Irã afirma ter abatido caça americano F-15E horas após ultimato de Trump

A Força Aérea do Irã declarou neste domingo (22) ter atingido um caça americano modelo F-15E nas proximidades da ilha de Hormuz, poucas horas após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estabelecer um ultimato exigindo a reabertura do Estreito de Ormuz.

Segundo informações divulgadas por autoridades iranianas, o avião teria sido alvejado, mas o destino da aeronave ainda não foi confirmado. A mídia estatal iraniana também exibiu imagens em infravermelho que supostamente mostram um caça com características semelhantes ao F-15 lançando iscas térmicas — recurso utilizado para despistar mísseis guiados por calor. No entanto, não há comprovação visual de que a aeronave tenha sido efetivamente atingida.

Até o momento, o Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos, responsável pela região, não se pronunciou oficialmente sobre o caso.

Caso a informação seja confirmada, este poderá ser um episódio inédito no conflito em curso. Até então, relatos indicavam que o Irã havia conseguido atingir um caça F-35, embora, segundo os americanos, a aeronave tenha conseguido pousar em segurança em território aliado, sem ferimentos ao piloto.

As perdas confirmadas de aeronaves ocorreram anteriormente no Kuwait, onde três caças F-15E foram abatidos durante ações defensivas contra ataques iranianos. Os pilotos conseguiram se ejetar e sobreviver. Em outro incidente, um avião-tanque KC-135 colidiu no ar sobre o Iraque, resultando na morte de seis militares.

Além disso, um helicóptero de transporte militar do Qatar caiu no mar durante uma operação considerada rotineira, causando a morte de sete tripulantes. De acordo com o governo local, o acidente foi provocado por falha mecânica.

O episódio ocorre após Trump anunciar, na noite de sábado (21), que concederia 48 horas para que o Irã reabrisse o Estreito de Ormuz, rota estratégica responsável por cerca de um quinto do fluxo global de petróleo e gás natural liquefeito. Desde o início do conflito, o tráfego na região foi drasticamente reduzido.

O presidente norte-americano também tem pressionado aliados a formar uma força-tarefa internacional para garantir a segurança da navegação comercial. No entanto, a adesão tem sido limitada, em razão dos riscos elevados impostos pela presença militar iraniana na área.

Em resposta, o governo iraniano afirmou que poderá retaliar eventuais ataques americanos contra sua infraestrutura energética, mirando alvos ligados aos Estados Unidos em todo o Oriente Médio.

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