O anúncio da viagem do presidente Lula aos Estados Unidos, prevista para março de 2026, já gera estranheza.
Oficialmente, o encontro com o ex‑presidente dos EUA, Donald Trump, seria destinado a “fortalecer relações bilaterais” e a discutir economia, segurança e multilateralismo.
Contudo, nas entrelinhas, os reais motivos da visita ainda não são claros.
Antes mesmo da viagem, Lula e Trump mantiveram contato telefônico.
O Palácio do Planalto informou que a conversa abordou a situação na Venezuela, o Conselho da Paz e o combate ao crime organizado. Analistas, porém, apontam que a agenda oculta seria proteger o processo eleitoral brasileiro de influências externas.
A interpretação política é direta: Lula temeria que o Brasil se tornasse alvo de pressões internacionais nas eleições de 2026. O simples fato de precisar de uma reunião desse tipo já indica um receio de perda de controle por parte do governo.
Surgem então críticas: um presidente que deveria confiar na soberania nacional estaria buscando “benção” em Washington?
O contraste se evidencia:
– de um lado, o discurso oficial de “relações bilaterais”.
– do outro, a suspeita de que Lula pretende garantir que Trump não interfira no processo eleitoral brasileiro.
Seja qual for a versão correta, o encontro revela uma fragilidade: o medo de que a democracia brasileira dependa de acordos nos bastidores.
O povo precisa permanecer vigilante.
Quando os motivos de uma reunião entre chefes de Estado não são transparentes, há indícios de que há mais em jogo do que o anunciado. O Brasil não pode aceitar que sua soberania seja tratada como moeda de troca em conversas secretas.
Lula e Trump se reunirão em março; a data já está confirmada. Contudo, os reais propósitos continuam envoltos em silêncio e desconfiança.
Eventuais discussões sobre a utilização de recursos do Tribunal Superior Eleitoral para monitorar o escrutínio ainda não foram esclarecidas.
