O ex‑ministro Adolfo Sachsida, que acompanha de perto a perseguição política ao ex‑presidente Jair Bolsonaro, esclareceu o laudo emitido pela Polícia Federal, detalhando quatro aspectos fundamentais.
1) Em nenhum momento o laudo da Polícia Federal se manifesta de forma contrária ao pedido da defesa para a substituição do regime atual pelo regime domiciliar.
2) O documento reconhece de maneira expressa a gravidade do quadro clínico do ex‑presidente Jair Bolsonaro, bem como os riscos concretos à sua vida, inclusive a possibilidade de óbito.
3) O laudo afirma que não há necessidade de cuidados hospitalares contínuos. Esse ponto, contudo, não é objeto do pedido da defesa, que jamais pleiteou internação hospitalar, mas sim a necessidade de cuidados permanentes e acompanhamento contínuo.
4) O próprio laudo concorda com a necessidade desses cuidados permanentes, o que reforça a incompatibilidade do quadro clínico com o regime atualmente imposto.
Por fim, Sachsida completou:
“Diante disso, com a graça de Deus, espera‑se que as autoridades responsáveis compreendam a gravidade e a severidade do caso, bem como os riscos reais à vida do ex‑presidente Jair Bolsonaro, e autorizem, com urgência, a sua transferência para o regime domiciliar.”
