O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, está sendo investigado pelos procuradores de Manhattan por seu envolvimento com o narcotráfico.
Para desviar o foco das investigações, o aliado de Lula arma um circo acusando o Equador de Daniel Noboa de invadir militarmente suas fronteiras e matar traficantes.
A Colômbia de Petro é a maior produtora de cocaína do planeta. Próximo ao ditador venezuelano Nicolás Maduro, Petro está assumindo agora seu papel no tráfico de drogas.
O presidente colombiano tem um histórico controverso: foi membro de grupos terroristas na Colômbia e esteve envolvido em movimentos da esquerda radical da América Latina.
Daniel Noboa surgiu como uma barreira para as operações de Petro: está limpando o Equador, em parceria com os Estados Unidos, dos narcotraficantes.
Antes de Noboa assumir, o Equador era o corredor estratégico por onde a Colômbia enviava a droga produzida para os EUA e Europa.
O Equador, que tinha baixos índices de violência, viu a criminalidade aumentar vertiginosamente graças ao tráfico colombiano que invadia o país. Isso mudou com o novo governo.
Noboa instalou até um escritório para o FBI no Equador.
O resultado é claro: se a rota da cocaína colombiana é interrompida, muita gente perde dinheiro. Muito dinheiro.
Petro, então, quer inventar uma guerra em um mundo já conturbado por conflitos no Oriente Médio, na Ucrânia e pelas ameaças da Coreia do Norte. Acusa o Equador de bombardear o território colombiano, invasão de aviões, 27 mortos carbonizados e outros episódios que ninguém viu e ninguém confirma, como a bomba que nunca foi detonada.
O presidente colombiano parece ter aprendido a inventar narrativas para se livrar da cadeia, assim como seu aliado Lula.
A cadeia pode ser mesmo o destino de Petro, se não conseguir provar aos Estados Unidos que nunca participou do tráfico na vida.
