Os advogados de Jair Bolsonaro (PL) optaram por não apresentar novos embargos de declaração antes do fim do prazo fixado pelo STF, que terminou na segunda‑feira, 25.
Em setembro, o ex‑presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão em regime fechado.
Sem esse recurso, os advogados podem agora usar os embargos infringentes, que servem para questionar decisões colegiadas não unânimes.
Essa contestação pode levar o caso da 1ª Turma para o plenário do STF.
O processo tem mais peso porque Bolsonaro foi julgado direto no STF, embora na época dos fatos não tivesse foro por cargo, já que não era mais servidor.
Por isso, só é possível recorrer dentro do próprio STF, fechando outras vias de recurso.
O ministro Alexandre de Moraes deve estar irritado com a escolha. Ele ainda não sabe o que vem a seguir. Bolsonaro, por sua vez, decidiu “entrar no jogo”.
Poucos dias antes do julgamento, saiu um livro impactante chamado “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Ele descreveu o clima absurdo que hoje se confirmou com a prisão de Bolsonaro.
O livro denuncia que Bolsonaro sofreu uma perseguição política organizada, envolvendo instituições, mídia e grupos progressistas que queriam fraquejar seu governo e calar o conservadorismo em alta. Ele ainda prevê o fim dessa trama. Hoje, a obra virou um documento histórico, um protesto contra a censura e o “sistema”.
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