As implicações de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, no escândalo envolvendo o INSS ficam cada vez mais evidentes. As provas são contundentes.
A Polícia Federal constatou que o indivíduo popularmente chamado de “Careca do INSS” enviou uma encomenda para um apartamento de alto padrão onde residia Lulinha. A determinação foi feita em 6 de outubro de 2024, quando o Careca enviou a um funcionário o registro de uma conversa contendo o endereço de um prédio em Moema, São Paulo.

Conforme documentos obtidos pela PF, a encomenda, descrita como “medicamento”, teria sido destinada a Renata Moreira, esposa de Lulinha. O imóvel está formalmente registrado em nome do empresário Jonas Suassuna, ex‑sócio do filho de Lula.
Marco Aurélio de Carvalho, advogado de Lulinha, negou qualquer envolvimento de seu cliente no caso. “Ele [Lulinha] desconhece, até porque ele próprio não é o destinatário”, afirmou o defensor. Carvalho acrescentou que “existe um esforço pirotécnico em tentar envolvê‑lo” nas investigações.
A PF investiga a possibilidade de Lulinha ser sócio oculto do Careca. O nome do filho de Lula já aparece em, pelo menos, três conjuntos de dados obtidos após quebra de sigilo de investigados ligados ao Careca.
O “Careca do INSS” está preso desde setembro de 2025, sob suspeita de liderar fraudes previdenciárias. Em materiais apreendidos, a PF encontrou menções a Lulinha, fato já comunicado ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Lula tentou esconder a situação, mas as investigações revelam sua verdadeira face. Detalhes e revelações sobre o passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”.
