Mais de 3.300 estudos científicos analisaram a relação entre fé e saúde ao longo de um século. O Handbook of Religion and Health, publicado pela Oxford University Press, chegou a uma conclusão que regimes autoritários já conheciam na prática: quem pratica fé ativamente é mais difícil de manipular. Menor índice de depressão. Menor risco de suicídio. Maior resistência sob pressão. Isso não é religião. É pesquisa científica. Não se trata de crença. São dados concretos. A observação de homens em crise ao longo de anos revelou um padrão consistente: quando a fé era genuína, a pessoa não se entregava, mesmo depois que tudo desmoronava. A fé impedia o desmoronamento. Mas existe uma forma de esvaziar a fé sem atacá-la diretamente. Regimes inteligentes não a proíbem visivelmente. Até falam de religião. O que fazem é mais sutil: anestesiam. Permitem que a fé exista apenas como conforto, nunca como estrutura. E quando a fé dorme, os valores dormem junto. O que parece inofensivo, na prática é devastador. É por isso que regimes preferem uma fé de amuleto. De enfeite. Porque enfeite não organiza resistência. A fé que estrutura civilizações não espera o colapso para entrar em cena. Ela organiza a vida antes que o colapso aconteça. É a diferença entre quem reforça o telhado antes da tempestade e quem corre atrás de balde quando já está tudo molhado. A ciência demorou para entender isso. Durante boa parte do século XX, a fé foi tratada como coisa de gente que não pensa. Os dados, porém, foram na direção oposta — e foram consistentes o suficiente para mobilizar pesquisadores de Duke, uma das principais universidades médicas dos Estados Unidos, por mais de duas décadas. O que eles encontraram é direto. Quem vive a fé de verdade desenvolve propósito — um senso de significado que ultrapassa o próprio interesse. Quando a vida tem sentido além de si mesmo, suportamos mais. Cedemos menos. Decidimos com mais firmeza. David DeSteno, psicólogo da Northeastern University, demonstrou em pesquisa controlada que gratidão reduz a disposição das pessoas de mentir mesmo quando há vantagem imediata em jogo. O mecanismo é direto: gratidão cria uma âncora moral interna. Quem reconhece que recebeu algo não consegue trapacear para ganhar mais sem um custo interno. A fé alimenta exatamente esse estado — e por isso forma pessoas mais difíceis de corromper. Junto com isso vem o limite. A fé vivida comunica que existem linhas que não podem ser cruzadas. Não porque a lei proíbe. Não porque alguém está olhando. Porque há um código anterior a qualquer norma e posterior a qualquer conveniência. Um homem que sabe o que não fará — independentemente do que ganhe ou perca — é muito difícil de comprar. Depois vem a responsabilidade. A fé cristã não produz passividade. Produz dever. A lógica de que cada um responde pelo que fez com o que recebeu é incompatível com a terceirização de culpa que alimenta o populismo. Quem foi formado assim não transfere para o Estado o que é sua responsabilidade. E por último, comunidade. Redes religiosas criam vínculos de lealdade que resistem à manipulação do poder. Não têm um ponto único de controle. Por isso incomodam tanto quem quer controlar tudo. Propósito. Limite. Responsabilidade. Comunidade. São o que permitem que uma família se sustente sob pressão, que um pai permaneça quando seria mais fácil ir embora, que um profissional ou funcionário público recuse o suborno quando seria mais rentável aceitar. Agora fica claro por que regimes de dominação sempre atacam a fé primeiro. Não é superstição. É estratégia. Entre 1917 e 1935, 130.000 sacerdotes foram presos na União Soviética. Noventa e cinco mil foram executados. Na China de Mao Tsé-tung, templos foram demolidos sistematicamente. O objetivo nunca foi religioso. Foi sempre político. Porque a fé que forma caráter não se submete facilmente. Fé que cria comunidade não tem dono. E o que não tem dono não se confisca. Fé que ensina responsabilidade não terceiriza suas convicções para o Estado. Isso incomoda o poder. Sempre incomodou. A fé não é o lugar onde os fracos se escondem. É o lugar onde os firmes se formam.
