O Banco Central assumiu uma posição firme ao decretar a liquidação judicial da REAG, gestora citada no caso do Banco Master.
Em paralelo, o país ficou estupefato ao saber que, em abril, um resort associado à família do ministro Toffoli foi adquirido por um advogado com vínculos à J&F, em operação realizada por um fundo administrado pela própria REAG.
O jurista André Marsiglia apresenta duas leituras sobre esses acontecimentos:
1) O Banco Central ainda parece respirar algum grau de independência.
2) A permanência de Toffoli à frente do caso Master representa uma vergonha e uma desmoralização para o Judiciário brasileiro.
