A seis meses do primeiro turno das eleições, o presidente Lula enfrenta um cenário ainda mais crítico do que ficar atrás de Flávio Bolsonaro nas pesquisas eleitorais. O dado mais preocupante para o petista é o crescimento acelerado da desaprovação de seu nome entre os brasileiros. Faltando pouco mais de seis meses para a realização do primeiro turno da eleição, o petista é desaprovado por 61% dos brasileiros. O índice saltou de 57% para 61%, apontando uma verdadeira queda livre da imagem do presidente. Já o governo como um todo é desaprovado por 57% da população. Em outras palavras, a avaliação que os eleitores fazem do petista é pior do que a que fazem do governo como um todo. Lula está em situação mais crítica do que a própria administração federal. Os dados são de pesquisa do PoderData realizada entre os dias 21 e 23 de março de 2026. Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
4 fatores que causam verdadeiro terror aos ministros do STF
Alguns ministros do Supremo Tribunal Federal estão vivendo dias de intenso pavor e terror com a pressão incontrolável desencadeada pelo caso Master. Uma voz, entretanto, teria dito no ouvido de Alexandre de Moraes de que com a concessão da prisão domiciliar para o ex-presidente Jair Bolsonaro, essa pressão iria diminuir. Ledo engano. Quatro fatores não vão permitir que a pressão diminua: – Uma delação bombástica a caminho. – A Polícia Federal incontrolável. – A imprensa que acordou e perdeu o medo. – André Mendonça, o relator terrivelmente evangélico, que não dá mostras até o momento de que irá arrefecer no seu propósito de salvar o STF de quem jogou o tribunal na lama.
Microfone de Malu Gaspar é cortado ao vivo na GloboNews em episódio que envergonha o jornalismo (Veja o vídeo!)
Um episódio bizarro marcou a transmissão ao vivo de uma entrevista com o senador Flávio Bolsonaro na GloboNews. A jornalista Julia Duailibi estava visivelmente incomodada durante a entrevista. Malu Gaspar, que também participava da conversa, foi literalmente cortada pela colega e impedida de fazer uma pergunta. A interrupção aconteceu de maneira abrupta e extremamente antiética. O episódio representa uma vergonha para o jornalismo brasileiro. Confira o vídeo:
STF descumpre prazo e silencia covardemente: Fachin será acionado pessoalmente sobre telefone usado por Vorcaro
O Supremo Tribunal Federal (STF), sempre rigoroso ao estipular prazos para que cidadãos não alinhados com o pensamento dominante na Corte prestem esclarecimentos, não foi capaz de atender a um prazo estabelecido pela CPMI do INSS para que fornecesse uma informação extremamente simples. O STF não respondeu e a pergunta continua sem resposta: quem estava usando o telefone funcional que no dia em que Vorcaro foi preso ele perguntou se conseguiu “bloquear” sua prisão? A CPMI do INSS havia concedido dois dias úteis para o STF informar quem usava o número funcional da Corte contatado por Vorcaro no dia de sua primeira prisão — 17 de novembro de 2025. A imprensa já havia confirmado que o número era usado pelo ministro Alexandre de Moraes. O prazo venceu nesta segunda-feira (23). O STF não respondeu. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, foi direto: “Não recebemos resposta oficial do STF — vamos oficiar o ministro Fachin, presidente da Casa”. O argumento é simples e difícil de rebater: é um número público, pago com dinheiro público. O tribunal precisa dizer quem estava usando. Moraes nega em nota ter sido o destinatário das mensagens de Vorcaro — mas o STF, como instituição, se recusa a confirmar ou negar. Se não foi Moraes — por que o tribunal não responde e encerra a questão de vez? O silêncio institucional numa investigação dessa magnitude não é neutro. É uma resposta. E o Brasil sabe disso. Livro “Supremo Silêncio” expõe bastidores do Inquérito das Fake News A Magnitsky caiu, mas um dos maiores medos de Moraes ainda está disponível para o povo: o polêmico livro “Supremo Silêncio”. A perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fake News foram expostos! Se apresse, a censura está de olho nessa obra!
