Uma equipe da Polícia Militar flagrou um veículo Land Rover sem placas trafegando com luzes estroboscópicas ligadas na alameda Afonso Schimidt, em São Paulo, por volta das 8h. Os policiais pararam o automóvel e solicitaram que o condutor descesse. O condutor era o senador Alexandre Luiz Giordano (Podemos-SP). A abordagem ocorreu na manhã de segunda-feira (23), em Santana, na zona norte de São Paulo. Giordano se recusou a sair do carro. Ele se identificou como “federal”, conforme consta no registro da ocorrência policial. Os agentes insistiram. O senador saiu do veículo e se identificou como “senador da República”. Ele percebeu que as câmeras corporais dos policiais haviam sido acionadas e começou a ameaçar os PMs, segundo o relato dos agentes no documento policial. “Você está gravando? Então você vai ver”, disse o parlamentar aos policiais, de acordo com o registro da ocorrência. Os agentes solicitaram os documentos de identidade. O senador se negou a apresentá-los e voltou a ameaçar a equipe. Ele afirmou que iria “falar com o coronel Henguel”, em referência a Henguel Ricardo Pereira, secretário-executivo da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo. A equipe policial solicitou reforço. Giordano voltou a ameaçar os agentes. “Você vai para a reciclagem, é isso que vai acontecer”, declarou, conforme consta no registro da ocorrência. Após várias tentativas, os policiais conseguiram abrir o porta-malas do veículo. Eles localizaram as placas do automóvel. O senador entrou no carro e tentou fugir da abordagem depois que os agentes encontraram as placas. Ele subiu na calçada e quase atropelou um dos policiais que havia se posicionado em frente ao veículo para impedir que fosse retirado do local, segundo o relato dos agentes. Os policiais acionaram apoio via rádio informando sobre o destino do veículo em fuga. A equipe conseguiu abordar o senador poucas quadras depois, no cruzamento da rua Doutor César com a avenida Braz Leme. Outras equipes policiais chegaram ao local. Giordano foi novamente abordado e, desta vez, autuado. O parlamentar recebeu multas por conduzir o veículo sem emplacamento, com a CNH vencida e pela utilização indevida das luzes estroboscópicas. O senador e o veículo foram liberados pelos policiais após as autuações. Giordano é empresário. Ele assumiu o cargo de senador ao herdar a cadeira de Major Olímpio (do antigo PSL), que morreu por Covid em 2021.
Ex-prefeito de Campo Grande mata servidor a tiros durante disputa por imóvel e tem prisão decretada
O ex-prefeito de Campo Grande (MS), Alcides Jesus Peralta Bernal, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça nesta quarta-feira (25). A decisão foi tomada durante audiência de custódia. O ex-gestor responde pela morte de Roberto Carlos Mazzini, servidor estadual de 61 anos, assassinado a tiros em um imóvel na Rua Antônio Maria Coelho, na capital sul-mato-grossense. O crime ocorreu em meio a uma disputa judicial pela residência. O imóvel havia sido arrematado em leilão, mas Bernal ainda permanecia no local. A audiência de custódia teve duração de aproximadamente uma hora. Durante o ato judicial, Bernal apresentou comportamento oscilante. O ex-prefeito, que também atua como advogado, tentou discutir o mérito da prisão. Ele estava acompanhado de defensor. Testemunhas presentes no ato judicial relataram que Bernal balançou a cabeça em tom de deboche enquanto o magistrado responsável pela custódia apresentava sua explanação sobre os fundamentos da decisão. O juiz responsável pelo procedimento rebateu as contestações apresentadas pelo ex-prefeito. Pessoas que acompanharam a audiência relataram que o magistrado ofereceu uma explanação detalhada sobre os fundamentos jurídicos da decisão. A