Em 2020, ao entregar a Jair Bolsonaro o retrato que havia pintado, apresentei‑lhe a dedicatória feita em meu nome e em memória de Enio Mainardi, já falecido:
‘Ao homem que trouxe a esperança de volta ao Brasil.’

A frase não era, de forma alguma, gratuita; ela refletia o sentimento de toda a nação.
Bolsonaro, como qualquer ser humano, cometeu erros e também acertou.
Contudo, a esperança nunca o abandonou, assim como não abandonou o povo brasileiro que luta.
Hoje, mesmo enfermo e perseguido, ele permanece o maior símbolo dessa esperança, um símbolo de liberdade.
Creio que, em breve, o homem forte que retratei em 2020 voltará a estar entre nós, trazendo a liberdade tão desejada.
Bolsonaro é, como sempre foi, a luz que não se apaga no túnel escuro erguido pelos canalhas.
Nenhum desses canalhas, por mais poderoso que se julgue, conseguirá extinguir essa luz, que se chama esperança.
Levante‑se, capitão.