Operação da PF prende 21 em esquema de fraudes de R$ 500 milhões e mira CEO da Fictor
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (25) a Operação Fallax para investigar fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, estelionato e lavagem de dinheiro. A ação mobilizou agentes em três estados e resultou no cumprimento de 21 mandados de prisão preventiva e 43 de busca e apreensão. Até o momento, 13 pessoas foram presas preventivamente. As investigações apontam que o valor total das fraudes pode superar R$ 500 milhões. Rafael Góis, CEO do Grupo Fictor, foi alvo de busca e apreensão. Luiz Rubini, ex-sócio do conglomerado, também está entre os investigados. O Grupo Fictor atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura. Rubini esteve envolvido no escândalo do Banco Master. Ele tentou adquirir a instituição de Daniel Vorcaro antes da liquidação determinada pelo Banco Central em novembro. Os mandados judiciais foram expedidos pela Justiça Federal de São Paulo. Agentes cumpriram as ordens em municípios paulistas como Rio Claro, Americana e Limeira. A operação também alcançou cidades no Rio de Janeiro e na Bahia. A Justiça determinou o bloqueio e sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros. O valor total das medidas cautelares soma até R$ 47 milhões. A PF obteve autorização para rastreamento de ativos financeiros, incluindo quebra de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas físicas e jurídicas. As apurações revelam que o esquema financeiro teria sido utilizado por empresários ligados ao Grupo Fictor. Integrantes do Comando Vermelho também teriam usado a estrutura criminosa para movimentar e ocultar recursos de origem ilícita. A investigação começou em 2024. A Polícia Federal identificou indícios de um esquema estruturado para obtenção de vantagens ilícitas. O grupo criminoso operava mediante a cooptação de funcionários de instituições financeiras. Empresas eram utilizadas para movimentação de valores e ocultação de recursos. A organização empregava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos. Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos em sistemas bancários, prática que viabilizava saques e transferências indevidas. Os valores eram posteriormente convertidos em bens de alto valor e criptoativos, dificultando o rastreamento. Os investigados poderão responder por organização criminosa, estelionato qualificado e lavagem de dinheiro. Também podem ser acusados de gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva. Crimes contra o sistema financeiro nacional integram a lista de possíveis acusações. As penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.
AtlasIntel: Flávio Bolsonaro cresce e empata tecnicamente com Lula em segundo turno para 2026
O instituto AtlasIntel divulgou nesta quarta-feira (25) nova pesquisa eleitoral sobre as eleições presidenciais de 2026. O levantamento mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 47,6% das intenções de voto em eventual segundo turno. Lula (PT) aparece com 46,6%. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro. O senador pelo Rio de Janeiro registrou crescimento de um ponto percentual desde o último levantamento. Em fevereiro, a mesma pesquisa apontava Flávio Bolsonaro com 46,3%. Lula tinha 46,2% das intenções de voto. A pesquisa ouviu 5.028 eleitores entre quarta-feira (18) e segunda-feira (23) de março. A margem de erro é de um ponto percentual para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que em 100 pesquisas realizadas, 95 apresentarão resultados dentro da margem de erro calculada. O instituto utilizou metodologia online baseada no sistema Atlas RDR (“Recrutamento Digital Randomizado”). O método permite a coleta de dados através de plataformas digitais com seleção aleatória de participantes. Cenário de primeiro turno No cenário considerado mais provável para o primeiro turno, Lula mantém a liderança com 45,9% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece em segundo lugar com 40,1%. A diferença entre os dois principais candidatos é de 5,8 pontos percentuais. Renan Santos, do partido Missão, surge na terceira posição com 4,4% das intenções de voto. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do União Brasil, registra 3,7%. