O Ministério Público Federal (MPF) decidiu arquivar recentemente um procedimento que tinha como alvo o ex‑presidente Jair Bolsonaro. A apuração foi encerrada por falta de elementos mínimos que justificassem a continuidade das investigações.
Bolsonaro e familiares foram citados em uma denúncia anônima encaminhada ao órgão no ano passado. O documento acusava o ex‑chefe do Executivo e a chamada “família Bolsonaro” de prática de diversos crimes.
“O ex‑presidente Jair Bolsonaro e integrantes da ‘família Bolsonaro’ teriam praticado diversos crimes, como genocídio durante a pandemia, envolvimento com milícias, tráfico de drogas, corrupção, uso indevido da ABIN, ‘rachadinhas’, envenenamento de autoridades, perseguição política e atentados à ordem democrática”, diz a denúncia.
Após análise preliminar, o MPF concluiu que não havia base probatória suficiente para instaurar ou dar seguimento a uma persecução penal. No despacho, o órgão registrou que “não subsiste motivo para a instauração de persecução penal em razão dos fatos, tendo em vista que as informações apresentadas são inespecíficas e genéricas, carecendo de prova documental mínima que corrobore as complexas e abrangentes alegações”.
Com o arquivamento, o procedimento está formalmente encerrado, salvo eventual surgimento de novos elementos concretos que justifiquem sua reabertura.
A cruel, absurda e desumana perseguição contra o ex‑presidente Bolsonaro e seus aliados não tem fim. Tudo leva a crer que, em breve, o pior pode acontecer: tentativas de silenciá‑lo, ocultar o que ocorreu em 2022, decisões judiciais controversas, disputas ideológicas e perseguição covarde contra Bolsonaro. Contudo, para o “terror” do “sistema”, a verdade não vai morrer.
