Wagner Moura voltou a ser o centro das atenções.
Além da premiação como melhor ator de drama, o filme “O Agente Secreto” foi vencedor do Globo de Ouro no domingo, 11 de maio.
De acordo com informações da revista Veja, o longa não recebeu nenhum recurso via Lei Rouanet. O financiamento veio de aproximadamente R$ 7,5 milhões do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), órgão da Ancine, repassados pelo governo federal.
O orçamento total de “O Agente Secreto” chegou a R$ 27.165.775.
Para o deputado Mario Frias, ator e ex‑secretário da Cultura, Wagner Moura e seu filme são “a caricatura perfeita do comunista de luxo: prega sacrifício coletivo, mas só aceita privilégios individuais”.
A perseguição contra o ex‑presidente Jair Bolsonaro e seus aliados, descrita como cruel, absurda e desumana, continua sem fim, segundo o texto. A narrativa afirma que há tentativas de silenciar fatos de 2022 e que a verdade não será apagada.
Todo esse conteúdo teria sido registrado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, apresentado como best‑seller e como “documento histórico”. O livro, segundo a divulgação, descreve supostas manobras do “sistema” para devolver ao poder o ex‑presidiário Luiz Inácio Lula da Silva, além de detalhar eleição, prisões, mídia, censura, perseguição e manipulação.
O próprio Jair Bolsonaro já conhece a obra.

