O caso que chocou a capital federal, já identificado com três homicídios cometidos por técnicos de enfermagem do Hospital Anchieta, pode ser ainda mais grave e devastador.
A Polícia Civil está analisando, ao longo de um ano, pelo menos 20 laudos de óbitos ocorridos em unidades de terapia intensiva de hospitais. O objetivo é verificar se há outros falecimentos em circunstâncias semelhantes às das três vítimas já confirmadas, que morreram subitamente após a aplicação de uma substância letal.
As três vítimas dos profissionais de saúde são: João Clemente Pereira, 63 anos, servidor da Companhia de Abastecimento de Água e Esgoto (Caesb); Marcos Moreira, 33 anos, servidor dos Correios; e uma professora aposentada, de 75 anos, cuja identidade ainda não foi revelada.
