O ministro Alexandre de Moraes decidiu que o polêmico inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF) deve permanecer em andamento até 2027. A decisão foi tomada à revelia do presidente da Corte, Edson Fachin. Nesta semana, Fachin afirmou que pretende levar a Moraes apelos para que o caso seja encerrado, mas não terá sucesso, segundo informações de fontes da cúpula do Judiciário. A investigação completou sete anos de tramitação em março de 2026. O conteúdo das apurações permanece desconhecido. O inquérito abrange uma variedade crescente de temas. Trata-se de algo inusitado na Justiça brasileira, sem precedente e sem amparo legal. A decisão sobre o encerramento do inquérito cabe a Moraes, na condição de relator do caso. Ministros do tribunal projetam, em conversas reservadas, possíveis datas para o término da apuração. Integrantes do Supremo avaliam que, com o país polarizado e às vésperas das eleições presidenciais, a investigação poderia funcionar como uma “espada” sobre as cabeças de certos políticos. A abrangência e a falta de critérios claros de investigação constituem os principais motivos das ressalvas ao procedimento. Críticos denominam a apuração de inquérito do fim do mundo.
Morre renomado compositor Alvin L, autor de mais de 200 clássicos da música brasileira
Morreu neste domingo o compositor Alvin L, nascido em Salvador em 1959 e registrado no Rio de Janeiro com o nome de Arnaldo José Lima Santos. O artista deixou um legado expressivo na música brasileira. O velório está marcado para esta segunda-feira (6), às 12h, no Memorial do Carmo, no bairro carioca do Caju. A cremação acontece em seguida, às 15h. O compositor assinou mais de 200 composições gravadas por cantores como Milton Nascimento, Sandy & Junior, entre outros. Todas elas foram registradas com seu nome artístico, Alvin L. Entre os hits que levam sua autoria está “Eu não sei dançar”, canção famosa na voz de Marina Lima. Guitarrista e compositor, Alvin L começou a carreira na música no final dos anos 1970 com o grupo punk Vândalos. Mais tarde, formou os Rapazes de Vida Fácil, mais influenciado pelo new wave, que chegou a lançar um compacto, em 1982, pela gravadora PolyGram. A música de maior sucesso da banda foi “Adriana na Piscina”. Com o grupo Brasil Palace, flertou com o experimentalismo. Em seguida, foi o compositor principal dos Sex Beatles, banda formada em 1990, que lançou dois discos, “Automobília” e “Mondo passionale”. O grupo trazia, além dele, na guitarra, a vocalista Cris Braun, o guitarrista Ivan Mariz, o baixista Vicente Tardin e o baterista Marcelo Martins. Dado Villa-Lobos, na época ainda integrando a Legião Urbana, chegou a tocar com os Sex Beatles. Mas a área em que o artista mais se destacou foi na composição. Além de Marina Lima (que, dele, gravou ainda “Stromboli”, “Deve Ser Assim” e “Na Minha Mão”), Capital Inicial (“Natasha”, “Mickey Mouse em Moscou”, “Todos os Lados”, “Eu Vou Estar”, “Tudo que Vai”), Leila Pinheiro (que registrou três músicas suas em “Na Ponta da Língua”), Belô Velloso (“Menos Carnaval”), Toni Platão (“Tudo que Vai”) e Ana Carolina (“Perder Tempo com Você”) foram outros que registraram canções do artista.
Marina Silva deixa o governo e enfrenta abandono político completo
Marina Silva parece ter sido literalmente abandonada no cenário político brasileiro. A ex-ministra de Lula não aprendeu nada com o que aconteceu em 2014, quando foi apunhalada pelo PT. A ex-ministra vive um isolamento político irreversível. Em seu partido, o Rede Sustentabilidade, incompetente e sem credibilidade, foi fragorosamente derrotada, ficando o seu minguado grupo político com apenas 24% de influência. Com isso, seus principais aliados debandaram para o PSB. Sem o convite do PT e ignorada pelos grandes caciques partidários, Marina tenta se viabilizar ao Senado em São Paulo como uma figura solitária. Sem tempo de TV, sem o controle da própria legenda e sem o apoio da máquina federal, ela agora luta apenas para não ser varrida do mapa eleitoral em outubro. Gonçalo Mendes Neto, Jornalista.
