Flávio Bolsonaro convocou todo o PL para uma reunião e, sem arrogância ou prepotência, conseguiu provar que apoio político não pode ser imposto, mas conquistado. Nikolas Ferreira reafirmou o apoio já manifestado em outras ocasiões e declarou colocar Minas Gerais à disposição da campanha do 01. Ainda na saída da reunião, Flávio enfatizou a importância de Michelle Bolsonaro com a declaração direta: “Não conseguirão nos distanciar”. Quem torcia contra terá de dormir com esse sapo na garganta. Chegou o momento em que likes e engajamento forçado em intrigas serão substituídos por apoio real.
Quebra de sigilo de Lulinha por Mendonça pega Planalto de surpresa e provoca correria nos bastidores
A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizando a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, causou surpresa no Palácio do Planalto e entre aliados do petista Lula. Nos bastidores, ministros e auxiliares presidenciais afirmaram que desconheciam o despacho do magistrado, proferido antes mesmo de a CPMI do INSS aprovar requerimento semelhante. Advogados próximos ao chefe do Executivo também relataram não ter sido informados previamente sobre a decisão. Relator do inquérito que apura a chamada “Farra do INSS” no Supremo, Mendonça atendeu a pedido da Polícia Federal (PF). O processo tramita sob sigilo e, segundo fontes da Corte, a autorização foi concedida ainda em janeiro de 2026. Após a divulgação da notícia pela imprensa, na tarde de quinta-feira (26/2), interlocutores do presidente procuraram integrantes da Polícia Federal para confirmar a informação. Inicialmente, teriam ouvido que a corporação não tinha conhecimento da decisão. Posteriormente, auxiliares recorreram a membros do Supremo, quando foram informados de que o ministro realmente havia determinado a quebra dos sigilos. Na avaliação de assessores do presidente, a autorização judicial indica que Lulinha é formalmente investigado no inquérito em curso. O entendimento é que uma medida dessa natureza, especialmente no âmbito do STF, pressupõe a existência de apuração oficial envolvendo o nome do investigado. Aliados do presidente afirmam que o novo cenário deve provocar ajustes tanto na estratégia jurídica da defesa quanto na condução política do governo em relação ao tema. A preocupação central é administrar os desdobramentos institucionais e a repercussão pública do caso. Apesar disso, ministros próximos a Lula avaliam que a quebra de sigilo determinada pelo Supremo tem potencial de desgaste menor do que aquela aprovada no âmbito da CPMI do INSS. Para esse grupo, a exposição e o embate político em uma comissão parlamentar tendem a gerar impacto mais imediato e intenso do que uma investigação conduzida sob sigilo judicial.
Ministro petista Paulo Pimenta fica sem resposta ao ser questionado sobre sigilo de Lulinha
O jornalista Sam Pancher confrontou o ministro petista Paulo Pimenta com uma pergunta direta: qual o motivo do interesse tão grande em impedir a quebra de sigilo de Lulinha? Como era de se esperar, Pimenta ficou sem reação e tratou de desconversar. Um verdadeiro vexame. Veja:
Pancadaria na CPMI do INSS: petista dá soco em deputado após quebra de sigilo de Lulinha. Veja o vídeo!
A sessão da CPMI do INSS transformou-se em cena de pancadaria generalizada. Bate-boca, empurrões e até socos foram trocados entre deputados. O caos instalou-se logo após a aprovação de requerimentos contundentes, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente. O deputado Luiz Lima (Novo-RJ) foi agredido com um soco pelo petista Rogério Correia (PT-MG). A agressão física evidencia o clima de tensão que tomou conta da comissão parlamentar. Enquanto a sessão descambava para a violência, do outro lado do espectro político, o senador Flávio Bolsonaro protagonizou momento de emoção ao falar do pai, Jair Bolsonaro. O parlamentar defendeu a união da direita e o fim da reeleição. O deputado federal Nikolas Ferreira foi categórico em seu posicionamento: todo o seu capital político será direcionado a Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência que apresenta crescimento nas pesquisas eleitorais. Para analisar os acontecimentos com profundidade e sem rodeios, o programa contou com a participação do deputado estadual Cristiano Caporezzo (PL-MG), da vereadora de Uberaba Ellen Miziara e do jornalista Glauco Fonseca.
