Segundo informações divulgadas pela jornalista Malu Gaspar, o ministro Gilmar Mendes estaria exercendo forte pressão junto à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que peça a inclusão do ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, no controverso Inquérito das Fake News. Diante da notória ilegalidade do ato, a ofensiva do decano do Supremo Tribunal Federal está enfrentando resistência na cúpula da Procuradoria-Geral da República. O procurador-geral Paulo Gonet vem sendo aconselhado a não fazer nada e deixar o assunto morrer. O clima nos bastidores da PGR é de apreensão com o pedido de Gilmar Mendes, já que a maioria dos subprocuradores-gerais da República avalia que o Supremo já deveria ter encerrado o inquérito das fake news. Porém, existe um problema nessa questão. Zema não vai deixar o assunto morrer e, dentro em breve, deve lançar mais um episódio da série “Os Intocáveis”, retratando justamente a relutância de Gonet em pedir a sua inclusão no interminável inquérito.
Brasileiro que assassinou esposa no Brasil é preso nos EUA e pode ter feito nova vítima
O brasileiro Job da Luz Freitas Junior foi preso durante uma operação conjunta entre a polícia de Sandy Springs e o Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos Estados Unidos (ICE). O criminoso vivia na região da Geórgia e passou a ser monitorado de perto por investigadores locais após um alerta emitido pelas autoridades migratórias. Contra o brasileiro, havia uma ordem de prisão expedida pela Vara Criminal de Piraquara, no Paraná, referente ao homicídio de sua companheira ocorrido em território brasileiro. A abordagem e identificação do foragido contaram com o suporte tático da polícia local, que o entregou à custódia federal logo após a prisão. Além das acusações que motivaram sua fuga do Brasil, o comportamento de Job nos Estados Unidos também atraiu a atenção da polícia americana. De acordo com informações das autoridades da Geórgia, existem indícios de que o brasileiro continuou a praticar atos de agressão enquanto estava foragido. “O ICE recebeu informações indicando possível envolvimento em abuso físico contínuo contra outra vítima”, informou a polícia local em nota oficial, sugerindo que o suspeito teria feito uma nova vítima de violência doméstica durante sua estadia no estado da Geórgia. Atualmente, o investigado permanece sob custódia do ICE, órgão responsável por processar casos de estrangeiros com irregularidades migratórias e antecedentes criminais. Agora, o processo segue para a fase de trâmites burocráticos necessários para a sua extradição ou deportação. Assim que retornar ao Brasil, Job da Luz Freitas Junior deverá ser encaminhado ao sistema prisional paranaense, onde aguardará o julgamento pelo assassinato da esposa, crime pelo qual teve a prisão preventiva decretada há quase dois anos.
Ivan Valente finalmente encerra carreira parlamentar e deixa definitivamente a Câmara dos Deputados
O deputado do PSOL Ivan Valente não retornará mais à Câmara dos Deputados. Ele deixou definitivamente o mandato e anunciou que não será mais candidato. Com o retorno da titular da cadeira, Marina Silva, o parlamentar que ocupava o mandato na condição de suplente teve que deixar a vaga. Valente já comunicou que não disputará mais eleições. Sua carreira parlamentar está oficialmente encerrada.