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, do Novo, aparece com 3,1%. O ex-ministro da Defesa Aldo Rebelo, do DC, fecha a lista dos candidatos testados com 0,6% das intenções de voto. Os números indicam a necessidade de segundo turno. Nenhum candidato alcança a maioria absoluta dos votos válidos. Outros cenários de segundo turno A pesquisa testou diferentes cenários de segundo turno envolvendo outros possíveis candidatos do campo político bolsonarista. Flávio Bolsonaro apresenta o melhor desempenho contra Lula entre as alternativas avaliadas. Em confronto entre Lula e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a diferença cai para 0,9 ponto percentual. O presidente registra 46,6% das intenções de voto. O governador paulista alcança 47,2%. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também foi testada como possível candidata. Em eventual segundo turno contra Lula, ela obteria 47% das intenções de voto. O presidente teria 46,8%. A diferença é de apenas 0,2 ponto percentual. O levantamento simulou confronto entre Lula e o ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula teria 46,6% das intenções de voto. O ex-presidente alcançaria 47,4%. Perfil dos eleitores de Lula A pesquisa detalha as características demográficas e socioeconômicas dos eleitores de cada candidato. O presidente Lula apresenta melhor desempenho entre o público feminino. Ele alcança 54,1% das intenções de voto neste segmento. Entre os eleitores com ensino fundamental, o presidente registra 53,2%. Entre aqueles com ensino superior, 50,4%. No recorte por religião, Lula obtém 54,2% das preferências entre os católicos. Na análise por faixa de renda familiar, o presidente tem melhor desempenho entre aqueles que ganham entre R$ 2 mil e R$ 3 mil mensais. Ele alcança 54% das intenções de voto nesta faixa. A região Nordeste representa o melhor desempenho regional do presidente, com 57,3% das intenções de voto. A região Centro-Oeste representa o pior resultado para Lula, com apenas 31,4% das preferências do eleitorado local. Perfil dos eleitores de Flávio Bolsonaro O senador Flávio Bolsonaro apresenta melhor desempenho entre o eleitorado masculino. Ele alcança 44,7% das intenções de voto neste grupo. Entre as mulheres registra 35,9%. Na faixa etária entre 35 e 44 anos, o parlamentar obtém 43,3% das preferências. Entre os eleitores com ensino médio, Flávio Bolsonaro alcança 47,5% das intenções de voto. O segmento religioso evangélico representa o melhor desempenho do senador, com 65,4% das preferências. Lula tem apenas 14% neste grupo. Na análise por faixa de renda, Flávio Bolsonaro vence Lula entre aqueles que ganham até R$ 2 mil mensais. O senador tem 46,1%. O presidente tem 44,8%. Na faixa entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, o senador registra 42,8%. Lula tem 39,3%. Nas demais faixas de renda, Lula apresenta vantagem. Desempenho de Renan Santos Renan Santos, do partido Missão, apresenta desempenho expressivo entre o eleitorado mais jovem. Na faixa etária de 16 a 24 anos, ele alcança 24,7% das intenções de voto. Lula registra 28,6% neste segmento. O eleitorado de Renan Santos concentra-se entre os homens, com 7,5% das intenções de voto. Entre as mulheres o candidato obtém apenas 1,6%. Entre os eleitores com ensino médio, Renan Santos registra 7,2% das preferências.
Cláudio Castro renuncia, vice pula fora, presidente da Alerj é preso e o RJ fica praticamente sem governo
A renúncia de Cláudio Castro (PL) do governo do Rio de Janeiro provocou uma mudança imediata na estrutura de poder estadual e abriu caminho para uma eleição indireta que definirá quem comandará o estado até o fim do mandato. Sem um vice-governador apto a assumir, a legislação fluminense determina que a escolha do substituto ocorra por meio de votação na Assembleia Legislativa. A renúncia foi oficializada na segunda-feira (23/3), às vésperas da retomada de um julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que poderia resultar em sua inelegibilidade. A decisão é vista como uma estratégia para reduzir o impacto jurídico do processo em curso. Com a vacância simultânea dos cargos de governador e vice — já que Thiago Pampolha havia deixado a função anteriormente para assumir posto no Tribunal de Contas do Estado —, a linha sucessória foi interrompida. O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União), que seria o próximo na sucessão, encontra-se afastado e, portanto, impedido de assumir. Diante desse cenário, a liderança interina do estado passa, temporariamente, ao presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto. No entanto, essa condição é provisória, uma vez que a Constituição estadual exige a realização de eleição indireta em casos de dupla vacância. O novo governador será escolhido pelos deputados estaduais e exercerá um