PT sofre nova debandada: presidente de diretório municipal no Ceará abandona partido e migra para o PSDB de Ciro Gomes
A queda nas pesquisas de Lula parece estar influenciando as decisões de lideranças petistas em todo o país. No Ceará, o PT perdeu a presidente municipal de Camocim, Euvaldete Ferro. Ela anunciou a renúncia ao cargo no dia 27 de março de 2026 e, na sequência, na quarta-feira (1º), se filiou ao PSDB, partido comandado pelo ex-ministro Ciro Gomes. Euvaldete disputou a prefeitura de Camocim em 2024, com o apoio do presidente da Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), Romeu Aldigueri (PSB), e do deputado federal José Airton (PT). Foi derrotada nas urnas, com 45% dos votos. A troca partidária representa mais uma baixa na base do governo e fortalece a candidatura de Ciro Gomes. O grupo de oposição afirma, há semanas, que muitas lideranças ainda vão mudar de lado até as eleições de outubro de 2026.
Psicóloga brasileira faz apelo direto de Tel Aviv enquanto situação em Israel se agrava com novos bombardeios – Veja o vídeo!
A psicóloga brasileira Márcia Kelner Polisuk, que acompanha de perto o cenário dentro do país, relatou o impacto psicológico da crise e fez um apelo para que os brasileiros se posicionem diante da gravidade da situação. Ela ressaltou a ausência de apoio por parte do governo brasileiro e descreveu um cenário de extrema tensão em Israel. Mísseis têm atingido diferentes regiões do país, forçando parte da população a recorrer ao trabalho remoto como forma de reduzir os riscos durante os deslocamentos. O foco do Irã é atingir a população civil de Israel. Centenas de idosos estão sendo transferidos para abrigos seguros diante da iminência de novos ataques, em uma operação que mobiliza autoridades e voluntários. Veja o vídeo:
Augusto Cury, psiquiatra de fama mundial, anuncia pré-candidatura à Presidência pelo Avante
O partido Avante lançou neste domingo (5) uma nova pré-candidatura presidencial que estava fora dos holofotes até então. O pré-candidato é o psiquiatra e escritor Augusto Cury, conhecido internacionalmente por seus livros de autoajuda publicados em 90 países. O anúncio foi feito pelo próprio Augusto Cury em suas redes sociais, em uma postagem ao lado do presidente nacional do partido, o deputado federal Luís Tibé (MG). Na publicação em que formalizou a pré-candidatura, Augusto Cury declarou que seu objetivo é “contribuir para a construção do Brasil dos sonhos”. O psiquiatra afirmou: “Não amo o poder, não preciso do poder e não busco o poder pelo poder. Não se trata de um projeto pessoal, mas de uma jornada 100% baseada em projetos e 0% de ataques pessoais”. No vídeo de anúncio, Cury também apresentou suas propostas, que incluem a criação de 10 mil clubes de empreendedorismo no país, além da qualificação de policiais e de programas para a redução da insegurança alimentar. Na gravação, o pré-candidato defendeu ainda uma “reengenharia das escolas”, classificou os professores como “cozinheiros do conhecimento” e criticou a “radicalização agressiva” no cenário político brasileiro. Augusto Cury conquistou reconhecimento internacional como autor de livros de autoajuda, com obras publicadas em 90 países ao redor do mundo.
Jornalista da Globo rompe o silêncio e questiona: “Por que Moraes não é investigado?”
A jornalista Thaís Oyama rompeu o silêncio sobre as controvérsias envolvendo o ministro Alexandre de Moraes. Em sua coluna no jornal O Globo, ela fez uma pergunta direta: “Por que Moraes não é investigado?” O questionamento surge após revelações sobre viagens do ministro em jatinhos particulares e outras situações que levantam dúvidas sobre possíveis conflitos de interesse. “As ilações da fantasiosa matéria são absolutamente falsas. O ministro Alexandre de Moraes jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece”, foi a negativa divulgada pela assessoria do ministro. Segundo Oyama, a resposta veio com o estilo característico de Moraes: “muitos adjetivos, nenhum argumento e tom de quem não gostou de ser incomodado”. As informações sobre as viagens foram reveladas pela Folha de S.Paulo e confirmadas pelo Estadão, baseando-se no cruzamento de dados de três bancos de informações de aviação. Segundo as reportagens, Moraes teria viajado com a esposa, Viviane Barci, ao menos oito vezes em jatinhos de empresas do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Oyama destaca que a negativa categórica diante de fatos documentados, somada à estratégia de negar o que não foi afirmado — no caso, que ele voou acompanhado de Vorcaro ou Zettel —, é um recurso que Moraes já utilizou anteriormente ao ser confrontado com outras reportagens do próprio jornal O Globo. Entre os casos anteriores, a jornalista menciona a reportagem que apontou pressão do ministro sobre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para apoiar a compra do Master pelo BRB, e outra que mostrou mensagens enviadas por Vorcaro ao telefone de Moraes horas antes de ser preso, com o conteúdo: “Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?” “Moraes age como se a enunciação categórica de suas negativas, por virem de quem vêm, bastasse para encerrar qualquer