O ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, Eduardo Tagliaferro, que manteve convivência estreita com o poder, citou três casos e pediu a investigação dos ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes.
Ele observou que “em qualquer democracia de verdade, quem julga também precisa ser fiscalizado”.
TRÊS CASOS. TRÊS NOMES. UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR.
- Caso Master – patrimônio milionário ligado à esposa de ministro.
- Resort Tayaya – milhões envolvendo fundo ligado à família de ministro.
- IDP – instituto privado com contratos milionários e influência no poder.
R$ 46 mil de salário não faz milionário.
Pode ser legal? Talvez. Mas é transparente?
Em qualquer democracia de verdade, quem julga também precisa ser fiscalizado.
Perguntar NÃO é crime.
Investigar NÃO é ataque.
Transparência NÃO é opcional.
Compartilhe antes que silencem.
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Questione antes que normalizem.
