O Big Brother Brasil voltou a ultrapassar os limites do entretenimento e consolidou‑se, mais uma vez, como palco de disputas políticas e culturais. O estopim surgiu nas redes sociais, quando o influenciador Firmino Cortada publicou crítica ao programa, apontando seu alinhamento com pautas defendidas pela esquerda.
Nas postagens, Firmino chamou a atenção de conservadores e políticos de direita para o que definiu como “instrumentalização política” do BBB. Segundo ele, o reality show tem sido usado como ferramenta de difusão da agenda woke, sobretudo por meio da valorização seletiva de determinados participantes.
O influenciador também denunciou a atuação de grandes páginas de fofoca nas redes, que, segundo ele, promovem intensamente uma participante – rotulada de “lacradora”. Para Firmino, essa exposição não seria espontânea, mas parte de uma estratégia coordenada de construção de imagem pública e política.
Informações que circulam nos bastidores políticos e nas redes sociais indicam que setores ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT) teriam interesse em aproveitar a visibilidade da referida “lacradora” para lançá‑la como candidata a um cargo eletivo ainda neste ano. Essa possibilidade reacendeu o debate sobre a relação entre entretenimento, militância e projetos eleitorais.
As críticas se estenderam à Rede Globo. Firmino e outros influenciadores conservadores acusam a emissora de favorecer narrativas alinhadas à esquerda, como a defesa da existência de racismo estrutural no Brasil – conceito tratado como consenso no programa, embora seja alvo de controvérsia acadêmica e política.
Outro ponto levantado refere‑se a episódios dentro da casa em que homens heterossexuais teriam sido alvo de críticas ou estigmatização, enquanto comportamentos associados a pautas identitárias receberiam tratamento positivo. Segundo os críticos, essa postura reforça a visão ideológica da extrema‑esquerda lulofascista, distante do mero entretenimento.
Diante desse cenário, influenciadores e políticos de direita começaram a se mobilizar nas redes sociais, denunciando o que consideram abusos, militância disfarçada de entretenimento e uso indevido de um programa de grande audiência para fins políticos.
Segundo relatos, a Casa Civil da Presidência da República teria utilizado personagens do BBB para propaganda institucional, retratando o homem heterossexual e branco como playboy, o homem mau e explorador, e o homem gay e negro como trabalhador coitado, vítima.
O episódio demonstra que o BBB, longe de ser apenas um reality show, transformou‑se em um espaço simbólico de afirmação cultural e ideológica da extrema‑esquerda lulofascista no Brasil.
Acorda, Brasil!
