O Banco Central opera com dois diretores a menos em sua composição desde dezembro de 2025. O presidente Lula não indica os nomes por receio de que sejam rejeitados pelo Senado Federal. A derrota histórica na indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) agravou ainda mais a situação. As duas vagas vazias no BC são na diretoria de Organização do Sistema Financeiro e na diretoria de Política Econômica. Os antigos diretores foram indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. Duas diretorias importantíssimas que permanecem vagas em razão da incompetência e inabilidade do atual governo. O país está desgovernado.
Delação do ex-presidente do BRB avança: lista inclui ex-governador Ibaneis e ministro do TCU
A proposta de delação premiada do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, corre contra o tempo. Segundo informações do jornalista Lauro Jardim, foram elencadas 20 situações envolvendo esquemas fraudulentos, com a citação das pessoas envolvidas em cada uma delas. O ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, é um dos nomes mencionados pelo delator nesta primeira fase do acordo. A relação de delatados também inclui um ministro. No entanto, não se trata de um ministro do Supremo Tribunal Federal. O citado por Paulo Henrique Costa é um ministro do Tribunal de Contas da União. O ex-presidente do BRB promete apresentar provas contra todos os envolvidos nos esquemas. A situação promete desdobramentos significativos nos próximos dias.
Mendonça destrói argumento da relatora Cármen Lúcia e defende veto de pais a temas de gênero nas escolas
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou nesta sexta-feira (1º) pela manutenção da validade de uma lei do Espírito Santo que permite a pais e responsáveis vetar a participação de estudantes em atividades pedagógicas sobre identidade de gênero e orientação sexual. A norma, Lei nº 12.479/2025, garante às famílias o direito de impedir que filhos participem de conteúdos relacionados ao tema em escolas públicas e privadas. Em voto no plenário virtual, Mendonça afirmou que a legislação não proíbe o ensino desses conteúdos. Segundo o ministro, a regra apenas assegura a participação da família na definição do momento em que crianças e adolescentes terão contato com temas que podem “conflitar com valores pessoais”. A divergência contrapõe o entendimento da relatora, ministra Cármen Lúcia, que votou pela inconstitucionalidade da lei. Para ela, o estado invadiu a competência privativa da União para legislar sobre diretrizes e bases da educação. Mendonça, por outro lado, afirma que a norma trata de proteção à infância e à juventude, e não de currículo educacional. Na avaliação do ministro, a lei amplia a participação dos responsáveis no processo educacional sem impedir o acesso ao conteúdo por outros alunos.
Lula perde a cabeça com “traidores” e dispara: “Filhos da p.”
A rejeição de Jorge Messias pelo Senado Federal ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) causou indignação não apenas no próprio indicado, mas também em Lula. O presidente estaria convencido de que a manobra não partiu somente de Davi Alcolumbre. Segundo Andreza Matais, do site Metrópoles, Lula extravasou sua irritação em conversa com ministros do Judiciário e disparou um palavrão contra os chamados “traidores”: “Filhos da p.”. No entanto, Lula teria sido aconselhado a não fazer uma nova indicação neste momento. A orientação é aguardar. Pelo visto, a escolha do novo ministro do STF ficará mesmo para o próximo presidente.
Lula perde a cabeça com “traidores”: “Filhos da p.”
Não é só Jorge Messias que está indignado com sua rejeição pelo Senado Federal ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). A mesma sensação é compartilhada por Lula, que estaria convencido de que a trama não partiu somente de Davi Alcolumbre. Segundo Andreza Matais, do site Metrópoles, Lula descarregou essa sua indignação em conversa com ministros do Judiciário e disparou um palavrão contra os tais “traidores”: “Filhos da p.”. Entretanto, Lula teria sido aconselhado a não fazer uma nova indicação agora. É melhor aguardar. Pelo visto, ficará mesmo para o próximo presidente a escolha. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
Apenas dois ministros do STF não manifestaram solidariedade a Messias após rejeição
Após o Senado rejeitar sua indicação ao Supremo Tribunal Federal na quarta-feira (29/4), o advogado-geral da União, Jorge Messias, já recebeu manifestações de solidariedade de ao menos oito dos atuais 10 ministros da Corte, segundo revelou o jornalista Igor Gadelha. As conversas ocorreram por mensagem de texto ou ligação telefônica e partiram por iniciativa dos próprios ministros, que procuraram Messias para prestar solidariedade após a derrota na votação do Senado. Dos 10 ministros atuais, apenas dois não conversaram com Messias. Justamente aqueles que são alvos de especulação como articuladores do revés sofrido pelo indicado do governo: Alexandre de Moraes e Flávio Dino. A ausência de manifestações dos dois ministros reforça as suspeitas sobre o papel que teriam desempenhado nos bastidores para inviabilizar a chegada de Messias ao STF.
Lula quebra mais um recorde nefasto: rombo fiscal é o maior da história
“Nem a maior pandemia em 100 anos somada a pior crise hídrica em 90 anos e a maior guerra europeia em 75 anos conseguiram causar tanto dano às contas públicas quanto o PT”, afirmou o ex-ministro Adolfo Sachsida. De fato, o setor público consolidado registrou deficit nominal de R$ 1,218 trilhão no acumulado de 12 meses até março de 2026. O Banco Central divulgou os dados na quinta-feira (30 de abril). Esse foi o maior saldo negativo acumulado desde o início da série histórica em 2002. O setor público consolidado reúne União, Estados, municípios e empresas estatais. O deficit nominal está acima de R$ 1 trilhão há sete meses consecutivos. O saldo negativo cresce pelo nono mês seguido. Dois fatores explicam a expansão do rombo fiscal. Os gastos com juros da dívida pública aumentaram. O saldo negativo entre receitas e despesas primárias também contribuiu para o resultado. Os gastos anualizados com juros da dívida atingiram R$ 1,080 trilhão em março de 2026. Em fevereiro, esse valor estava em R$ 1,037 trilhão. O montante de março representa o maior gasto anualizado com juros desde o início da série histórica.
