Os ministros do Supremo Tribunal Federal rejeitaram, pela segunda vez, a tese do Marco Temporal para demarcações de terras indígenas, decisão que afeta diretamente o agronegócio.
Ao ignorarem a lei aprovada pelo Congresso em 2023, os ministros colocam os produtores rurais em risco de perder suas terras.
“A derrubada do Marco Temporal é extremamente negativo e temos que continuar trabalhando para reverter isso. Estamos com a PEC 48 [que visa incluir a tese do Marco Temporal na Carta Magna] pronta para instauração da comissão na Câmara”, ressaltou Pedro Lupion, presidente da Frente Parlamentar.
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