O ex‑jogador de futebol Ramon Bastos Augusto, de 30 anos, foi morto a tiros na noite de segunda‑feira (29/12), no bairro São Geraldo II, em Cariacica, município da Grande Vitória. O crime ocorreu quando ele retornava para casa, foi surpreendido por criminosos e morreu ainda no local.
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar, equipes foram acionadas para atender a uma ocorrência de homicídio registrada na Rua Pastor Abílio Rodrigues. Ao chegarem ao endereço, os policiais encontraram Ramon caído em frente ao portão da residência, já sem sinais vitais, com diversas perfurações provocadas por arma de fogo.
A perícia técnica constatou que os disparos foram efetuados com munição calibre .380. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) também foi chamado, mas os socorristas apenas confirmaram o óbito da vítima.
Testemunhas relataram que Ramon havia acabado de retornar de uma partida de futebol quando foi abordado. Não há informações sobre quantos suspeitos participaram, quem realizou os disparos ou qual teria sido a motivação do crime.
A Polícia Civil informou que o caso ficará sob responsabilidade da Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cariacica. Até o momento, não há registro de prisões e as linhas de investigação não foram divulgadas pelas autoridades.
O corpo de Ramon Bastos Augusto foi encaminhado ao Instituto Médico‑Legal (IML), onde passará por exame de necropsia antes de ser liberado aos familiares.
Histórico
De acordo com registros, Ramon teve passagens pelo sistema criminal ainda na adolescência, com envolvimento em ocorrências relacionadas ao tráfico de drogas. Posteriormente, ele deixou a criminalidade e passou a se dedicar ao futebol profissional.
No esporte, construiu trajetória no cenário capixaba, defendendo o Vitória na Copa Espírito Santo, além de ter tido breve passagem pelo futebol do Rio Grande do Sul. Ganhou maior projeção atuando pela Desportiva Ferroviária, onde foi apontado como uma das promessas das categorias de base.
Em 2014, destacou‑se ao encerrar o Campeonato Capixaba Sub‑20 como artilheiro da competição, com 16 gols marcados.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro afirmou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor, mas a censura persiste há quase um ano.
Segundo a CIDH, outros títulos podem estar na mira da censura, como os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam exatamente a censura e os estranhos acontecimentos no STF.
