Turismo, Comunicação e Integração e Desenvolvimento Regional. Soraya não recebeu nenhum. As pesquisas eleitorais sempre geram movimentações nos bastidores. Com Flávio Bolsonaro liderando em bons números atualmente, vários acordos ficam mais interessantes para o Centrão. Ninguém quer fazer acordo com quem está perdendo nas pesquisas, e o partido de Soraya na época preferiu se alinhar com o PT, mesmo que isso custasse a reputação da candidata. Não está claro se ela entendeu a articulação, mas aceitou. Agora, sem a base bolsonarista que a elegeu, ela está tentando conquistar votos da centro-esquerda. Para isso, repete mantras e cria narrativas para tentar se validar à esquerda, mas sem qualquer representatividade com aquele espectro político. A esquerda jamais votaria em Soraya e a direita já a descartou. Diante disso, ela tenta criar polêmica para não desaparecer do noticiário, como mostram os últimos acontecimentos: Na CPI do INSS, gastou seu tempo elogiando o corte de um terno caro do depoente. Na fase final da CPI do INSS, acusou sem provas, juntamente com Lindbergh Farias, o relator Alfredo Gaspar de estuprar uma vulnerável. Ambos estão sendo processados, e ela afirmou em entrevista que quem deve apresentar provas é o acusado e que, se for comprovada sua inocência, ela pedirá desculpas. Na sabatina do Senado ao indicado de Lula ao STF, pediu para que ele não esquecesse dos amigos quando vestisse a toga, escancarando a parcialidade do cargo. Recentemente, em entrevista, criou a teoria do “Golpe Parlamentar”, onde afirma que Bolsonaro a chamou na sala da Presidência da República e explicou seu plano de nomear 17 ministros do STF para “comandar esse país para sempre”. Conversa fiada típica de quem precisa aparecer a qualquer custo.