Nesta história dos Correios, cada enxadada equivale a uma minhoca. Agora, soubemos que, no contrato de empréstimo de R$ 12 bilhões firmado com um consórcio de bancos, existe uma cláusula de capitalização de R$ 6 bilhões a cargo do governo.
Além dos R$ 8 bilhões adicionais que a empresa precisa para equilibrar as contas ainda neste ano, o Estado terá de aportar, até o final de 2027, mais R$ 6 bilhões provenientes dos impostos dos contribuintes. Assim, o rombo totaliza R$ 26 bilhões, ao menos por enquanto.
Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.