Deputado alerta: PL da Misoginia poderia levar Neymar à prisão por expressão usada em campo
Se o Projeto de Lei da Misoginia já estivesse em vigor, casos como o do jogador Neymar poderiam levar o craque à prisão. A afirmação é do deputado federal Nikolas Ferreira. Neymar se envolveu em polêmica durante a 9ª rodada do Campeonato Brasileiro, no jogo entre Santos e Remo. Após a partida, vencida pelo Peixe, o camisa 10 disse que o árbitro “estaria de chico”, expressão ligada à menstruação feminina, provocando repercussão nas redes sociais. A reclamação do atacante foi direcionada ao árbitro Sávio Pereira Sampaio. Com a nova lei, a expressão utilizada poderá ser considerada criminosa. Em publicação nas redes sociais, Nikolas classificou a proposta como uma “aberração” e prometeu trabalhar para derrubá-la na Câmara dos Deputados. “Se a lei da misoginia for aprovada, casos como esse, levaria Neymar pra cadeia. Foi como eu disse, essa lei é uma aberração. Derrubaremos isso na Câmara”, disse Nikolas. O jogador foi advertido com cartão amarelo durante a partida, o que o tirou do próximo jogo do Santos contra o Flamengo, no domingo (5/4), no Maracanã, por isso sua crítica ao árbitro. O projeto da lei da misoginia agora segue para análise da Câmara, onde o deputado afirma que atuará para barrá-lo. A proposta é de autoria da senadora Ana Paula Lobato, com substitutivo da senadora Soraya Thronicke.
Caos interno e fim da linha para Moraes: impeachment é consenso dentro do STF, afirma jornalista
O jornalista Cláudio Dantas revelou informação que promete abalar as estruturas de Brasília. Segundo ele, fontes de dentro do Supremo Tribunal Federal confirmam: existe hoje entre os ministros um consenso pelo impeachment de Alexandre de Moraes. Isso já seria uma realidade entre seus próprios colegas. O diagnóstico interno é devastador: Moraes está “fora de controle” e é um “psicopata”. O sistema não aguenta mais a própria criatura. Veja o vídeo: A revelação ganha ainda mais relevância diante dos recentes episódios envolvendo o ministro. Recentemente, Moraes sofreu derrota e foi obrigado a anular seu próprio ato em caso envolvendo um de seus maiores algozes. Enquanto isso, contra a fúria de Moraes, Eustáquio prepara nova estratégia e, se tudo der certo, ele retorna ao Brasil. O ministro também voltou a agir contra Daniel Silveira, mantendo o padrão de atuação que tem gerado críticas até mesmo entre seus pares no Supremo.
PL ultrapassa 100 deputados na onda de Flávio Bolsonaro enquanto PT estagnou no governo
A bancada do PL ganhou ainda mais força na Câmara dos Deputados, impulsionada pela pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. O partido do ex-presidente Jair Bolsonaro ultrapassou a marca dos cem deputados durante a janela partidária, que se encerrou ontem. Na outra ponta da disputa pelo Palácio do Planalto, o PT, mesmo controlando o governo federal e dispondo de toda a máquina pública, ficou completamente estagnado. O contraste revela a dificuldade do partido de Lula em atrair parlamentares, mesmo com o poder em mãos. Segundo levantamento do jornal O Globo, a nova formação das bancadas na Câmara dos Deputados reflete esse movimento. Confira:
Moraes sofre derrota e é obrigado a anular seu próprio ato em caso envolvendo um de seus maiores críticos
O cerco está se fechando e o ministro Alexandre de Moraes começa a ser forçado a respeitar a lei. Ele teve que anular uma audiência de instrução da Ação Penal 2720/DF. O ato havia sido realizado por ele próprio dez dias antes e envolvia Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que responde a um processo por suposto vazamento de informações sigilosas. A Defensoria Pública da União (DPU) levantou questão de ordem durante a audiência de 17 de março, apontando o cerceamento de defesa. Tagliaferro não havia sido intimado de forma pessoal e regular. Moraes teve que reconhecer a nulidade absoluta do ato. Todos os depoimentos colhidos na ocasião foram invalidados. Os advogados de defesa de Tagliaferro, Paulo Faria e Filipe de Oliveira, protocolaram duas petições formais no STF. A primeira manifestação foi apresentada em 9 de fevereiro. A segunda ocorreu em 16 de março, um dia antes da audiência. As petições apontavam o vício processual que posteriormente levou à anulação. Mesmo avisado, Moraes manteve a realização do ato e só reconheceu a nulidade quando a DPU levantou a questão dentro da sala de audiência. Em agosto de 2025, o próprio Moraes havia solicitado a extradição de Tagliaferro ao Ministério da Justiça. O pedido indicava o endereço do réu na Itália. Entretanto, o ministro determinou a citação de Tagliaferro por edital em dezembro de 2025. Essa sequência de atos processuais contrasta com as alegações posteriores sobre a ausência de intimação regular do réu. A defesa afirma que as irregularidades estavam documentadas nos autos antes da realização da audiência anulada. Os advogados de Tagliaferro protocolaram embargos de declaração no STF em 2 de abril de 2026. No mesmo dia, a defesa apresentou representação ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Os advogados relatam no documento enviado à OAB que foram acusados de “abandono de causa” durante a audiência de 17 de março. A defesa classifica a imputação como “juridicamente inaceitável” e “reputacionalmente devastadora”. Os advogados afirmam que sua atuação foi contínua e documentada. A petição à OAB relata