O ex-presidente Jair Bolsonaro permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital DF Star, em Brasília, após passar mal na cela da Penitenciária da Papuda, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por suposta tentativa de golpe de Estado.
Alexandre de Moraes, do STF, determinou reforço imediato na segurança do hospital: pelo menos dois policiais militares na porta do quarto, equipes de vigilância dentro e fora da unidade, e proibição total de celulares ou dispositivos eletrônicos. O ministro suspendeu a visita de aliados do ex-presidente, permitindo apenas a presença de familiares próximos.
O deputado federal Osmar Terra (PL-RS), que também é médico, revela que já tinha alertado para os riscos que Bolsonaro corre na prisão.
“É um homem de 70 anos, já fez oito cirurgias, por conta de uma facada, uma tentativa de assassinato por um homem ligado à esquerda, e sofre com muitas complicações decorrentes disso. A perícia da Polícia Federal, que foi demandada pelo Supremo, disse que ele tinha risco de morte súbita. Nada mais humano e lógico, do ponto de vista médico, que ele vá para casa, para estar acompanhado pela família e por profissionais médicos”, ressaltou o parlamentar.
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