mandato-tampão até a posse do eleito nas eleições regulares de outubro. Cabe ao governador em exercício convocar o pleito em até 48 horas após a vacância, sendo que a votação deve ocorrer no prazo de 30 dias. As normas que regem essa eleição foram aprovadas pela Alerj e sancionadas pelo próprio Cláudio Castro, mas parte delas está suspensa por decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os pontos questionados está o prazo de desincompatibilização, que originalmente exigia o afastamento de possíveis candidatos em até 24 horas após a vacância — regra atualmente suspensa. Esse impasse jurídico pode impactar diretamente o cenário político, especialmente no caso de integrantes do atual governo que pretendem disputar o cargo. Um dos nomes citados nos bastidores é o do secretário Douglas Ruas, ligado ao PL e apontado como possível candidato tanto ao mandato-tampão quanto às eleições de outubro. Pelas regras vigentes, os partidos políticos serão responsáveis por indicar suas chapas, compostas por candidatos a governador e vice. A campanha poderá ocorrer junto aos deputados estaduais e também no ambiente digital, desde que sem impulsionamento pago de conteúdo. A organização do processo eleitoral ficará sob responsabilidade da Alerj, incluindo o registro das candidaturas e a análise de eventuais contestações. Outro ponto relevante é o formato da votação: embora o texto original previsse votação aberta, essa exigência também foi suspensa por decisão judicial. Para vencer no primeiro turno, a chapa precisará alcançar ao menos 36 votos. Caso nenhum candidato atinja esse número, será realizado um segundo turno, no qual vencerá a proposta mais votada. Paralelamente à escolha do novo governador, a própria Assembleia Legislativa pode passar por mudanças em sua liderança. Isso porque o julgamento no TSE que envolve Cláudio Castro também pode resultar na cassação do mandato de Rodrigo Bacellar. A relatora do caso, ministra Isabel Gallotti, já se manifestou pela perda do mandato de Bacellar, que está afastado da presidência da Alerj desde dezembro. O parlamentar chegou a ser preso por determinação do STF, sob suspeita de repassar informações sigilosas de uma operação da Polícia Federal contra o Comando Vermelho, mas teve a prisão posteriormente revogada pela própria Assembleia. Desde o afastamento de Bacellar, o comando interino da Alerj está sob responsabilidade de Guilherme Delaroli (PL), que conduz os trabalhos legislativos em meio a esse cenário de incertezas políticas no estado. Surgem as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Defesa de Filipe Martins recorre à OEA após Moraes paralisar pedido de transferência urgente
A defesa de Filipe Martins anunciou que levará o caso do ex-assessor de Assuntos Internacionais da Presidência à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (CIDH-OEA). A decisão visa ampliar a discussão jurídica para instâncias internacionais diante da paralisação do processo no Brasil. O movimento foi oficializado por meio de um agravo regimental protocolado no Supremo Tribunal Federal (STF). Os advogados Ricardo Scheiffer e Jeffrey Chiquini denunciam a demora na análise de um pedido sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes. Segundo a defesa, a morosidade compromete diretamente a efetividade da medida solicitada. Conforme os advogados, o pleito a ser apresentado à CIDH-OEA trata da necessidade urgente de transferência de Filipe Martins para o Complexo Médico Penal do Paraná. A solicitação está diretamente relacionada à preservação da integridade física do ex-assessor, atualmente detido na Cadeia Pública de Ponta Grossa, no interior do Paraná. A equipe jurídica sustenta que a ausência de decisão célere pode gerar prejuízos irreparáveis. No entendimento dos defensores, o cenário atual exige resposta imediata do Judiciário para assegurar direitos fundamentais do custodiado. “Ganha relevância a notação de afronta direta ao devido processo legal em sua dimensão substancial, na medida em que compromete a utilidade do provimento jurisdicional, além de violar a dignidade da pessoa humana, ao expor o custodiado a risco previamente identificado, em contexto no qual o Estado possui dever reforçado de proteção”, informa trecho do agravo regimental. Em manifestações anteriores, a defesa já havia chamado atenção para as condições enfrentadas por Martins na Cadeia Pública de Ponta Grossa. Segundo os advogados, a situação do ex-assessor no atual local de detenção inspira cuidados e reforça a urgência da transferência solicitada.
