Após ser retirado à força do plenário da Câmara dos Deputados, o deputado federal Glauber Braga (PSol‑RJ) manifestou-se publicamente.
Ele afirmou que jamais havia presenciado “cortarem a TV Câmara para que as pessoas não soubessem o que está acontecendo no plenário”, classificando o ato como grave e incomum no funcionamento da Casa.
A declaração surgiu logo depois de seu protesto, no qual ocupou o assento do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos‑PB), até ser afastado por agentes da Polícia Legislativa, por determinação da Mesa Diretora.
O gesto de ocupação ocorreu poucas horas depois de Hugo Motta anunciar que a votação do processo de cassação contra Glauber seria levada adiante.
Glauber informou que pretende registrar um boletim de ocorrência contra Hugo Motta.
“[O boletim] é contra a instituição, contra quem ordenou a ação da polícia legislativa, mais especificamente, melhor dizendo, contra o presidente da Câmara dos Deputados pela ordem que deu à Polícia Legislativa. A ordem partiu dele, a polícia quando chega lá, ela é evidente em dizer: a ordem é essa”, disse Glauber.
O deputado acrescentou que está usando analgésico e anti-inflamatório para aliviar uma dor no braço direito.
Para ele, a decisão de Hugo “foi de um desequilibrado”.
“O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva” – aproveite enquanto é tempo.
Capa do livro mencionado.