postura adotada pelo juiz durante o ato foi descrita como didática por quem presenciou a audiência de custódia. Roberto Carlos Mazzini foi atingido por dois disparos de arma de fogo. Um tiro atingiu as costas e outro o abdômen. Em depoimento prestado na terça-feira (24), em Campo Grande, Bernal afirmou que não tinha intenção de matar. “Foi tudo muito rápido, dei os tiros porque me senti acuado”, declarou o ex-prefeito. Ele também afirmou: “Era para ser na perna”. Bernal relatou que a residência havia sido arrombada três vezes anteriormente. Quando a empresa de monitoramento o avisou sobre uma nova ocorrência, ele não estava em Campo Grande. Ao retornar à cidade, dirigiu-se diretamente ao imóvel. Ele ainda residia no local e mantinha um escritório. O ex-prefeito encontrou o portão arrombado e um veículo estacionado na garagem. Bernal afirmou que havia três pessoas dentro da casa. “Tinha três pessoas dentro da casa, e um deles veio para cima de mim”, declarou. Segundo o ex-prefeito, os disparos aconteceram em questão de segundos. “Foi questão de segundos”, disse, reiterando que sua intenção era atingir a perna. Após o ocorrido, Bernal se dirigiu à delegacia para comunicar o fato. Ele afirmou desconhecer que o servidor havia morrido. O ex-prefeito alegou não ter sido intimado sobre o leilão do imóvel nem sobre seu arremate. “Eu entrei com uma ação contra a Caixa e não fui avisado”, declarou Bernal. Sobre a arma utilizada no crime, ele informou possuir porte e registro. A arma teria sido adquirida em 2013. A posse regular da arma consta nos registros apresentados durante o depoimento. O chaveiro que acompanhava Roberto Carlos Mazzini no momento do crime prestou depoimento à polícia. Segundo o registro policial, a testemunha relatou que Bernal chegou ao local portando uma arma de fogo. O ex-prefeito aproximou-se pelo portão social. Bernal apontou a arma em direção ao fiscal tributário. Ele teria dito: “O que você está fazendo aqui na minha casa, seu filho da p***?”. A testemunha afirmou aos policiais que olhou para Bernal. Roberto estava ao seu lado. O chaveiro declarou que a vítima não teve tempo de responder nem de explicar o que estava fazendo no imóvel. Bernal efetuou o disparo imediatamente. Roberto caiu ao chão. Após atirar em Roberto, o ex-prefeito se virou para o chaveiro. A testemunha afirmou ser “apenas o chaveiro”. Ele explicou que estava no imóvel porque Roberto havia solicitado que abrisse a porta. Bernal ordenou que o chaveiro se deitasse de bruços. A testemunha obedeceu à ordem. “Tudo foi muito rápido”, relatou o chaveiro em seu depoimento. Segundo o depoimento do chaveiro, Bernal teria proferido várias ameaças. Ele mencionou que efetuaria novos disparos. O ex-prefeito se dirigiu novamente ao servidor estadual. Apontou a arma para ele. Aproveitando um momento em que Bernal ficou concentrado em Roberto, o chaveiro se levantou. Ele alcançou o portão e deixou o local. O chaveiro declarou à polícia que temeu que Bernal pudesse atentar contra ele. Esse temor aumentou após ter sido ordenado a se deitar de bruços. Por esse motivo, decidiu deixar o imóvel assim que teve oportunidade. Após alcançar uma distância que considerou segura, a testemunha entrou em contato com o filho. Solicitou que ele acionasse a polícia. O chamado foi realizado minutos após o chaveiro deixar a residência. O chaveiro informou à polícia que não conseguiu observar se Bernal deixou a casa após os disparos. Ele justificou que estava emocionalmente abalado. Preferiu manter-se afastado do imóvel. Aproximadamente 20 minutos depois, ele viu o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar chegando ao local.
Prisão domiciliar de Bolsonaro: medida humanitária ou controle político disfarçado?
