Em Brasília, a política entrou numa nova fase de tensão, e agora Davi Alcolumbre está no meio da jogada.
Como presidente do Senado, Alcolumbre já age nos bastidores, tentando virar a indicação de Antônio Messias ao STF em uma armadilha contra Lula.
Poucos notaram, mas o plano é simples: tirar Messias do caminho e forçar Lula a aceitar o candidato que Alcolumbre prefere para o Supremo, Rodrigo Pacheco.
Para Alcolumbre, Pacheco — seu aliado de longa data e escolha favorita — seria a chave para dominar um dos maiores centros de poder nacional.
A proposta de Messias, considerada fraca e sem apelo político no Senado, acabou criando a brecha ideal para a estratégia que o senador tem tramado nos bastidores.
É nessa lacuna que Alcolumbre quer colocar Pacheco como “candidato perfeito” — aceitável para o Senado, parece equilibrado, mas na verdade segue o plano de poder do senador.
Caso o plano funcione, Lula perde o indicado e ainda terá que escolher o favorito de Alcolumbre, dando ao senador um grande trunfo político.
A entrevista de Messias no Senado deve ser pesada, demorada e cheia de pegadinhas planejadas.
Não será surpresa se, na hora, apareça a “justificativa técnica” ideal para barrar o nome — exatamente o que Alcolumbre espera.
