Carmen Lúcia mente em plena reunião com os demais ministros

Não é curioso que, em uma suposta gravação clandestina vazada no Supremo, uma ministra tenha dito que anda de táxi? Só faltou dizer que ela paga a corrida com o próprio salário.

Os ministros do STF utilizam carros blindados.

O Gabinete de Segurança Institucional do STF administra essa proteção. Por exemplo, apenas em 2023‑2024, o STF adquiriu 11 SUVs Toyota SW4 blindados, ao custo aproximado de R$ 5 milhões, para uso dos ministros. Também há aluguel de veículos blindados para viagens.

O orçamento do STF para 2026, aprovado em agosto de 2025, é de aproximadamente R$ 1,047 bilhão, dos quais R$ 72 milhões são destinados especificamente à segurança institucional – proteção do prédio, dos 11 ministros, tecnologia de vigilância, pessoal de segurança, entre outros itens. Esse valor representa um aumento significativo: em 2020, a rubrica correspondia a cerca de R$ 40 milhões.

Na época, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, justificou o crescimento com “fatores externos”, como o aumento de hostilidades e ameaças ao tribunal nos últimos anos.

Em 2025, foram realizados reforços adicionais por meio de Medida Provisória, que destinou R$ 27,4 milhões a mais para a segurança do prédio.

O STF não divulga um número fixo e oficial de seguranças por ministro. O efetivo varia conforme o risco percebido, tipo de deslocamento (Brasília, viagens, residências) ou ameaças específicas.

De acordo com reportagens e dados públicos, em 2018 – período anterior ao aumento recente de ameaças – o STF contava com 85 seguranças privados para proteger os 11 ministros, o que custava R$ 831 mil por mês.

Em 2025, após aprovações orçamentárias e projetos de lei, o tribunal ampliou consideravelmente a segurança, contratando 230 profissionais dedicados à proteção pessoal privada e armada dos ministros, entre eles 114 seguranças armados e 60 motoristas. Isso não significa que cada ministro tenha um número fixo de seguranças em escala de 24 horas ou equipes rotativas.

Também foram criados 40 novos cargos de Agente da Polícia Judicial (efetivos, aprovados em 2025), focados na segurança institucional e dos ministros. A proteção inclui equipes de escolta em carros blindados (geralmente de 2 a 4 agentes por veículo), vigilância em residências oficiais ou particulares em turnos, reforço em viagens ou eventos de risco – por exemplo, quatro seguranças em uma viagem de Réveillon custaram R$ 200 mil em diárias – e a segurança do prédio.

O STF não divulga números exatos por questões de segurança operacional, e não foram mencionados agentes federais ou estaduais.

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