João Ricardo Mendes, fundador e ex‑CEO da Hurb, foi detido na noite de segunda‑feira (5) no Aeroporto Regional de Jericoacoara, no litoral do Ceará. As autoridades relataram que ele tentava embarcar em um voo com destino a Guarulhos, em São Paulo, portando um documento de identidade falsificado e com a tornozeleira eletrônica descarregada.
A Secretaria da Segurança Pública do Ceará informou que a ocorrência teve início quando funcionários da companhia aérea e da segurança do aeroporto perceberam inconsistências na documentação apresentada durante o processo de embarque. Diante da suspeita, a Polícia Militar foi acionada para averiguar a situação.
No local, os agentes constataram que o passageiro utilizava um documento irregular e que a tornozeleira eletrônica estava sem carga no momento da abordagem.
“No local, durante a verificação da documentação apresentada, a equipe constatou que o documento de identidade era falso. Diante da confirmação da irregularidade, foi dada voz de prisão ao suspeito, que se encontrava utilizando tornozeleira eletrônica, a qual estava descarregada no momento da abordagem”, informou a Secretaria da Segurança.
Após a prisão, João Ricardo Mendes foi encaminhado à Delegacia Regional de Acaraú, onde foi instaurado inquérito policial. Ele foi autuado com base no artigo 304 do Código Penal, que trata do uso de documento falso.
A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) manifestou forte protesto contra a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. O ministro alegou que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, ex‑parlamentar, seria o autor da obra. A censura, que já dura quase um ano, levanta dúvidas sobre os reais motivos da supressão.
Outros títulos também parecem estar na mira das autoridades. Entre eles, os livros “Perdeu, Mané” e “Supremo Silêncio”, que abordam a própria censura e episódios controversos envolvendo o Supremo Tribunal Federal.