controvérsia. Não basta. Pelo contrário”, escreve Oyama. A colunista argumenta que, no Direito, a existência de indícios múltiplos e convergentes apontando numa direção — no caso, que o ministro ou sua família foram beneficiados com um contrato de R$ 130 milhões pelo ex-banqueiro, que por sua vez teria se beneficiado da posição de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF) — confrontados com a negação do envolvido, costuma reforçar, e não enfraquecer, a necessidade de investigação. “Não é por meio da contraposição formal das versões que se chega à verdade? Então, por que Moraes não é investigado ainda?”, questiona a jornalista. A resposta, segundo Oyama, é técnica e curta: porque Paulo Gonet, procurador-geral da República (PGR), até agora não quis. A colunista aponta que há um componente estrutural no problema: Gonet concentra sozinho um dos poderes mais absolutos da República. Nos casos que tramitam no STF, cabe ao PGR requerer diligências, impulsionar, travar ou enterrar uma apuração. A Polícia Federal pode, em tese, pedir diretamente ao tribunal a instauração de um inquérito, mas, aberta a investigação, a palavra decisiva sobre seu destino continua sendo do procurador-geral. “Basta, assim, a inércia de um único indivíduo para bloquear a abertura da ação penal — e não importa se ele deixa de agir por convicção jurídica ou por razões pessoais ligadas à proximidade com potenciais investigados”, observa Oyama. A jornalista destaca que o atual PGR foi sócio de Gilmar Mendes e mantém com Moraes uma relação de declarada amizade. No entanto, ela ressalta que o problema não se resume à figura de Gonet, mas à arquitetura institucional. “Fosse outro o nome, talvez o quadro não mudasse. Sem impedimento legal nem quarentena para ser reconduzido ao cargo, ou mesmo pleitear uma vaga no STF, o procurador-geral sempre terá bons motivos para não hostilizar ministros da Corte, cabos eleitorais poderosos em qualquer projeto do gênero”, analisa. Oyama também aponta outra dificuldade: na hipótese de, apesar de Gonet, uma investigação penal contra Moraes ser aberta, sobreviver e chegar a julgamento, ela seria conduzida pelo próprio STF — que, segundo ela, nunca na sua história acolheu nem mesmo um pedido externo de impedimento ou suspeição de um de seus integrantes. Fora da frente penal, resta a via do crime de responsabilidade no Senado, com os componentes políticos que ela implica. A colunista observa que a direita já trabalha para transformar ministros do STF em plataforma política. “Mas, mesmo fora desse campo, uma coisa parece certa: neste ano, dificilmente um candidato ao Senado atravessará a campanha sem responder à pergunta: será Moraes finalmente investigado?”, conclui Thaís Oyama. Recentemente, surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Chef italiano procurado pela Interpol por fraudes milionárias é preso em restaurante de luxo no Brasil
Um chef italiano incluído na lista de procurados internacionais da Interpol foi preso no Brasil após decisão judicial que autorizou sua detenção para fins de extradição. A captura ocorreu em um restaurante de alto padrão em Fortaleza, onde ele atuava profissionalmente. Identificado como Fabio Mattiuzzo, o estrangeiro foi detido pela Polícia Federal por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal. A ordem judicial prevê prisão preventiva enquanto tramita o processo de extradição solicitado pelas autoridades italianas. Segundo informações das investigações, Mattiuzzo acumulava condenações relacionadas a fraudes financeiras na Itália. Ele teria atuado como diretor de empresas que posteriormente entraram em colapso financeiro, deixando prejuízos significativos. Em um dos casos, foi condenado por desviar mais de 96 mil euros — valor que se aproxima de meio milhão de reais — utilizando os recursos para despesas pessoais. As autoridades italianas também apontaram que o chef teria ocultado e destruído documentos contábeis com o objetivo de dificultar a apuração das irregularidades. Em outro processo, ele foi responsabilizado pela retirada indevida de bens de uma empresa, incluindo móveis e até um caminhão, também destinados a uso próprio. Somadas, as condenações ultrapassam cinco anos de prisão por falência fraudulenta agravada. Após as sentenças, o italiano não foi mais localizado, passando a ser considerado foragido da Justiça. Diante disso, seu nome foi inserido na chamada difusão vermelha da Interpol, instrumento utilizado para alertar autoridades de diversos países sobre a necessidade de localização e prisão de indivíduos procurados internacionalmente. A prisão ocorreu em março deste ano, período em que o chef vivia no Brasil e trabalhava em um restaurante de culinária francesa situado em uma área nobre da capital cearense. Com o cumprimento do mandado pela Polícia Federal, o caso agora avança para a fase de formalização do pedido de extradição por parte do governo italiano. De acordo com a decisão judicial, os crimes atribuídos a Mattiuzzo não estão prescritos e possuem correspondência na legislação brasileira, incluindo delitos como apropriação indébita e fraude contra credores, o que reforça a viabilidade do processo de extradição.