No coração do agro, Flávio Bolsonaro venceria Lula com folga, aponta pesquisa
No principal polo do agronegócio nacional, o estado de Mato Grosso, um novo levantamento revela ampla dianteira do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em relação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pelo Palácio do Planalto. Os dados, divulgados nesta terça-feira, 24, pelo instituto Real Time Big Data, indicam que o parlamentar chega a alcançar uma diferença de até 16 pontos percentuais sobre o atual chefe do Executivo entre os eleitores locais. De acordo com os três cenários de primeiro turno analisados, Flávio Bolsonaro apresenta variação entre 45% e 46% das intenções de voto no estado. Já Lula registra índices entre 30% e 31%. Mesmo considerando a margem de erro da pesquisa, a vantagem do senador permanece significativa, com diferença mínima de 11 pontos percentuais. Outros nomes testados na pesquisa aparecem com desempenho mais discreto entre os eleitores mato-grossenses. Entre os possíveis candidatos do PSD, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, atinge 5%, enquanto o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, soma 2%. Ratinho Júnior, do Paraná, que anunciou sua saída da disputa presidencial recentemente, aparece com 3% das intenções de voto no estado. Também figuram na sondagem o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 2% em todos os cenários avaliados, e o ex-ministro Aldo Rebelo (DC), que mantém 1% de apoio. O ativista Renan Santos (Missão), por sua vez, não registrou pontuação em nenhuma das simulações realizadas. No primeiro cenário testado, Flávio Bolsonaro lidera com 46%, seguido por Lula com 30%. Ratinho Júnior aparece com 3%, enquanto Romeu Zema tem 2% e Aldo Rebelo soma 1%. Nesse recorte, 8% dos entrevistados declararam voto nulo ou em branco, e 10% disseram não saber ou preferiram não responder. Já no segundo cenário, o senador mantém 46% das intenções de voto, com Lula alcançando 31%. Eduardo Leite figura com 2%, ao lado de Romeu Zema, também com 2%, enquanto Aldo Rebelo permanece com 1%. Os índices de votos nulos ou brancos e de indecisos repetem os mesmos percentuais: 8% e 10%, respectivamente. No terceiro cenário apresentado, Flávio Bolsonaro registra 45%, contra 30% de Lula. Ronaldo Caiado surge com 5%, seguido por Romeu Zema com 2% e Aldo Rebelo com 1%. Nesse caso, os votos nulos ou brancos chegam a 8%, enquanto 9% dos entrevistados não souberam ou não responderam. Além das intenções de voto, o estudo também avaliou a percepção dos eleitores sobre o governo federal. Mato Grosso se destaca como o estado com maior índice de reprovação à gestão de Lula entre os treze levantamentos realizados pelo instituto em 2026, atingindo 67%. A análise detalha ainda que 56% dos entrevistados classificam a administração como “Ruim” ou “Péssimo”. Outros 20% consideram o governo “Regular”, enquanto apenas 23% avaliam a condução federal como “Boa” ou “Ótima”. A pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 23 de março de 2026, com a participação de 1.600 eleitores no estado de Mato Grosso. O levantamento possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, estando devidamente registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-05763/2026.
Moraes critica defesa de Bolsonaro e rebate alegações sobre riscos à saúde na prisão
Ao autorizar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para o regime de prisão domiciliar, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), fez observações críticas à atuação da defesa e contestou as alegações sobre as condições de saúde do ex-chefe do Executivo. A decisão foi proferida nesta terça-feira (24) e determina que Bolsonaro permaneça em casa por um período inicial de 90 dias, contados a partir de sua alta hospitalar. A medida foi adotada com base em parecer favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou o estado de saúde do ex-presidente como fator relevante para a concessão do benefício. No despacho, Moraes destacou que o atendimento médico prestado ao ex-mandatário enquanto esteve na unidade prisional da Papudinha foi adequado. Segundo o ministro, quando houve necessidade de internação, a transferência para um hospital ocorreu de maneira rápida e eficiente. O magistrado também pontuou que Bolsonaro dispunha de um mecanismo de emergência dentro da unidade prisional, o chamado “botão de pânico”, que poderia ter sido acionado no momento em que apresentou problemas de saúde. Além disso, Moraes rebateu os argumentos apresentados pela defesa, que sustentavam a existência de riscos à integridade física e à saúde do ex-presidente no ambiente carcerário. Para o ministro, não há elementos que confirmem tais alegações diante do atendimento prestado. Com a decisão, Bolsonaro passará a cumprir a medida cautelar em sua residência, sob condições estabelecidas pelo Supremo, enquanto segue o acompanhamento de seu quadro clínico.