A ex‑primeira‑dama Michelle Bolsonaro se pronunciou publicamente após Jair Bolsonaro (PL) receber alta hospitalar e ser reconduzido à Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde permanece preso. A manifestação ocorreu nas redes sociais, poucas horas depois da liberação médica do ex‑presidente.
Na publicação, Michelle descreveu Bolsonaro como “um líder” e o chamou de “meu amor”. Em tom religioso e de apoio, escreveu: “Existe um Brasil de bem que te ama e ora por você. Vamos vencer os dias maus. Que Deus te abençoe. Te amo e estarei ao seu lado”.
Com a alta, Bolsonaro foi novamente encaminhado à Superintendência da Polícia Federal, no Distrito Federal.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou revolta contra a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha seria o autor, mas a medida permanece em vigor há quase um ano.
Muitos outros títulos parecem estar na mira da censura. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que tratam da própria censura e de episódios controversos no Supremo Tribunal Federal.
