Neste sábado (11) em Porto Alegre, Flávio Bolsonaro foi além do programa econômico do Fórum da Liberdade e entrou no coração simbólico de sua candidatura à Presidência da República.
“Não apenas o presidente Bolsonaro, mas todas as pessoas que foram perseguidas vão subir a rampa junto com a gente em janeiro do ano que vem”, declarou o senador.
Flávio citou pelo nome Débora Rodrigues dos Santos — conhecida como “Débora do Batom”, condenada a 14 anos pelos alegados crimes do 8 de janeiro — como símbolo de quem considera injustiçada pelo sistema judicial atual.
O senador chamou os projetos de anistia em tramitação no Congresso de iniciativas para “zerar o jogo de verdade”. Ele afirmou esperar que o receio dos parlamentares em relação ao tema diminua após as eleições deste ano.
“A anistia é de competência exclusiva do Congresso Nacional. Claramente não é inconstitucional”, defendeu Flávio Bolsonaro.
Além da pauta nacional, Flávio consolidou alianças no Rio Grande do Sul. Manifestou apoio a Luciano Zucco para o governo estadual, além de Marcel Van Hattem e Ubiratan Sanderson ao Senado Federal.
Durante um café da manhã com mulheres, o senador afirmou que o PT se tornará “irrelevante a partir de 2027”.
A pesquisa Datafolha divulgada esta semana mostra Flávio ultrapassando Lula em cenário de segundo turno. O instituto Veritá apresenta números ainda mais favoráveis, colocando Flávio à frente já no primeiro turno.
Com o crescimento nas pesquisas e o fortalecimento do discurso conservador, Flávio Bolsonaro caminha para tornar realidade o projeto de retorno à Presidência da República. A rampa do Planalto está cada vez mais próxima para a direita brasileira.
