Durante agenda oficial na Alemanha, o presidente Lula manifestou, nesta segunda-feira (20), posição contrária a qualquer eventual intervenção militar dos Estados Unidos em Cuba. A declaração ocorreu em coletiva conjunta com o chanceler alemão, Friedrich Merz, na cidade de Hannover, em meio a discussões sobre o cenário internacional e tensões geopolíticas.
Ao ser questionado sobre o tema, o petista reafirmou sua oposição a ações desse tipo, destacando que mantém a mesma postura diante de outros conflitos internacionais.
“Serei contra uma invasão de Cuba, assim como fui contra a invasão da Venezuela, da Ucrânia e de Gaza. Sou contra a invasão do Irã”, declarou o presidente, reforçando sua crítica a intervenções externas.
O chefe do Executivo brasileiro enfatizou ainda que considera inaceitável qualquer desrespeito à soberania dos países. Segundo ele, a autodeterminação dos povos deve ser preservada, sem interferências estrangeiras sobre a forma como cada sociedade se organiza politicamente. Esse posicionamento, segundo Lula, é um princípio central nas relações internacionais defendidas pelo Brasil.
“Sou contra a falta de respeito à integridade territorial das nações. Eu sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política sobre como uma sociedade deve se organizar ou não”, afirmou o presidente ao detalhar sua visão sobre o tema.

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