Em análise contundente, observadores políticos afirmam que desta vez Lula acertou em cheio. A avaliação irônica elogia o marketing que criou o personagem, possivelmente o último da série que o petista apresentará ao país. O visual, segundo a crítica, é perfeito para representar o que ele simboliza.
Lula é caracterizado como velho e decadente, vivendo mentalmente em uma época distante — por volta de 1970 — quando ainda existiam chefões de uma máfia impune com poder absoluto sobre tudo e todos.
Uma era onde a mentira e a farsa eram instrumentos suficientes para garantir o poder.
A análise aponta Lula como o pior produto de uma época: o criminoso impune e bem-sucedido, sem barreiras e sem contestação.
Um tempo em que as maracutaias eram realizadas no porão e lá permaneciam. Lula é descrito como absolutamente analógico.
A ausência de estudo e uma cultura medíocre o teriam mantido preso no passado, como uma espécie de dinossauro socialista perdido em uma era digital.
O poder obtido dessa forma, segundo a avaliação, é efêmero.
O destino reservado seria o mesmo de todo gangster poderoso decrépito em decadência: outro bandido mais jovem tomará seu lugar na quadrilha que criou — o PT — e o destruirá, finalmente. Esse seria, e sempre foi, seu pavor.
Por essa razão, teria eliminado a concorrência interna e hoje não deixa sucessores no partido.