A decisão do ministro Alexandre de Moraes de autorizar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro marca um capítulo delicado na relação entre justiça, política e saúde pública. O gesto, embora revestido de caráter humanitário, carrega uma mensagem clara: o ex-presidente continua sob a tutela do Supremo Tribunal Federal e não terá liberdade plena. Humanidade sob vigilância Ao atender ao pedido da defesa e ao parecer favorável da Procuradoria-Geral da República, Moraes reconheceu a fragilidade clínica de Bolsonaro. A recente internação em UTI por broncopneumonia reforçou a necessidade de cuidados médicos constantes, incompatíveis com o ambiente prisional. Nesse ponto, a decisão se alinha ao princípio constitucional da dignidade da pessoa humana. Mas o ministro foi além: impôs condições rigorosas, como tornozeleira eletrônica, proibição de celulares e restrição de visitas. O recado é inequívoco: não se trata de benevolência, mas de uma medida excepcional, cercada de vigilância. O peso político da decisão A prisão domiciliar de um ex-presidente não é apenas um ato jurídico, mas também um gesto político. Moraes evita críticas sobre tratamento desumano, mas ao mesmo tempo reafirma o poder do STF sobre Bolsonaro. O isolamento imposto, sem comunicação externa, praticamente neutraliza qualquer tentativa de articulação política durante o período. Essa escolha reflete uma preocupação institucional: preservar a imagem da Corte diante da opinião pública, sem abrir espaço para acusações de perseguição ou complacência. Entre o hospital e a Papuda O prazo de 90 dias funciona como uma espécie de teste. Bolsonaro terá de provar que pode cumprir as regras impostas. Qualquer deslize – seja uma ligação telefônica, seja uma visita não autorizada – pode levá-lo de volta ao presídio da Papuda. O equilíbrio entre saúde e disciplina jurídica será constantemente avaliado. Nunca até hoje no Brasil nenhum preso condenado teve tanta atenção de seus algozes quanto Bolsonaro. A decisão de Moraes é um exemplo de como o Judiciário continua se impondo na vida de quem se pressupõe esteja cumprindo pena, não com silêncio total, mas com um silêncio imposto, calculado e monitorado. As regras impostas continuam a demonstrar a perseguição política que se impõe a Bolsonaro. A decisão também pode ser lida como uma tentativa de deslocar os refletores de outras pressões políticas e institucionais que cercam o STF e a PGR. Bolsonaro, agora em prisão domiciliar, vive sob uma condição paradoxal: cercado pelo conforto da casa, mas privado da liberdade de comunicação e movimento. Mais do que um benefício, trata-se de uma prisão silenciosa, onde cada passo será monitorado e cada gesto poderá definir seu futuro. Moraes extrapola novamente com excessos. O que será que eles tanto temem?
Influenciador que alertava sobre os perigos do álcool e das drogas morre aos 30 anos vítima de câncer e cirrose
O influenciador digital Jota Surfista morreu nesta quarta-feira (25), aos 30 anos. Letícia Deziderio, mãe do filho do influenciador, confirmou o falecimento. Jota Surfista compartilhou com seus seguidores, durante os últimos meses, o enfrentamento de um câncer no estômago. O jovem também recebeu diagnóstico de cirrose hepática. Letícia utilizou as redes sociais para expressar sua dor pela perda. “Só Deus sabe o quanto eu implorei pra você sair daquele hospital com vida… dói demais aceitar. Mas me conforta saber que o seu sofrimento acabou fica a paz no meu coração de ter estado ao seu lado nesses meses, de ter cuidado de você de não ter te abandonado em nenhum momento… e de ter conseguido me despedir. Você lutou até o fim. Agora, descansa em paz. Eu vou te amar pra sempre!”, escreveu. Adhemar Neto, irmão do influenciador, havia informado mais cedo nesta quarta-feira que ele estava hospitalizado. O familiar revelou que Jota Surfista recebia cuidados paliativos. “Meu irmão está em uma situação muito difícil aqui no hospital”, declarou Adhemar Neto. O influenciador tinha mais de trezentos mil seguidores nas redes sociais. Após receber o diagnóstico das doenças, ele passou a alertar seu público sobre os perigos do consumo de álcool e drogas. Em uma gravação divulgada no início de março, o jovem relatou como iniciou o consumo de bebidas alcoólicas ainda na adolescência. “Eu comecei bebendo e usando drogas por influência. Eu comecei com 14, 13 anos. Os caras da minha quebrada andando de moto e bebendo pinga, com várias meninas diferentes e eu queria também”, declarou ele na gravação. Jota Surfista utilizou sua experiência pessoal como ferramenta de conscientização. Seus vídeos e publicações abordavam as consequências do uso prolongado de álcool e drogas.