Flávio Bolsonaro domina as redes com estratégia de ‘farmar aura’ e consolida liderança conservadora
Nas novas gerações, quem fala mais alto já perdeu. O jogo agora pertence a quem consegue transmitir presença, confiança inabalável e conexão visceral com o povo. Isso se chama farmar aura. E quem entende essa regra está dominando o Brasil nas redes sociais. Farmar aura significa construir influência real, gerar identificação profunda e controlar a narrativa sem precisar gritar ou mendigar engajamento. É acumular respeito, autoridade e poder social enquanto os outros correm atrás de likes. A comunicação deixa de ser técnica e se transforma em arma de percepção, atitude e impacto político. Nas redes sociais, os resultados são expressivos: visibilidade explosiva, engajamento fiel, avanço nas percepções públicas e uma base que defende o líder mesmo quando ele fica em silêncio. Quem farma aura posta com autoridade natural, mantém postura de líder, domina o rumo do debate e sempre parece estar no controle da situação. O adversário reage. Ele dita. Flávio Bolsonaro está fazendo exatamente isso hoje. Com comunicação cirúrgica, presença constante mas estratégica, tom firme e capacidade de pautar o campo conservador sem cair em provocação barata, ele tem construído uma aura de estadista preparado, experiente e inevitável. Enquanto muitos ainda jogam o velho jogo de briga diária, ele constrói imagem de quem já está vários passos à frente. Isso não é sorte. É aura sendo cultivada com inteligência política de alto nível. Flávio transformou presença digital em capital político real. O conceito de farmar aura não nasceu do nada. Ele surge da observação de como as redes mudaram o jogo político mundial. Veio da análise de líderes que venceram contra narrativas dominantes da grande mídia: Trump com sua força de comunicação direta, Milei com sua energia disruptiva, e no Brasil, o fenômeno Bolsonaro pai, que transformou uma aura de homem comum em movimento de massas. Hoje, os herdeiros políticos que aprenderam a lição estão refinando essa técnica. Farmar aura é a evolução natural dessa guerra cultural travada nas timelines. O Brasil vive um momento em que a esquerda perdeu o monopólio da narrativa, mas ainda controla grandes veículos e algoritmos. Quem quer disputar poder de verdade não pode mais depender só de jornalismo amigo ou militância orgânica. Precisa construir sua própria aura, dia após dia, post após post, para que o povo sinta que aquele líder é forte, autêntico e destinado. Flávio Bolsonaro entendeu isso. Enquanto outros reagem, ele planta sementes de liderança futura. Sua base cresce não só por concordar com ideias, mas por sentir que ele representa estabilidade, coragem e continuidade de um projeto vencedor. Farmar aura exige coragem. Exige abandonar o medo de ser cancelado e abraçar a autenticidade. Exige escolher posicionamentos claros, manter postura mesmo sob ataque e entender que silêncio estratégico às vezes fala mais alto que mil posts desesperados. Não é para fracos. É para quem quer realmente tomar o poder e reconstruir o país. No final, o recado é direto: pare de produzir conteúdo apenas por produzir. Comece a farmar aura. Porque o futuro do Brasil não será decidido apenas nas urnas. Será decidido também por quem conseguir dominar as redes com presença de líder. E Flávio Bolsonaro está dando o exemplo. Não é só conteúdo. É presença. É poder.
Vereador do PSOL entra em confronto com PM após ato contra escala 6×1 no show de Shakira
O vereador Rick Azevedo (PSOL) afirmou ter sido agredido física e verbalmente por policiais militares ao final do show da cantora colombiana Shakira, realizado em Copacabana. Segundo o parlamentar, seus assessores e amigos também foram hostilizados por PMs ao tentarem chegar até o carro em um local reservado para políticos e figuras públicas. O episódio ocorreu após um ato organizado pelo movimento VAT (Vida Além do Trabalho) durante o show da artista. A manifestação tinha como objetivo defender o fim da escala de trabalho 6×1. Azevedo é criador do movimento. De acordo com o vereador, os policiais militares impediram o grupo de acessar a área destinada a autoridades e personalidades públicas. O parlamentar do PSOL caracterizou as agressões como uma tentativa de “intimidação e silenciamento”. Azevedo afirmou ainda que os policiais envolvidos no caso são apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Ficou claro que era algo pessoal contra mim. Desde que me tornei conhecido, sofro ameaças, mas não deixo nada disso me abalar, porque sei da importância da minha luta. Querem calar a voz da classe trabalhadora a todo custo, porque sabem que estamos conquistando algo grandioso”, escreveu o vereador em seu perfil no X.