Desembargador que absolveu estuprador de menina de 12 anos acumula quatro acusações de abuso sexual
O desembargador Magid Nauef Láuar, da 9ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), enfrenta agora quatro acusações de abuso sexual. Mais duas pessoas prestaram depoimentos contra o magistrado ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nesta quinta-feira (25), somando-se às denúncias anteriores. Láuar ganhou notoriedade nacional na última semana após uma decisão polêmica: absolveu um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos, em Indianópolis (MG). A decisão causou repercussão imediata e críticas generalizadas. Nesta quarta-feira, o magistrado voltou atrás e retomou a condenação após acolher um recurso apresentado pelo Ministério Público do estado. A mudança de posição ocorreu após forte pressão, embora anteriormente ele tenha argumentado que existia “vínculo afetivo consensual” entre o réu e a vítima. Os depoimentos das novas acusações foram feitos por chamada de vídeo e já integram a ação que investiga os supostos abusos cometidos pelo desembargador. O caso que gerou indignação nacional envolve um homem de 35 anos que foi preso em flagrante no dia 8 de abril de 2024, quando admitiu ter relações sexuais com a menina de 12 anos. A legislação penal brasileira define o crime de estupro de vulnerável como a prática de “conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 anos”, com pena de dez a 18 anos de prisão, além de multa. Na decisão que absolveu o acusado, o magistrado afirmou que a menina mantinha com o homem “uma relação análoga ao matrimônio”, alegando que havia conhecimento da família dela. A justificativa causou perplexidade e revolta. “O relacionamento mantido entre o acusado e a menor não decorreu de ato de violência, coação, fraude ou constrangimento, mas sim de um vínculo afetivo consensual, com prévia aquiescência dos genitores da vítima e vivenciado aos olhos de todos”, afirmou o desembargador. A decisão foi imediatamente contestada pelo Ministério Público de Minas Gerais, que destacou que o ordenamento jurídico do país e a jurisprudência consolidada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabelecem a “presunção absoluta” de vulnerabilidade de menores de 14 anos. Segundo o MP, a preservação do desenvolvimento saudável e da dignidade sexual dessas pessoas se sobrepõe a interpretações sobre consentimento da vítima ou anuência familiar. O caso expõe não apenas uma decisão judicial questionável, mas também as acusações pessoais que pesam sobre o magistrado, que agora responde por quatro denúncias de abuso sexual perante o CNJ.
Humorista do Programa do Ratinho sofre mal súbito, bate moto e é internado em estado grave
O humorista Marquito, integrante do Programa do Ratinho, exibido pelo SBT, foi internado em um hospital particular de São Paulo após sofrer um grave acidente de moto na quarta-feira, 25 de fevereiro. O episódio ocorreu na região da Vila Gustavo, zona Norte da capital paulista, depois que o artista teve um mal súbito enquanto conduzia o veículo. Segundo informações da assessoria da emissora, o humorista perdeu o controle da motocicleta, caiu desacordado na via e acabou atingindo outro motociclista. O segundo envolvido na colisão é enfermeiro e, ao perceber a gravidade da situação, iniciou imediatamente os primeiros socorros, realizando manobras de reanimação até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Ao ser admitido na unidade hospitalar, Marquito apresentava quadro de desorientação, embora estivesse consciente. Como medida preventiva para a realização de exames detalhados, especialmente na região do tórax, a equipe médica decidiu induzi-lo ao coma, a fim de garantir maior segurança durante os procedimentos e monitoramento clínico. Até a última atualização, não haviam sido divulgados novos boletins médicos com informações adicionais sobre o estado de saúde do humorista, que permanece sob observação rigorosa.
Deputado petista confessa agressão contra colega durante tumulto na CPMI do INSS (veja o vídeo!)
