A esquerda chama mentira de verdade, liberdade de expressão de discurso de ódio, ditadura de democracia — e sustenta que democracia só existe quando ela própria toma o poder.
Chama pedofilia de doença. Chama preso político de golpista, sob o argumento de que ele teria atentado contra a “democracia” armado com Bíblia e batom.
Chama homem de mulher e mulher de homem. Chama militante de jornalista e jornalista de blogueiro.
Chama massa de manobra de estudante e afirma que o conservador é fascista, nazista, homofóbico e racista. Autointitula-se progressista, mas nada existe de mais atrasado e retrógrado.
Quando um criminoso rouba muito e distribui parte do butim — ou da pilhagem — entre figuras influentes, ele fica impune. Quando é do tráfico, torna-se vítima da sociedade.
A esquerda é um invólucro de palavras atraentes, escolhidas para enganar os distraídos, principalmente os mais jovens.
A esquerda é um bombom com aparência deliciosa recheado de veneno.