tentativa de transferir à defesa a responsabilidade por falhas na comunicação processual do réu. Os advogados consideram essa conduta incompatível com o devido processo legal. A manifestação solicita que a entidade reconheça a inexistência de abandono de causa. A defesa pede ainda apuração da conduta registrada durante a audiência. A representação solicita que a OAB adote medidas institucionais para resguardar as prerrogativas da advocacia. Segundo a defesa, a imputação de abandono em um processo posteriormente declarado nulo produz impacto direto na reputação profissional dos advogados. A defesa caracteriza a situação como constrangimento institucional à atuação da defesa técnica. “A defesa não deu causa à nulidade; a defesa reagiu a uma nulidade já instalada”, afirmam os advogados no documento. A argumentação busca demonstrar que as irregularidades processuais eram anteriores à atuação da defesa. Os advogados afirmam que agiram dentro de suas prerrogativas ao contestar os vícios identificados. Paulo Faria declarou que não há registro de Moraes ter anulado anteriormente alguma audiência de instrução ou sentença. “Ele mesmo teve que reconhecer a nulidade de tão descarado que estava. Ele está atropelando tudo. Só que dessa vez ele se ferrou”, disse o advogado. A Ação Penal 2720/DF tramita no STF sob relatoria do próprio ministro. A anulação da audiência de instrução representa um revés processual no andamento do caso. Os atos invalidados precisarão ser repetidos.
Jornalista perseguido por Moraes prepara candidatura a deputado federal e planeja retorno ao Brasil
O jornalista Oswaldo Eustáquio, que possui uma prisão preventiva em aberto determinada por Alexandre de Moraes e é considerado foragido pela Justiça brasileira, planeja disputar as eleições de 2026. Nada na legislação eleitoral impede sua candidatura, apesar da ordem de prisão pendente. A extradição de Eustáquio ao Brasil foi negada pela Espanha, país onde reside atualmente. Sua nova estratégia política envolve disputar uma vaga para deputado federal pelo estado do Paraná. A legislação eleitoral brasileira não impõe impedimento para que candidatos com mandado de prisão em aberto concorram a cargos eletivos. A proibição se aplica apenas a condenados por órgãos colegiados de juízes, o que não é o caso de Eustáquio. Mesmo estando no exterior, o entendimento de especialistas em direito eleitoral é que ele poderia ser candidato. A lei eleitoral exige apenas domicílio no Brasil, conceito diferente de residência, ou seja, do local onde a pessoa efetivamente mora. Eustáquio tem declarado que sua expectativa é que Flávio Bolsonaro vença o pleito presidencial e conceda uma espécie de anistia tanto a seu pai Jair Bolsonaro e a seu irmão Eduardo, quanto a outros nomes, incluindo ele próprio. Se Flávio Bolsonaro não vencer, Eustáquio afirma que, caso seja eleito, pretende voltar ao Brasil mesmo assim, uma vez que ainda não foi condenado. O jornalista tem demonstrado certo otimismo de que até lá Alexandre de Moraes possa ter sido expurgado do STF.
Câmeras flagram marqueteiro petista orientando Lula a mentir sobre o Pix
Um registro em vídeo expôs o marqueteiro petista Sidônio Palmeira balbuciando uma orientação clara no ouvido de Lula durante evento público. “Não esqueça de falar do pix. Fala que o pix é nosso”, disse o marqueteiro ao presidente. A orientação revela uma mentira indisfarçável, que expõe mais do que constrangimento. Demonstra a dependência da farsa e da encenação como instrumento político. O episódio constitui uma demonstração clara de como o PT pretende conduzir sua campanha eleitoral. A velha prática de difamar adversários, criar falsas narrativas e recorrer à mentira permanece como estratégia central. Desta vez, porém, o povo brasileiro parece imunizado contra essas táticas. A credibilidade desse tipo de manipulação tende a não se sustentar. Veja o vídeo: Lula tentou esconder, mas sua verdadeira face foi exposta. Detalhes e revelações do passado do petista estão no livro “O Homem Mais Desonesto do Brasil – A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva”. Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao Veja a capa:
Nikolas Ferreira mobiliza apoio e salva padre perseguido pela PF de dívida de R$ 250 mil
O padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da diocese de Osasco (SP), contraiu uma dívida de aproximadamente R$ 250 mil para custear sua defesa junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). O religioso foi investigado no inquérito que apurava a suposta trama golpista após as eleições de 2022. Ele foi indiciado pela Polícia Federal em novembro de 2024, sob suspeita de integrar o chamado núcleo jurídico que teria assessorado a elaboração de minutas de decretos. Apesar do indiciamento, a Procuradoria-Geral da República não o incluiu na denúncia. O ministro Alexandre de Moraes formalizou o arquivamento definitivo da investigação contra o padre em março de 2026, confirmando que não havia elementos para prosseguimento do caso. Mesmo após o arquivamento, o religioso permaneceu com a dívida contraída durante o período de investigação e busca e apreensão. Foi quando o deputado Nikolas Ferreira entrou em ação. O parlamentar divulgou em suas redes sociais uma vaquinha com o objetivo de arrecadar recursos para pagar a conta que o padre teve que fazer para se defender. A meta foi atingida. O padre está livre da dívida.