A sessão da CPMI do INSS realizada nesta quinta-feira, 26, terminou em forte tumulto no plenário e culminou em acusação de agressão física entre parlamentares. O deputado federal Luiz Lima (PL-RJ) afirmou ter sido atingido com um soco durante a confusão. Segundo o parlamentar, o episódio ocorreu quando ele se dirigiu à mesa diretora em meio ao embate entre deputados da base governista e da oposição, logo após a aprovação de requerimentos considerados estratégicos para o avanço das investigações. “Eu tomei dois socos na cara na minha vida. O primeiro foi aos 16 anos, quando reagi a um assalto. O segundo foi hoje, quando fui proteger o presidente da comissão de deputados que estavam indignados com a votação. O deputado Rogério Correia me deu um soco”, destacou Luiz Lima. O deputado Rogério Correia (PT-MG) admitiu que acabou atingindo o colega, mas sustentou que o episódio ocorreu em meio a empurrões generalizados. Ele também apresentou pedido de desculpas. “Eu realmente atingi o deputado e peço desculpas. Não foi intencional. Eu fui empurrado, caí no chão e reagi. Se acabei atingindo o rosto do deputado, não era minha intenção”, pontuou o parlamentar petista. Veja o momento da confusão:
Ex-juíza aposentada recebe R$ 296 mil em três meses, reclama de falta de café no STF e causa polêmica
A juíza aposentada Cláudia Márcia de Carvalho Soares embolsou R$ 296 mil nos três últimos meses de 2025, segundo registros do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1). A magistrada, que recentemente defendeu no Supremo Tribunal Federal (STF) a manutenção das polêmicas verbas indenizatórias conhecidas como “penduricalhos”, surpreendeu ao declarar durante sustentação oral que “juiz de primeiro grau não tem água, nem café”. Apesar da crítica sobre as condições de trabalho, os contracheques revelam que seus ganhos mensais ultrapassaram R$ 40 mil ao longo do período analisado. A participação de Cláudia Márcia aconteceu no plenário do STF na quarta-feira (26/2), quando representou a Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho em julgamento que envolve decisões dos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes. Ambos determinaram a suspensão do pagamento de penduricalhos — valores classificados como verbas indenizatórias não previstas expressamente em lei. A análise do caso, considerada relevante para o debate sobre limites remuneratórios no serviço público, continua nesta quinta-feira (26/2). A controvérsia gira em torno do teto constitucional, atualmente fixado em R$ 46,3 mil, parâmetro estabelecido para impedir a existência de supersalários no funcionalismo público. A decisão dos ministros busca reforçar esse limite, evitando que benefícios adicionais elevem os ganhos acima do permitido pela Constituição. Durante sua manifestação na tribuna, a ex-juíza afirmou: “O juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, o carro financiado. Não tem apartamento funcional, não tem plano de saúde, não tem refeitório, não tem água e não tem café, ministro Dino”. Entretanto, os dados salariais referentes a 2025 mostram uma realidade diferente. Somente em dezembro, a magistrada inativa recebeu R$ 113 mil — valor superior ao dobro do teto constitucional. Segundo apuração, em nenhum mês de 2025 a ex-juíza recebeu os R$ 24 mil líquidos mencionados por ela na tribuna. Pelo contrário, todas as remunerações mensais ultrapassaram R$ 40 mil. Veja:
Ex-prefeito é preso por suspeita de desviar R$ 120 milhões destinados às vítimas das enchentes
O ex-prefeito de Lajeado, Marcelo Caumo, foi preso na manhã desta quinta-feira (26) durante nova fase de operação conduzida pela Polícia Federal. A investigação apura suspeitas de desvio de verbas federais destinadas à reconstrução do município após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. A prisão é temporária, com duração inicial de cinco dias, podendo ser prorrogada conforme decisão judicial. Caumo comandou o Executivo municipal entre 2017 e 2024. Segundo informações, os fatos investigados não envolvem a atual administração da cidade. De acordo com nota oficial divulgada pela prefeitura, a ação integra investigação relacionada a contratos de prestação de serviços terceirizados firmados em períodos anteriores à atual gestão. O