Parlamentar revela conexão entre Moraes, Dino e Alcolumbre e agita a web (Veja o vídeo)

O vereador de Curitiba, Rodrigo Marcial, descreve, em detalhes, uma suposta trama que ligaria os ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e Alexandre de Moraes ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre. Os fatos narrados são alarmantes.

“Alexandre de Moraes e Dias Toffoli estão desesperados. Com a CPMI do Banco Master se aproximando, correram para Davi Alcolumbre tentando barrar a investigação. Mas por que justamente ele? A conexão entre os três passa por um avião, o PCC e R$ 400 milhões.”

Marcial apresenta três personagens centrais: um avião, um homem chamado “Beto Louco” e um piloto. O avião, identificado pelo prefixo PR‑SMG, teria sido utilizado por Dias Toffoli, inclusive para viajar ao resort Tayayá, que está sendo investigado como parte da fraude do Banco Master. Toffoli, além de ser relator do caso, teria sido passageiro desse avião.

O proprietário da aeronave é conhecido como “Beto Louco”. Ele não é um empresário comum; a Polícia Federal o investiga por lavagem de dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC). O piloto da aeronave, Mauro Mattosinho, gravou um vídeo no qual confirma que Toffoli foi passageiro e identifica os donos do avião.

Segundo o piloto, Beto Louco viajou até Brasília para uma reunião com o senador Davi Alcolumbre, que também está sob investigação por suposta lavagem de dinheiro do crime organizado. Essa reunião, segundo Marcial, seria crucial para entender a suposta trama.

Em seguida, a narrativa se desloca ao Amapá, estado onde Alcolumbre tem forte influência. Uma operação investigou o desvio de R$ 400 milhões da previdência dos servidores estaduais para o Banco Master. O diretor que autorizou a transferência foi Jocildo Silva Lemos, que anteriormente atuou como tesoureiro de campanha de Alcolumbre e foi indicado por ele para a diretoria da previdência. Jocildo chegou a agradecer publicamente ao senador pela nomeação.

O mesmo Banco Master que recebeu os R$ 400 milhões teria pago R$ 129 milhões à esposa de Alexandre de Moraes. Essa quantia, segundo a denúncia, seria parte da cadeia que liga os três políticos.

A sequência completa, segundo o vereador, seria: o avião pertence ao PCC; Toffoli o utilizou; o dono do avião encontrou‑se com Alcolumbre; Alcolumbre indicou seu tesoureiro para a previdência do Amapá; esse tesoureiro desviou R$ 400 milhões para o Banco Master; o Banco Master pagou R$ 129 milhões à esposa de Moraes. Essa rede de interesses, de acordo com Marcial, explicaria a tentativa de pressionar Alcolumbre para impedir a CPMI do Banco Master.

“Você acabou de ler o que o sistema inteiro está tentando enterrar. Por isso nenhum pedido de impeachment avança. Eles sabem que, se ninguém pressionar, tudo continua como sempre foi.”

Veja o vídeo!


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