O ministro Dias Toffoli já manifestou claramente sua posição quanto à relatoria do processo envolvendo o Banco Master.
Se ele deixasse o caso, as decisões e medidas adotadas seriam anuladas, o inquérito retornaria ao ponto de partida e outro ministro seria sorteado para conduzir a relatoria.
Entretanto, o magistrado tem afirmado a pessoas próximas que não pretende abandonar a condução do processo.
Toffoli não cogita renunciar à relatoria. Ele sustenta que não há motivos para ser declarado impedido ou suspeito no inquérito.
O ministro reforça que sua atuação busca impedir futuras alegações de nulidade e que não há parcialidade, ressaltando que trouxe os processos relacionados ao tema para a Suprema Corte exatamente para evitar questionamentos posteriores.
