O ex‑goleiro Bruno Fernandes desistiu de realizar o primeiro encontro com seu filho, Bruninho, fruto do relacionamento com a modelo Eliza Samúdio, assassinada em 2010. A reunião estava marcada para a terça‑feira (13), no Rio de Janeiro.
Segundo Bruno, a avó de Bruninho e a advogada da família impuseram exigências, como a sua participação sem advogado ou acompanhante. Ele também alegou suspeitar de uma armadilha, com câmeras ocultas que poderiam registrar comentários sobre a mãe do menino, possivelmente para uso em documentário.
Bruninho Samúdio rebateu publicamente a versão do pai. Em entrevista ao vivo à Rede Record, afirmou que o encontro foi solicitado pelo próprio Bruno, que não compareceu, não deu explicações no dia marcado e, depois, tentou responsabilizar a família pela ausência.
De acordo com Bruninho, a iniciativa de contato partiu do pai após anos de tentativas. “Ele vem anos e anos me procurando para pedir uma oportunidade de falar o que realmente aconteceu. Ele que procurou eu já faz mais de três anos, mandando um monte de mensagem pelo Instagram”, disse. Diante da insistência, Bruninho explicou que decidiu, junto com familiares, aceitar uma conversa para ouvir o lado do ex‑goleiro.
Na entrevista, Bruninho negou qualquer armadilha ou intenção de expor o pai. Segundo ele, o objetivo da conversa era encerrar um assunto que se arrasta há anos. “Era para matar logo isso. De tanto que ele fica falando: ‘ah, mas não escuta o meu lado, ah, mas nunca me escuta’. Tentei dar essa oportunidade para ele e ele não abraçou, não quis”, explicou.
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