O deputado federal Nikolas Ferreira (PL‑MG) iniciou, na segunda‑feira (19), uma caminhada que parte de Paracatu, em Minas Gerais, com destino a Brasília, no Distrito Federal. O trajeto segue a BR‑040, rodovia que liga a capital federal ao Rio de Janeiro, e ultrapassa os 200 quilômetros. A previsão é que o grupo chegue ao destino no domingo (25).
A mobilização foi anunciada como forma de protesto contra o que Nikolas classifica como abusos cometidos pelo Supremo Tribunal Federal, especialmente no que se refere à condução dos processos dos réus dos atos de 8 de janeiro e à prisão do ex‑presidente Jair Bolsonaro (PL).
Desde que a iniciativa foi divulgada, diversos nomes ligados à direita política manifestaram apoio público à chamada “caminhada pela liberdade”. O primeiro a confirmar presença foi o deputado federal Gustavo Gayer (PL‑GO), que utilizou as redes sociais para anunciar sua adesão ao ato.
Além de Gayer, também declararam participação o ex‑vereador paulistano Fernando Holiday; o deputado federal André Fernandes (PL‑CE); o deputado estadual Márcio Gualberto (PL‑RJ); o vereador carioca Rafael Satiê (PL); o influenciador Pedro Pôncio, ex‑integrante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST); o deputado federal Luciano Zucco (PL‑RS); e a vereadora Eduarda Campopiano (PL), de Praia Grande.
Agora, um novo reforço de peso se juntou à caminhada: Carlos Bolsonaro (PL), ex‑vereador do Rio de Janeiro e pré‑candidato ao Senado por Santa Catarina.
A chegada de Carlos eleva o patamar do levante em busca de justiça.
Veja:
A perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados continua, segundo os participantes. Tudo isso foi documentado no livro “O Fantasma do Alvorada – A Volta à Cena do Crime”, que figura entre os best‑sellers no Brasil.
O livro, apresentado como um “documento”, tem sido descrito como um arquivo histórico por seu conteúdo corajoso. Nele, são relatadas as manobras do “sistema” para trazer o ex‑presidiário Lula de volta ao poder, os acontecimentos que desencadearam a perseguição contra Bolsonaro e as supostas “tramoias” da esquerda, incluindo eleição, prisões, mídia, censura, perseguição, manipulação e outros temas. Segundo os autores, a obra está sob risco de censura, e não se sabe até quando permanecerá disponível ao público.
O próprio presidente Jair Bolsonaro já conhece o livro.