comunicado acrescenta que o Executivo municipal tem colaborado com as autoridades desde o início das apurações. Além do ex-prefeito, uma empresária apontada como integrante do grupo econômico supostamente beneficiado foi presa. Uma vereadora também foi afastada do cargo por determinação judicial. Os nomes delas não foram divulgados até o momento. A investigação foi batizada de Operação Lamaçal e representa um desdobramento de ação realizada em novembro de 2025. Na ocasião, Caumo ocupava o cargo de secretário estadual de Desenvolvimento Urbano. Após a repercussão do caso, ele colocou a função à disposição, e o pedido de exoneração foi aceito. Conforme a Polícia Federal, a análise do material apreendido na etapa anterior reforçou indícios de direcionamento de licitações no âmbito da prefeitura. “As investigações identificaram irregularidades em três licitações da Prefeitura de Lajeado envolvendo empresas de um mesmo grupo econômico, contratadas para prestar serviços de assistência social. Há indícios de que as escolhas não observaram a proposta mais vantajosa e de que os valores pagos estavam acima dos preços de mercado”, informou a corporação. Ao todo, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e dois de prisão temporária, além de medidas de sequestro de veículos e bloqueio de ativos financeiros. As ordens judiciais partiram do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. As diligências ocorreram em Lajeado e também nos municípios de Muçum, Encantado, Garibaldi, Salvador do Sul, Fazenda Vilanova, Novo Hamburgo e Porto Alegre. Os investigados poderão responder por crimes como desvio ou aplicação indevida de recursos públicos, contratação direta ilegal, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, uma das apurações envolve contratação emergencial de empresa para fornecer profissionais como psicólogos, assistentes sociais, educadores sociais, auxiliares administrativos e motoristas. A dispensa de licitação teria sido fundamentada no estado de calamidade pública decretado em 2024. O valor total de dois contratos analisados no inquérito soma aproximadamente R$ 120 milhões. O advogado Jair Alves Pereira, responsável pela defesa de Marcelo Caumo, declarou que ainda não teve acesso à decisão judicial que fundamentou a prisão do ex-prefeito. Em nova manifestação oficial, a prefeitura reforçou: “A Prefeitura de Lajeado informa que, na manhã desta quinta-feira (26/02), a Polícia Federal realizou diligências junto a setores do Executivo municipal, no âmbito da segunda fase da Operação Lamaçal. A ação integra investigação relacionada a contratos de prestação de serviços terceirizados firmados em períodos anteriores à atual gestão. Desde o início da operação a Administração Municipal vem colaborando com as investigações e prestando todas as informações e fornecendo documentos solicitados, reafirmando seu compromisso com a transparência, a legalidade e a responsabilidade na gestão dos recursos públicos.”
Tarcísio não vai a manifestação na Paulista, mas promete vídeo de apoio ao ato de Nikolas Ferreira
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não participará presencialmente da manifestação convocada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL) para domingo (1º/3), na Avenida Paulista. Apesar da ausência física, o chefe do Executivo paulista se comprometeu a gravar uma mensagem em vídeo que será exibida ao público durante o ato. Segundo interlocutores, o parlamentar mineiro confirmou que Tarcísio não estará presente por já ter compromisso de viagem programado. Mesmo assim, o governador fará questão de se manifestar por meio de gravação, mantendo sua sinalização política favorável ao evento. O motivo da ausência é uma agenda internacional na Alemanha, onde Tarcísio participará do evento Intercontinental Dialogues. O encontro reúne representantes do meio jurídico, político e empresarial de diferentes países, com foco em debates institucionais e econômicos. Entre as autoridades brasileiras confirmadas no evento alemão estão o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, o presidente da Câmara dos Deputados Hugo Motta (Republicanos-PB), além dos ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Alexandre Silveira (Minas e Energia).