Terceiro ministro do STF é flagrado em voo de jatinho ligado ao escândalo do Banco Master
O ministro do Supremo Tribunal Federal Kassio Nunes Marques viajou com a esposa em avião particular vinculado a uma empresa que administra bens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O deslocamento teve como destino um evento social organizado por uma advogada que atua em processos relacionados ao Banco Master. A viagem saiu de Brasília com destino a Maceió no dia 14 de novembro do ano passado. Os custos foram assumidos pela advogada Camilla Ewerton Ramos, que celebrava aniversário na ocasião. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S. Paulo. De acordo com a defesa do ministro, o convite partiu de Camilla, esposa do desembargador Newton Ramos. O magistrado já atuou ao lado de Nunes Marques no Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ainda segundo a nota, a advogada organizou o evento e arcou integralmente com as despesas do voo, que incluiu outros convidados. Registros indicam que o embarque ocorreu no terminal executivo do Aeroporto Internacional de Brasília, com decolagem cerca de 35 minutos após a chegada dos passageiros. A aeronave utilizada é operada pela Prime Aviation Táxi Aéreo e Serviços, ligada à Prime You, que já teve Vorcaro como sócio e ainda administra ativos relacionados ao empresário. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil apontam que o avião possui capacidade para até 17 passageiros. Documentos também indicam que outros convidados, incluindo o desembargador e a advogada, embarcaram no mesmo horário. No âmbito jurídico, Camilla Ewerton Ramos figura como advogada do Banco Master em processos no Superior Tribunal de Justiça, especialmente em ações voltadas à recuperação de créditos no setor sucroalcooleiro. Ela recebeu procuração para representar a instituição em dezembro de 2024. Acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para adquirir, basta clicar no link abaixo: https://www.conteudoconservador.com.br/collections/camisetas Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!
Moraes joga para matar Bolsonaro, alerta experiente jornalista. Veja o vídeo!
José Nêumanne Pinto, um dos jornalistas mais respeitados e influentes do Brasil, foi o convidado especial do mais recente Podcast A Verdade. Com décadas de cobertura política e um conhecimento profundo da história nacional, Nêumanne não poupou palavras ao analisar o cenário atual, trazendo declarações contundentes que ecoam sua preocupação com os rumos do país sob a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva. “Do ponto de vista da democracia, a Lava Jato deu um resultado mais nojento do que o caso Master. O Lula, que era o grande condenado da Lava Jato, é hoje o presidente da República, eleito sem ser inocente. A que ponto vamos chegar se Lula for reeleito?”, questionou. Nêumanne fala com a propriedade de quem conviveu com Lula, como ele mesmo revela: “Eu conheci Lula em 1985. Ele tinha acabado de tomar posse, e eu era muito amigo do Paulo Egydio Martins, que foi governador do estado de São Paulo, e muito ligado ao General Golbery do Couto e Silva. Eu fiquei sabendo que Lula era homem de confiança de Golbery do Couto e Silva, e que ele deu muita força para Lula tomar conta dos sindicatos, tirando da jogada o Brizola. Em entrevista à revista Playboy, ele disse que admirava Hitler, e também o líder político atual [naquela época] que era o aiatolá Khomeini. Até o pessoal da esquerda começou a ser chamá-lo de AiatoLula”, lembrou. Para o jornalista, Lula vai levar uma ‘surra’ de Flavio Bolsonaro nas urnas: “E nem precisa Bolsonaro morrer, o que é possível, porque Alexandre de Moraes joga para matar Bolsonaro, mas não sabe a burrice que ele está cometendo mais uma vez na vida”, alertou. Para assistir, clique no link abaixo: https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/80858/podcast-a-verdade-moraes-joga-para-matar-bols… Vale ressaltar que o Podcast A Verdade é um conteúdo exclusivo para assinantes. Torne-se um de nossos soldados e tenha esse conteúdo na palma da sua mão. Clique no link abaixo: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/apresentacao