O piloto Mauro Caputti Mattosinho publicou um vídeo nas redes sociais em que expõe autoridades graduadas da República, inclusive um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Ex‑funcionário da empresa de táxi aéreo Piracicaba (TAP), ele afirma ter pilotado aeronaves que transportaram carregamentos suspeitos, como “cargas perigosas”, envelopes e caixas com dinheiro.
O relato é contundente e considerado explosivo. Mattosinho diz que decidiu falar publicamente depois de receber diagnóstico de câncer no fígado. Após cirurgia para remoção do tumor, ele passou a buscar um novo propósito de vida.
Diante desses fatos, surge a pergunta que não quer calar: quem poderá investigar tudo isso de forma independente, profunda e transparente?
