O assassinato de Charlie Kirk, em setembro de 2025, marcou um dos capítulos mais sombrios da história política recente, enviando um alerta global sobre os limites da violência ideológica. Kirk, figura central do conservadorismo cristão nos Estados Unidos, foi morto em um ato de barbárie que chocou o mundo: um tiro no pescoço, disparado por um militante de extrema‑esquerda dentro de uma universidade, diante de sua família.
Esse crime ecoa agora de forma perigosa no Brasil, nos corredores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). O alvo da vez é o professor Tassos Lycurgo, jurista, pastor e um dos principais intelectuais conservadores do país, que enfrenta uma campanha de desumanização e tentativa de expulsão que lembra o clima de hostilidade que antecedeu a tragédia americana.

A tentativa de afastar Lycurgo do ambiente acadêmico não se baseia em sua competência técnica ou em seu currículo, mas sim em sua fé e em suas convicções científicas e políticas. Sob o pretexto de “combate ao fascismo”, grupos de extrema‑esquerda, que o autor descreve como lulofascistas, utilizam táticas de cerceamento que ferem a liberdade de cátedra e o pluralismo que deveriam sustentar a universidade pública.
Quando a divergência de ideias é tratada como crime e o detentor de uma visão de mundo cristã é marcado para o expurgo profissional, o caminho para a violência física se encurta cada vez mais.
Não se trata apenas de uma disputa administrativa na UFRN, mas de uma luta pela sobrevivência do direito ao dissenso. Se a sociedade brasileira permitir que a militância radical transforme professores em alvos, estará consentindo com a mesma mentalidade que vitimou Kirk. Defender Tassos Lycurgo é, portanto, defender a integridade de todos os cidadãos contra a tirania da opinião única e a barbárie política.
