Mendonça derrota Gilmar: 2ª Turma do STF mantém prisão de advogado no caso Master por 3 a 1

A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu manter a prisão preventiva de Daniel Monteiro, advogado envolvido no caso Master. A decisão, publicada na sexta-feira (25), contrariou frontalmente o voto do ministro Gilmar Mendes.

A votação ocorreu em plenário virtual, com análise iniciada em 22 de abril de 2026. O placar ficou em 3 votos a 1, representando uma derrota clara para o decano do STF.

A prisão de Daniel Monteiro foi autorizada pelo ministro André Mendonça. Segundo as investigações da Polícia Federal, o advogado negociou propina no valor de R$ 146 milhões com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.

As apurações da PF indicam que, desse montante, R$ 74 milhões foram efetivamente repassados, configurando esquema de corrupção de grandes proporções.

Gilmar Mendes propôs substituir a prisão preventiva por medidas cautelares alternativas. Entre as restrições sugeridas pelo decano estavam monitoramento por tornozeleira eletrônica, suspensão temporária do exercício da advocacia e proibição de mudança de endereço residencial.

A proposta, no entanto, não prosperou. A maioria dos ministros da 2ª Turma acompanhou o entendimento de André Mendonça, mantendo o advogado atrás das grades.

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