Um grupo autodenominado “Candangas”, supostamente formado por mulheres juristas, saiu em defesa da juíza que concedeu liberdade ao sociopata Pedro Turra.
O grupo alega que a juíza se baseou em informações limitadas disponíveis no momento, ignorando o histórico violento do acusado.
Em nota, os integrantes lamentam, de forma que o autor considera hipócrita, o estado de saúde da vítima, um adolescente de 16 anos que se encontra em coma e com a caixa craniana fraturada.
Questiona‑se, porém, se a juíza tinha conhecimento desses detalhes ao assinar a ordem de soltura, o que o autor julga um total absurdo.
Para o autor, trata‑se de mais do mesmo: um grupinho de esquerda que defende o “direito do bandido” e tenta encobrir criminosos, esquecendo‑se das vítimas.
Felizmente, a decisão da juíza foi anulada e Pedro Turra retornou à prisão no sábado, dia 31.