Cunhado de Vorcaro troca de advogado e aumenta apreensão no STF sobre delação
Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, acaba de mudar de advogado. Zettel é figura central no esquema de fraudes do Banco Master. A troca ocorre enquanto avançam negociações para um possível acordo de delação premiada. Zettel está preso desde o início de março de 2026. A nova defesa ficará a cargo do criminalista Celso Vilardi. O advogado é conhecido por atuar em casos de grande repercussão nacional. Vilardi participou de acordos de colaboração premiada relevantes durante a Operação Lava-Jato. A substituição da equipe jurídica indica mudança na estratégia de defesa. Investigadores avaliam que Zettel e Vorcaro podem firmar delações de forma coordenada. A proximidade entre os dois nas operações do Banco Master fundamenta essa expectativa. Zettel é casado com Natalia Vorcaro, irmã do ex-banqueiro. Antes da prisão, ele foi pastor na Igreja Batista da Lagoinha. Também ocupou o cargo de diretor no Banco Master. As investigações mostram que Zettel mantinha participação ativa nas operações conduzidas por Vorcaro. O material probatório reunido pelas autoridades confirma o envolvimento direto dele nas atividades do ex-banqueiro. As autoridades identificam Zettel como operador financeiro de Vorcaro. Essa posição estratégica coloca o cunhado do ex-banqueiro como detentor de informações sobre o funcionamento do mercado financeiro. Os vínculos profissionais de Zettel podem ampliar o alcance de uma eventual colaboração. Uma delação forneceria elementos sobre a estrutura das operações fraudulentas.
Moraes autoriza visita de três filhos de Bolsonaro, mas mantém proibição a Eduardo
Ao conceder prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro por um período de 90 dias, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes estabeleceu regras específicas para visitas. A decisão chamou atenção por não incluir um dos filhos do ex-mandatário entre os autorizados. No despacho, Moraes determinou que Bolsonaro não poderá receber visitas livres durante o período, exceto em casos específicos, como atendimentos médicos, encontros com advogados e visitas de familiares diretos — desde que respeitadas condições previamente fixadas. Entre os filhos autorizados a visitá-lo, o ministro citou nominalmente Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e Jair Renan Bolsonaro (PL-SC). As visitas estão permitidas às quartas-feiras e aos sábados, em horários definidos, seguindo regras semelhantes às de unidades prisionais. “Autorização de visitas permanentes de seus filhos Flávio Nantes Bolsonaro, Carlos Nantes Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro, nas mesmas condições legais do estabelecimento prisional, ou seja, às quartas-feiras e aos sábados, em um dos seguintes horários: 8h às 10h, 11h às 13h e 14h às 16h”, diz Moraes. A ausência do nome de Eduardo Bolsonaro na decisão gerou repercussão, já que o deputado federal não foi mencionado em nenhum trecho do documento, ficando fora da lista de familiares autorizados. Na prática, a restrição segue uma determinação anterior do próprio ministro. Em julho de 2025, Moraes havia proibido qualquer contato entre Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro, no contexto de um processo que investigava uma suposta tentativa de coação ao STF durante o julgamento relacionado à chamada trama golpista. Posteriormente, em setembro de 2025, a Procuradoria-Geral da República (PGR) optou por não denunciar o ex-presidente nesse caso específico. Já Eduardo Bolsonaro, conforme o andamento do processo, ainda não foi condenado. Por outro lado, a filha mais nova do ex-presidente, Laura Bolsonaro, não enfrenta esse tipo de restrição. Por residir com o pai e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro em Brasília, o contato entre eles ocorre de forma contínua, sem necessidade de autorização judicial específica. A decisão de Alexandre de Moraes, ao detalhar as condições da prisão domiciliar, mantém assim limitações específicas de contato, preservando medidas cautelares previamente impostas no âmbito das investigações em curso.
