A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado aprovou, nesta quarta-feira (18), a quebra dos sigilos bancários e fiscal do Fundo Arleen, que comprou uma participação do resort Tayayá, no Paraná, do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). A medida seria fundamental para o avanço nas investigações.
Entretanto, menos de 24 horas depois da aprovação da medida pela CPI, o ministro Gilmar Mendes anulou a decisão.
Gilmar determinou que a decisão fosse oficiada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao presidente da CPI, senador Fabiano Contarato, e ao Banco Central.