General Emílio confronta deputado no Congresso e expõe grave desvio institucional — Veja o vídeo!
O episódio envolvendo o deputado Marcel van Hattem e o general Emílio Vanderlei Ribeiro representa um sintoma claro de desvio institucional que exige tratamento sério. Um oficial-general da ativa não pode, em hipótese alguma, abordar um parlamentar dentro do Congresso Nacional para confrontá-lo por uma fala política. Isso não é “defesa de honra”. Isso é quebra de hierarquia institucional. O Congresso é, por definição constitucional, espaço de livre manifestação política. A imunidade parlamentar existe justamente para garantir que críticas — inclusive duras, ácidas e desconfortáveis — possam ser feitas sem qualquer tipo de pressão externa, especialmente por agentes armados do Estado. Quando um general atravessa essa linha, o problema deixa de ser pessoal e passa a ser estrutural. O argumento implícito na fala “meu comandante não é frouxo” revela algo ainda mais preocupante: a tentativa de trazer uma lógica corporativa militar para dentro do ambiente político. E isso é incompatível com a democracia. Forças Armadas não têm “lado” no debate político. Não respondem a críticas públicas com confrontos diretos. Respondem com disciplina, silêncio institucional e, quando necessário, canais formais. A atitude relatada também expõe um risco clássico: o uso simbólico da farda como instrumento de pressão. Mesmo sem ameaça explícita, o peso institucional de um general não é neutro. A simples abordagem já carrega um componente intimidatório, especialmente quando direcionada a um parlamentar em exercício. Outro ponto que não pode ser ignorado: se esse tipo de comportamento se normaliza, o precedente é perigoso. Hoje é uma abordagem verbal. Amanhã pode ser algo mais grave. Democracias não se rompem de uma vez — elas se desgastam quando limites básicos deixam de ser respeitados. Isso não significa blindar políticos de críticas. Pelo contrário. Parlamentares devem ser confrontados — mas no campo político, por outros atores políticos, com argumentos, votos e opinião pública. Nunca por meio de pressão direta de agentes militares. Se confirmados os fatos, a consequência lógica é a abertura de procedimento disciplinar rigoroso. Não por revanchismo, mas para preservar um princípio essencial: militares não fazem política, e muito menos pressionam representantes eleitos dentro da casa do povo. O ponto central é simples e objetivo: quando um general tenta enquadrar um deputado por suas palavras, quem está sendo testada não é a honra de um comandante — é a solidez das instituições. E esse tipo de teste não pode ser ignorado. Veja o vídeo:
Presidente do Republicanos descarta apoio a Lula e condiciona apoio a Flávio Bolsonaro
As lideranças políticas estão se afastando de qualquer apoio a Lula. Em movimento oposto, o interesse em Flávio Bolsonaro cresce, e isso é declarado abertamente pelas principais figuras partidárias. O deputado Marcos Pereira, presidente do Republicanos, confirmou essa posição em entrevista recente à Revista Veja. Apesar de seu partido comandar uma pasta na Esplanada no atual governo Lula, com Silvio Costa Filho à frente do Ministério de Portos e Aeroportos, Marcos Pereira nega que a legenda tenha embarcado na nau do petista. O presidente do Republicanos descarta apoio ao atual presidente na eleição. Embora aponte grande chance de caminhar com Flávio Bolsonaro, Pereira deixou claro que um apoio vai depender do quanto o senador do PL, a quem faz críticas, abraçará as candidaturas do Republicanos nos estados. “Nosso caminho é a neutralidade ou o apoio a Flávio, que depende de alguns gestos”, afirmou o deputado. Com essa posição do Republicanos, cresce a possibilidade de Flávio Bolsonaro liquidar a fatura ainda no primeiro turno das eleições presidenciais.
Mais um presidente de importante partido descarta apoio a Lula e aguarda aceno de Flávio Bolsonaro
O movimento de distanciamento em relação ao governo Lula segue ganhando força entre lideranças partidárias. A situação inversa ocorre com Flávio Bolsonaro, que vê crescer o interesse de legendas em apoiá-lo, conforme declarações abertas de dirigentes políticos. O deputado Marcos Pereira, presidente nacional do Republicanos, é mais um a explicitar essa tendência. Em entrevista recente à Revista Veja, ele deixou clara a posição de sua legenda para as eleições presidenciais. Apesar de o Republicanos comandar uma pasta na Esplanada no atual governo, com Silvio Costa Filho à frente do Ministério de Portos e Aeroportos, Marcos Pereira negou que a legenda tenha embarcado na gestão petista. O presidente do partido descartou qualquer apoio a Lula na próxima eleição. Quanto ao senador Flávio Bolsonaro, do PL, Marcos Pereira apontou grande chance de o Republicanos caminhar junto com o filho do ex-presidente. No entanto, ressalvou que o apoio dependerá de contrapartidas. “Nosso caminho é a neutralidade ou o apoio a Flávio, que depende de alguns gestos”, afirmou o deputado. Segundo Marcos Pereira, a definição do apoio está condicionada ao quanto o senador do PL abraçará as candidaturas do Republicanos nos estados. Embora faça críticas a Flávio, o presidente do partido sinalizou abertura para uma aliança, desde que haja reciprocidade nas bases estaduais. Com esse novo posicionamento, cresce a possibilidade de Flávio Bolsonaro liquidar a disputa presidencial ainda no primeiro turno, consolidando uma ampla coalizão de partidos de centro-direita e direita.