Professora doutora da Unicamp é presa em flagrante por furto de material biológico, mas é solta no dia seguinte
A Polícia Federal prendeu em flagrante a professora Soledad Palameta Miller, docente da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp. A prisão ocorreu na segunda-feira (23) após investigação sobre a subtração de material biológico do Laboratório de Virologia e Biotecnologia Aplicada do Instituto de Biologia da universidade. A Justiça Federal concedeu liberdade provisória à docente na tarde de terça-feira (24). A Unicamp comunicou às autoridades o desaparecimento do material do laboratório. A investigação teve início a partir dessa notificação. Soledad Palameta Miller possui nacionalidade argentina. Ela tem doutorado em Ciências na área de Fármacos, Medicamentos e Insumos para Saúde pela Unicamp. A professora atua no Departamento de Ciência de Alimentos e Nutrição da universidade. A Polícia Federal executou dois mandados de busca e apreensão emitidos pela 9.ª Vara Federal de Campinas. Os agentes localizaram o material que havia sido retirado do laboratório durante as diligências. O conteúdo foi encaminhado ao Ministério da Agricultura e Pecuária para análise técnica. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária apoia o processo. A Polícia Federal informou que os investigados deverão responder “pelos seguintes crimes: furto qualificado, fraude processual e transporte irregular de organismo geneticamente modificado”. A corporação afirmou que as investigações prosseguem para esclarecer as circunstâncias do caso. Soledad possui formação em biotecnologia pela Universidade Nacional de Rosario, na Argentina. A professora desenvolveu projetos no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais. Suas áreas de pesquisa abrangem engenharia de vetores virais, imunomodulação e anticorpos monoclonais aplicados ao tratamento do câncer. A defesa da professora foi consultada pelo jornal O Estado de S. Paulo. Os advogados optaram por não comentar os fatos. Eles justificaram a decisão pelo sigilo decretado pelo juízo. “Prezando pela segurança jurídica e pelo sigilo dos atos processuais, limitaremos nossas manifestações ao âmbito judicial, em respeito ao devido processo legal”, afirmaram em nota. A Reitoria da Unicamp divulgou comunicado em seu site. A universidade afirmou que colabora com as investigações federais. “A universidade mantém-se à disposição das autoridades competentes para auxiliá-las no esclarecimento das circunstâncias em que os fatos ocorreram. Os detalhes do caso serão preservados para não comprometer o andamento das investigações”, declarou a instituição. A universidade não divulgou informações adicionais sobre o material biológico subtraído. A instituição não se pronunciou sobre eventuais consequências administrativas para a docente. A investigação policial permanece em andamento para apurar todos os aspectos relacionados ao caso.
Presidente do Chile retira apoio à candidatura de Bachelet na ONU em resposta à ausência de Lula na posse
Lula não compareceu à posse do novo presidente do Chile, José Antonio Kast, realizada em 11 de março, mesmo sem ter qualquer compromisso relevante na agenda. A ausência do petista foi interpretada como um desprezo ao líder chileno. A resposta veio rapidamente. Kast retirou o apoio do país à candidatura de Michelle Bachelet para o cargo de secretária-geral da ONU, uma candidatura que conta com o respaldo do governo Lula. A decisão do presidente chileno representa mais uma derrota diplomática para o petista, cada vez mais isolado na América Latina. O governo brasileiro tem enfrentado dificuldades para emplacar seus candidatos em organismos internacionais. Em julho do ano passado, o Brasil não conseguiu aprovar o candidato Fábio Sá e Silva para a Comissão de Direitos Humanos (CIDH) na Organização dos Estados Americanos (OEA). Sem o apoio do Chile, Bachelet ainda pode seguir como candidata independente. No entanto, suas chances de passar pelo crivo do Conselho de Segurança são mínimas.
Desaprovação de Lula dispara e atinge 61% dos brasileiros a seis meses da eleição
A seis meses do primeiro turno das eleições, o presidente Lula enfrenta um cenário ainda mais crítico do que ficar atrás de Flávio Bolsonaro nas pesquisas eleitorais. O dado mais preocupante para o petista é o crescimento acelerado da desaprovação de seu nome entre os brasileiros. Faltando pouco mais de seis meses para a realização do primeiro turno da eleição, o petista é desaprovado por 61% dos brasileiros. O índice saltou de 57% para 61%, apontando uma verdadeira queda livre da imagem do presidente. Já o governo como um todo é desaprovado por 57% da população. Em outras palavras, a avaliação que os eleitores fazem do petista é pior do que a que fazem do governo como um todo. Lula está em situação mais crítica do que a própria administração federal. Os dados são de pesquisa do PoderData realizada entre os dias 21 e 23 de março de 2026. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
4 fatores que causam verdadeiro terror aos ministros do STF
Alguns ministros do Supremo Tribunal Federal estão vivendo dias de intenso pavor e terror com a pressão incontrolável desencadeada pelo caso Master. Uma voz, entretanto, teria dito no ouvido de Alexandre de Moraes de que com a concessão da prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro, essa pressão iria diminuir. Ledo engano. Quatro fatores não vão permitir que a pressão diminua: – Uma delação bombástica a caminho. – A Polícia Federal incontrolável. – A imprensa que acordou e perdeu o medo. – André Mendonça, o relator terrivelmente evangélico, que não dá mostras até o momento de que irá arrefecer no seu propósito de salvar o STF de quem jogou o tribunal na lama.