Puristas, chamem o governador do estado, considerado o palanque mais forte das eleições, de traidor; rotulem o deputado mais votado de Minas, estado decisivo nas urnas, como “estrelinha”; e denunciem a maior liderança feminina evangélica como sabotadora. Essa suposta estratégia vencedora, segundo eles, deveria funcionar perfeitamente.
Entretanto, dizem que “eles não postam nada do Flávio”. Evidentemente não postam; tudo o que fazem jamais será suficiente. Argumentam ainda que “é melhor perder de pé do que ganhar de quatro para o Centrão”. Há um ponto de verdade nessa afirmação: a estratégia adotada conduz, inevitavelmente, à derrota de quatro.
