O Comitê Olímpico Internacional determinou a proibição de atletas trans de competirem em categorias femininas. A medida foi considerada necessária e correta, embora tenha demorado a ser implementada.
A decisão põe fim a uma prática que desrespeitava os fundamentos da biologia. A proibição impede que indivíduos biologicamente masculinos participem de competições reservadas ao sexo feminino.
Há uma correção importante a ser feita sobre terminologia. O termo “gênero” não se refere a sexo. Gênero faz parte da classificação taxonômica dos animais. Taxonomia, palavra oriunda do grego antigo, é formada pela junção de ‘taxis’ (arranjo, ordem, classificação) e ‘nomos’ (lei, norma, ciência). Literalmente, significa ‘ciência da ordenação’ ou “regras de classificação”.
Por exemplo, o gênero ‘homo’ inclui: homo neandertalensis, homo denisovensis, homo ergaster, homo habilis, homo erectus, entre outros. A palavra que segue ‘homo’ caracteriza a espécie. Alguns de nós pertencemos à espécie “sapiens”, isto é, somos “homo sapiens”.
Esta última classificação desconsidera, por óbvio, Lula e ‘cumpanheros’, eleitores de Lula, psolistas, comunistas, esquerdistas em geral, grande parte do estamento político brasileiro e a banda podre do STF.
Existe ainda um gênero raríssimo, com apenas um exemplar conhecido na face da Terra: o gênero ‘mulher’, da espécie sapiens. O único exemplar deste gênero (‘mulher sapiens’) apareceu em Minas Gerais e já foi presidenta do Brasil pelo PT. Hoje, por influência de Lula, ‘preside’ o Banco dos Brics, na China.
Pode-se afirmar, com toda a convicção, que este exemplar único de ‘mulher sapiens’, por obra e ação de Lula, tornou-se a incompetência mais bem-sucedida da História Universal.