Jornalista tem “ataque” ao ver que Flávio Bolsonaro pode ganhar no 1º turno
Carlos Bolsonaro publicou em suas redes sociais um vídeo mostrando uma jornalista tendo um “ataque” ao constatar a real possibilidade de Flávio Bolsonaro vencer a disputa presidencial ainda no primeiro turno. Na publicação, Carlos comentou sobre o momento político e o crescimento do movimento conservador: “Dizem que é impossível, até acontecer.” “Trabalhamos por isso há muitos anos e não vamos parar!” “Flávio Bolsonaro cresce, o conservadorismo se fortalece no Brasil e no mundo.” Confira o vídeo: Paralelamente, surgiram as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato Flávio Bolsonaro Para quem deseja apoiar a campanha, é possível adquirir as peças através do link: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Morre aos 61 anos empresário e piloto que construiu império automotivo em Santa Catarina
O empresário catarinense Wanderlei Antônio Berlanda faleceu neste domingo (5), aos 61 anos, deixando grande comoção entre empresários, esportistas e admiradores. Reconhecido por sua trajetória nos negócios e pela paixão pelo automobilismo, ele construiu um legado marcado por crescimento empresarial consistente e incentivo ao esporte em Santa Catarina. Natural de Chapecó, Berlanda iniciou sua carreira no setor de máquinas agrícolas e, ao longo dos anos, diversificou suas atividades empresariais. Foi fundador da rede de lojas Berlanda e liderou empreendimentos em diferentes áreas, incluindo o mercado imobiliário, farmacêutico e automotivo. Nos últimos anos, ganhou destaque à frente do Grupo Hai, responsável por concessionárias da marca Toyota em Itajaí, Brusque e Florianópolis. Além da atuação empresarial, Berlanda teve participação relevante em entidades representativas do comércio. Integrou a Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó e a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina, contribuindo para o fortalecimento do comércio regional. No automobilismo, Berlanda era filiado à Federação de Automobilismo de Santa Catarina e acompanhava de perto a participação dos filhos nas competições. Mais recentemente, também passou a competir como piloto, alcançando destaque nas pistas. Em 2025, conquistou o título da Copa Gold Classic na Divisão 5. A organização da categoria lamentou profundamente sua morte e ressaltou sua importância para o esporte. Segundo a entidade, ele foi “um dos principais incentivadores da categoria” e alguém que “mostrou-se campeão na pista e na vida”. A causa da morte não foi divulgada. O velório está previsto para ocorrer entre a noite deste domingo (5) e a manhã de segunda-feira (6), no Cemitério Jardim da Paz, em Florianópolis. Em sinal de respeito, as lojas do grupo permanecerão fechadas durante a segunda-feira (6). A morte do empresário provocou forte comoção nas redes sociais, com diversas manifestações de pesar. “Um exemplo a todos! Deixará saudades”, escreveu um internauta. Outros destacaram qualidades pessoais e profissionais, como caráter, liderança e inspiração. A família divulgou nota oficial lamentando a perda: “Com profundo pesar e coração consternado comunicamos que hoje, 05/04/26, em Florianópolis, ocorreu o falecimento de Wanderlei Antonio Berlanda. Com 61 anos, pai, avô, amigo e líder visionário, Wanderlei partiu deixando um vazio imensurável na vida daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Mais do que um empreendedor que transformou sonhos em realidade, ele foi um exemplo de simplicidade, trabalho ético e dedicação à sua gente. Sua trajetória de vida confunde-se com a própria história de Santa Catarina. Deixa como maior legado não apenas um grupo empresarial, mas os valores de resiliência e humanidade que imprimiu em cada passo de sua jornada. Neste momento de imensa dor, unimo-nos em preces e solidariedade à família, amigos e colaboradores. Que a memória de sua força e de seu sorriso nos sirva de consolo e guia.”